quinta-feira, 28 de outubro de 2010

INTRODUÇÃO ÀS 7 PALAVRAS DO CALVÁRIO

INTRODUÇÃO:
Vamos estudar as últimas palavras de Jesus na cruz. São Palavras de Esperança!
Vamos ler: Lucas 23: 34, 43; João 19: 26 e 27; Mateus 27:46; João
19:28; Lucas 23:46 e João 19:30.

DESENVOLVIMENTO:
Aqui estão sete declarações memoráveis e solenes. Foi o maior discurso de despedida da história do mundo. Foi proferido por Jesus no púlpito da cruz, na capela do Gólgota, na sexta-feira antes da Páscoa e por volta de trinta e três anos após o Seu nascimento. Apesar das Escrituras Sagradas cobrirem milhares de anos e registarem as palavras de centenas de homens e mulheres em vida, pouquíssimas palavras de pessoas à beira da morte foram registadas na íntegra, como no caso de Jesus.

Nenhum ouvido captou os sussurros de um homem à beira da morte como fizeram os escritores dos Evangelhos, ao pegarem do Calvário “as sete cordas da sinfonia da
redenção.”

Durante o Seu ministério pessoal, Jesus teve vários púlpitos – o topo de uma montanha, um telhado, um banco, um poço. Mas, Ele nunca teve um púlpito como a cruz. Nunca houve ali um pregador como o Senhor, nunca houve uma congregação como aquela reunida no lugar da caveira, e nunca houve um sermão como as últimas palavras de Jesus.

Vamos estar com as acções e declarações d´Aquele que deu a Sua vida pela vida de todos nós. Vamos estudar as últimas palavras de Jesus na cruz. São Palavras de Esperança!
Vamos ler: Lucas 23: 34, 43; João 19: 26 e 27; Mateus 27:46; João
19:28; Lucas 23:46 e João 19:30.

Aqui estão sete declarações memoráveis e solenes. Foi o maior discurso de despedida da história do mundo. Foi proferido por Jesus no púlpito da cruz, na capela do Gólgota, na sexta-feira antes da Páscoa e por volta de trinta e três anos após o Seu nascimento. Apesar das Escrituras Sagradas cobrirem milhares de anos e registarem as palavras de centenas de homens e mulheres em vida, pouquíssimas palavras de pessoas à beira da morte foram registadas na íntegra, como no caso
de Jesus.

Nenhum ouvido captou os sussurros de um homem à beira da morte como fizeram os escritores dos Evangelhos, ao pegarem do Calvário “as sete cordas da sinfonia da
redenção.”

Durante Seu ministério pessoal, Jesus teve vários púlpitos – o topo de uma montanha, um telhado, um
banco, um poço. Mas, Ele nunca teve um púlpito como a cruz. Nunca houve ali um pregador como o Senhor, nunca houve uma congregação como aquela reunida no lugar da caveira, e nunca houve um sermão como as últimas palavras de Jesus.

5 Palavras de Esperança - As últimas palavras de Jesus
Mas por que as últimas palavras de Cristo na cruz são tão importantes assim?
1. O número sete tem todo um significado especial, tanto na literatura bíblica como na universal. Cícero já dizia: “Em tudo quanto existe o número sete prevalece.” Por exemplo: sete são os dias da semana, sete são as maravilhas do mundo antigo, sete são as cores do arco-íris, sete são as notas musicais, sete são as colinas de Roma e sete foram as palavras de Cristo na cruz. Na Bíblia encontramos mais de oitocentas referências ao número sete. Por exemplo: sete igrejas do Apocalipse, sete selos, sete trombetas, etc.

O número sete indica plenitude, perfeição. E nas sete palavras encontramos uma mensagem perfeita, plena. Uma mensagem que nos fala de um Salvador, que na hora da morte tinha o Seu coração cheio de amor, amor que transbordou em palavras de esperança. Suas feridas não foram tratadas para que as nossas fossem. Suas aflições foram imensas para que as nossas fossem levadas embora.

2. Quando uma pessoa está para morrer todos querem ouvir o que ela tem para falar. Se as palavras finais de um ente querido são recolhidas e citadas pelos familiares como uma recordação preciosa, muito mais significativas são as que Cristo pronunciou sobre a cruz. Ele não falou aleatoriamente, ou apenas por falar. Em cada expressão há um fundamento, há um significado. Foram poucas as Suas falas no longo silêncio daquele dia em que Ele pendeu no madeiro. As absorventes e aniquiladoras agonias da cruz não turvaram a ordem e a harmonia que Lhe assinalaram a vida. As sete últimas frases de Cristo podem ser comparadas às sete janelas por onde contemplamos a nobreza do Seu carácter. Elas são tão importantes que os quatro evangelistas citaram, pelo menos, uma delas.

3. O registo da história humana revela que muitos daqueles que foram sentenciados à pena de morte, tiveram 6 Palavras de Esperança - As últimas palavras de Jesus a oportunidade de expressar as suas últimas palavras antes da morte. Alguns alegaram até o final a sua inocência. Outros extravasaram a sua ira e indignação contra aqueles que os executaram. Poucos reconheceram a merecida punição numa atitude de arrependimento. Entretanto, as palavras de Jesus Cristo nos momentos de Sua agonia naquela cruz, revelam o carácter santo e o propósito amoroso do Filho de Deus para connosco. As Suas palavras não foram de amargura, de covardia, de frustração ou de maldição. Numa situação tão adversa, Jesus falou para os que ali estavam, naquele dia, as mesmas palavras que fala para nós, hoje:

a) Palavras de Perdão: “Pai, perdoa-lhes...”Aqui vemos o maravilhoso amor de Jesus, mesmo sofrendo injustamente devido às acusações dos judeus e as violências dos romanos, Ele pedia ao Pai que os perdoasse.

b) Palavras de Certeza: “Estarás comigo no Paraíso”. Não importa onde estamos, não importa quão pecadores somos, se nos arrependermos e confessarmos os nossos pecados e aceitarmos a salvação de Jesus, não somente teremos paz neste mundo, bem como a certeza de vida eterna no Paraíso Celestial.

c) Palavras de Provisão: “Mulher eis aí o teu filho...eis aí a tua mãe.” As relações humanas são ternas. E, quando Jesus viu a Sua mãe Maria ao pé da cruz, tomou providências em favor dela. Deu instruções para que João cuidasse dela. Isso revela o cuidado de Cristo para aqueles que são Seus, aqueles que O seguem pela fé em Sua palavra. Estas mesmas palavras de provisão são extensivas a nós, pois somos da Família de Deus. Ele é nosso Pai e, Jesus, nosso irmão mais velho e como o próprio Jesus disse: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a praticam.” Luc. 8:21.

d) Palavras de Sofrimento: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Morte é separação e morte eterna 7 Palavras de Esperança - As últimas palavras de Jesus é eterna separação de Deus. As agonias da segunda morte foram sofridas por Jesus quando recebeu a carga completa dos nossos pecados, “fazendo-se pecado por nós”. Graças a Deus que Jesus venceu a segunda morte para que você e eu jamais a experimentemos. Jesus proferiu palavras de sofrimento para que nunca, jamais você e eu soframos os horrores da segunda morte. Isso só depende de você e de
mim. Só depende de O aceitarmos como nosso substituto.
Você O aceita?

e) Palavras de Exaustão: “Tenho sede”. Não era uma reclamação, nem um pedido, apenas uma simples afirmação de um fato. Uma lição óbvia de que Ele era de carne e osso. Tinha fome e sede como nós e é por isso que Ele se compadece de nós. “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se de nossas fraquezas...Acheguemo-nos, pois, confiadamente junto ao trono da Graça , a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.”( Heb. 4 :15 e 16). Graças a Deus que temos um sumo sacerdote que pode compadecer-se de nós. Por que não chegarmos hoje ao trono da Graça, confiantemente, em busca de perdão, transformação e salvação?

f) Palavras de Vitória: “Está consumado!” Esta foi a declaração de vitória do Senhor Jesus ao mundo, aos homens, ao diabo, aos anjos e ao Seu Pai Celestial. Ele havia pago, consumado a Sua obra redentora. O preço de nossa dívida estava totalmente pago. O nosso preço já foi pago, a vitória de Cristo é a certeza da nossa vitória sobre o mundo com todas as seduções sobre a carne, com todas as suas inclinações e sobre Satanás com todas as suas tentações. Com Cristo seremos vitoriosos sobre essa terrível confederação do mal: o mundo, a carne e o diabo.

g) Palavras de Entrega: “Nas Tuas mãos entrego o meu espírito.” A morte não venceu Jesus, pelo contrário, Ele ofereceu voluntariamente a Sua vida. A morte não foi 8 Palavras de Esperança - As últimas palavras de Jesus ao encontro de Jesus, Ele foi ao encontro dela. Ao referir-se à Sua vida e morte, disse: “Ninguém a tira de Mim, eu espontaneamente a dou.” Jesus viveu uma vida de entrega ao Pai, e na hora de Sua morte, a Sua disposição não poderia ser outra, a não ser entregar-Se. Semelhantemente você e eu precisamos ter uma vida de entrega a Deus para que ao passarmos pela morte possamos descansar e dormir seguros em Seus braços de amor.

4. E o último motivo pelo qual é importante meditar, estudar as últimas palavras de Cristo na cruz, está na citação que Ellen G. White faz, no DTN, pág 72 : “Far-nosia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Devemos tomá-la ponto por ponto , e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais. Ao meditar assim em Seu grande sacrifício por nós, nossa confiança será mais constante, nosso amor vivificado e seremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se queremos ser salvos, afinal, teremos de aprender aos pés da cruz a lição de arrependimento e humilhação.”

CONCLUSÃO:
Diante do que acabamos de ouvir, queremos deixar com você um convite: a partir de amanhã estudaremos as sete últimas frases de Cristo na cruz. São sete declarações do Seu amor por nós. Amanhã, estudaremos a primeira que é uma declaração de perdão. Perdão é algo que necessitamos dia a dia. Quantos de vocês, pela graça de Deus, querem levantar a mão dizendo que estarão aqui para mais um encontro com Jesus? Amém!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Benefícios da ressurreição de Cristo

Salmos - 16
Introdução

- O apóstolo Paulo fez esta indagação em 1 Cor 15. 12-19 dizendo que se Cristo não ressuscitou é vã a nossa pregação e nossa fé, ainda permanecemos no pecado e somos os mais infelizes dos seres humanos.
- Não teríamos motivos para estarmos aqui, este culto não faria sentido, o Natal não seria celebrado, a cruz seria esquecida, o sofrimento de Cristo seria em vão, o nome Jesus seria apenas de mais um personagem da história.
- Mas o túmulo está vazio Mt. 28.1-10; Mc. 16. 1-8; Lc. 24. 1-12 e Jo 20.1-10.
- Vejamos no Salmo 16 quais os benefícios da ressurreição de Cristo para nós, através da ressurreição Jesus nos dá:

1)A Sua linda herança
- Os versos 5 e 6 falam da nossa herança dada por Deus através de Jesus
- Algo que vamos receber, que é nosso direito, está garantido. No verso 6 vemos que não é qualquer herança. É uma herança mui linda.
- Colossenses 3:24 "cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo".
- Se você não tem direito a nenhuma herança nesta vida, se nenhum parente seu não tem nada para deixar para você, não se entristeça. Hoje você pode se alegrar porque você é herdeiro de uma linda herança, que está reservada para mim e para você, e esta herança não se consumirá, não acabará, é eterna.
- 1 Pedro 1:4 "para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros".
- Romanos 8:17 "Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados".
- Porque Cristo ressuscitou, temos uma linda herança.

2) A Sua presença à direita
- Em primeiro lugar Jesus nos dá sua linda herança. Mas Jesus também nos dá sua presença à nossa direita.
- O apóstolo Pedro em Atos 2. 22-32 nos ajuda a entendermos esta expressão.
- Temos a presença de Cristo todos os dias, em todos os momentos podemos contar com ele.
- Referir-se à direita é lugar de honra, de protecção, preparado para a batalha.
- É uma posição que nos dá segurança, por isso podemos ler a expressão "jamais serei abalado".
- Salmos 55:22 Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado.
- Salmos 62:6 Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei jamais abalado.
- Deus tem nos dado a certeza de que podemos confiar na sua protecção, pois aquele que nos guarda, à nossa direita está vivo. Cristo ressuscitou, e desfrutamos de sua protecção e presença constante.

3) A Sua garantia da vida eterna
- Em primeiro lugar Jesus nos dá a sua linda herança. Jesus também nos dá a sua presença à nossa direita.
- Mas temos também sua garantia de vida eterna. O que o verdadeiro crente tem no seu futuro é a garantia da vida eterna, da felicidade perpétua na presença de Deus (Shedd).
- Os vs. 9 a 11 devem ser compreendidos à luz da ressurreição de Cristo. Verso 10 Santo com letra maiúscula, fala de Jesus. Rm 1.4 "e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor".
- Em Cristo se cumpre estes versículos: At. 13.32-37 (Paulo).
- Paulo escrevendo aos Romanos no capítulo 6 de 1 a 14 faz uma aplicação da ressurreição de Cristo com a novidade de vida oferecida para nós, livres do pecado.
- Temos uma vida abundante agora, livre do poder do pecado, e uma vida na presença de Deus eternamente livres da presença do pecado, não havendo mais morte. Vs. Sl. 16.11 - plenitude de alegria e delícias perpetuamente.

Conclusão
- Em primeiro lugar Jesus nos dá a sua linda herança. Jesus também nos dá a sua presença à nossa direita. Mas temos também a sua garantia de vida eterna.
- O nascimento de Jesus fala da sua humilhação tornarnando-se homem, "esvaziando-se". - Mas a ressurreição de Jesus gerada pelo poder do Espírito Santo fala da manifestação de todo o poder de Deus envolvido nesta obra.

"Porque Ele vive posso crer no amanhã, porque Ele vive temor não há, Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida está nas mãos de meu Jesus que vivo está"

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sete fundamentos para um casamento feliz e bem sucedido


Génesis – 2:18 – 24
“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idónea. Havendo pois o senhor Deus formado da terra todos os animais do campo, e todas as aves dos céus, trouxe-os ao homem, para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem deste a todos os seres viventes, esse seria o nome deles. Deu nome o homem a todos os animais domésticos, as aves dos céus, e a todos os animais selváticos; para o homem todavia não se achava uma auxiliadora que lhe se já idónea. Então o Senhor Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu: Tomou uma das suas costelas, e fechou o lugar com carne. E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem transformo-a numa mulher e lhe trouxe. E disse o homem: esta afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne, chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro o homem e a mulher estavam nus e não se envergonhavam.”

Afirmação: O casamento é uma instituição que foi Criada e elaborada por Deus.

07 fundamentos para se ter um casamento feliz e bem sucedido:

1- Co-igualdade: A mulher foi feita de uma costela tirada ao lado de Adão; não de sua cabeça para governar sobre ele, nem de seu pé para ser pisada por ele; mas de seu lado, para ser igual a ele, debaixo de seu braço para ser protegida, e perto de seu coração para ser amada.

2- Fidelidade – O Mundo não acredita mais na fidelidade. Todavia, um casamento alicerçado neste princípio tem muito mais possibilidades de subsistir diante das pressões do dia a dia. A fidelidade é uma atitude “sine Qua non” para que se tenha um casamento feliz e bem sucedido.

3- Verdade – A verdade deve sempre prevalecer independente do conflito em questão. Aonde existe verdade existe confiança, e aonde existe confiança não existe possibilidade de incoerências e “achismos”.
“A Verdade é sempre forte, não importa quão fraca pareça, e a falsidade é sempre fraca, não importa o quão forte pareça.”( Phillips Brooks)

4- Amor: - I Co. 13: 4-7. “ O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

5- Aliança – O que faz o casamento uma instituição duradoura, não são os bens que possuímos, as boas relações que desenvolvemos, ou o amor que temos um pelo outro. O que sustenta o matrimónio é a aliança que fazemos um com outro diante de Deus, familiares e amigos.

6- Compreensão e determinação: Existem 2 factores que comummente agem de forma implacável e persistente sobre o casamento nos dias de hoje:

* A incompreensão entre os cônjuges. Duas pessoas que se amam têm que desenvolver a habilidade de compreender uma à outra. Isto é, desenvolver uma atitude compreensiva e madura para com as fraquezas do seu cônjuge, não intencionando mudá-lo(a) com críticas ou insinuações maldosas. O casamento é um ajustamento Contínuo.

* Falta de determinação de manter o casamento. O casamento mantém-se não só pelo amor, mas sobretudo pela aliança feita pelo casal diante Deus.

7- Ter Jesus como âncora e socorro. Com certeza os conflitos virão, e ainda que nós desenvolvamos todos os princípios citados, sem Jesus, estamos fadados ao fracasso.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A BATALHA ESTÁ A SER TRAVADA

1º Coríntios – 11: 1
Aqui estamos com temor e tremor diante de Deus e da sua Palavra para mais uma etapa desta jornada da vida centrada em Cristo. Vamos ler mais uma vez o nosso texto áureo: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gálatas 2.20 NVI).

Todos nós de alguma maneira ou nalgum período da nossa vida seguimos algum exemplo ou tomamos alguém como modelo seja na vida, na profissão, no lar, etc. O fato é que precisamos de modelos e que nem sempre eles são os melhores exemplos. Só Jesus pode ser se o nosso modelo confiável e seguro. Por isso estaremos pensando nesta implicação da vida centrada em Cristo que sugere que vivamos Como Cristo o Nosso Modelo.

I – O homem que deseja viver como Cristo é aquele que escolheu ser um cristão.

“Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo”(1 Coríntios 11.1 NVI).

Neste verso um desafio nós é proposto: “Tornem-se meus imitadores, como eu sou de Cristo”. Precisamos compreender o que significa ser imitador de Cristo. Toda vez que pensamos na palavra imitação vem logo à nossa mente coisas como: falsificação ou qualidade inferior. A palavra grega para imitadores é a mesma que dá origem a expressão “mímica”. E neste contexto significa que devemos ter uma conduta semelhante à de Jesus em relação ao amor a Deus.

1) A nossa decisão de crer e seguir a Jesus foi uma resposta positiva ao amor de Deus. nós Adventistas não fomos obrigados a assumir este compromisso. Por isso a iniciativa de amar partiu de Deus. A iniciativa de seguir ou responder a Deus foi nossa. O modelo que nos é apresentado é Jesus Cristo.

2) A nossa decisão de crer e seguir a Jesus foi uma atitude livre e responsável. Este binómio, liberdade e responsabilidade, é um dos grandes presentes que o Criador nos deu. Saber usar a liberdade com responsabilidade é um direito e dever que devemos praticar.

3) A nossa decisão de crer e seguir a Jesus exige um compromisso com o libertador. A solução para evitarmos o desânimo e a desistência nessa jornada da vida centrada em Cristo é renovarmos periodicamente o compromisso com o Libertador. O apóstolo Paulo estava comprometido com Jesus e apresenta aos irmãos em Corinto um desafio. Está tu comprometido com Cristo?

II – O homem que deseja viver como Cristo é aquele que por ser imitador de Cristo está sujeito a padecer sofrimentos.

“De facto, vocês se tornaram nossos imitadores e do Senhor, pois, apesar de muito sofrimento, receberam a palavra com alegria que vem do Espírito Santo”(1 Tessalonicenses 1.6 NVI).

Neste versículo o apostolo Paulo fala-nos das implicações sérias que resultam do compromisso de viver uma vida semelhante à de Jesus. Todos os seus servos podem ser alvo de perseguições, incompreensões ou desafiados como foram os amigos de Daniel: Sadraque, Mesaque e Abedo-nego: Daniel 3:15-17 (sátrapas, governadores de províncias ou grandes regiões)

1) Os sofrimentos resultantes da vida comprometida com Cristo não são mais do que o ódio que o Satanás tem pelo Senhor. Se as pessoas não pouparam esforços para ofender e magoar a Jesus durante a sua vida e ministério é natural que ainda hoje desencadeiem tal ódio contra nós que o seguimos.

2) Os sofrimentos resultantes na vida do cristão são também da nossa negligência em estar com Cristo e dos muitos compromissos assumidos com uma sociedade que não tem Deus como Senhor. Ou seja, seja:
“Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1 Coríntios 11.1 NVI). A tal palavra “mímica” não se aplica a imitar Cristo, mas outra coisa/outros comportamentos.

3) Os sofrimentos resultantes da vida comprometida com Cristo são medalhas e prémios que colhemos pela fidelidade ao Mestre. Ou frustrações que resultam da nossa falsa imitação. É isto para desanimar? Não!

“aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou”(1 João 2.6 NVI).

A imitação de Cristo envolve ter um comportamento como o dEle. O nosso alvo de vida precisa enquadrar-se e reorientar-se a partir do encontro com Cristo. João foi alguém que andou como Jesus andou. Vivemos nós assim?

1) A nossa imitação de Cristo exige um conhecimento profundo da sua vida. Os discípulos tiveram uma oportunidade fantástica de conviver durante 3 anos ao lado de Jesus. Nós temos uma grande oportunidade de conhecê-lo através da leitura e estudo profundo da Bíblia. Através deste estudo profundo conheceremos mais e melhor a vida de Jesus o Mestre. Vida centrada em Cristo é vida de conhecimento a respeito de Jesus.

“Os reinos da Terra regem-se pela supremacia do poder físico; mas do reino de Cristo são banidas as arma da carne (argumentos, força, poder), cada instrumento de coerção. Este reino deve erguer e enobrecer a humanidade. A igreja de Deus é o recinto de vida santa, plena de variados dons e dotada com o Espírito Santo. Os membros devem encontrar a sua felicidade na felicidade daqueles a quem ajudam e abençoam.” Actos dos Apóstolos, p. 13

2) A nossa imitação de Cristo envolve um compromisso profundo com os seus propósitos. Os discípulos tiveram uma oportunidade fantástica de dar continuidade à obra de Jesus. Nós também temos uma grande oportunidade de viver segundo os propósitos de Jesus. Ao nos envolvermos intensamente com os alvos de Jesus afirmamos o nosso compromisso com Cristo. Vida centrada em Cristo é vida com propósitos!

3) A nossa imitação de Cristo envolve uma obediência profunda à Sua vontade. Os discípulos tiveram uma oportunidade fantástica de obedecer ao Mestre. É claro que nem sempre eles agiram assim e isso soa como um desafio já que obedecer é melhor do que sacrificar. A vida centrada em Cristo é vida de obediência sem reserva ao Senhor.

Apelo: “Despertemos! A batalha está a ser travada. A verdade e o erro estão a aproximar-se do conflito final. Marchemos sob a bandeira, manchada de sangue, do Príncipe Emanuel, e combatamos o bom combate da fé, e alcancemos as honras eternas; pois a verdade triunfará, e podemos ser mais que vencedores por Aquele que nos amou. As preciosas horas de graça estão a terminar. Façamos a obra segura, para a vida eterna, a fim de que glorifiquemos o nosso Pai celestial, e sejamos o instrumento de salvação de almas pelas quais Cristo morreu.” Review and Herald, 13 de março de 1888.

Nas Ilhas dos Açores, foram encontradas moedas cartaginesas de algumas centenas de anos antes de Cristo. Essas moedas apoiam a crença de que marinheiros fenícios descobriram aquelas ilhas muito antes de terem sido encontradas por Portugal, Gonçalo Velho Cabral em 1431.
No século XII da era cristã, geógrafos árabes mencionaram a existência de nove ilhas no Oceano Ocidental, ou Atlântico. Esse conhecimento, entretanto, perdeu-se aparentemente durante a Idade Média. Portugal, assim, localizado na costa ocidental da península mais ocidental da Europa, manteve por centenas de anos o seu lema Nec Plus Ultra, "Nada Mais Além".Naquele tempo, muitos criam que, se alguém saísse navegando para além do horizonte, acabaria caindo pela extremidade da Terra. Mas à medida que pescadores e outros se aventuravam cada vez mais longe no Atlântico, iam percebendo que seus temores não tinham fundamento. Então, quando ousados navegadores como Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cabral e outros descobriram mais terras além do horizonte, Portugal mudou o seu lema para Plus Ultra, "Mais Além".
Para muitas pessoas, não existe nada além do mar da vida, esta existência presente. Seu lema é, na essência, Nec Plus Ultra ou, como disse Robert Ingersoll, bem conhecido ateu americano: "A vida é um estreito vale entre os frios e estéreis picos de duas eternidades."

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O barro e o oleiro

Isaías - 64 - 8 : 0
Em Isaías 64.8 lemos: "Mas agora, ó Senhor, tu és o nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos". Na definição de Isaías, somos barro nas mãos do Senhor. Vejamos algumas lições extraídas dessa bela metáfora:

1. O Barro Não Tem Valor
Destituído de importância, o barro não é objeto de disputas. Não há guerras entre as nações por causa do barro. Por causa do petróleo, sim.
Por causa do ouro, sim. Mas barro? Barro não é raridade.

A causa de Jesus muito sofre por causa de nossas vaidades pessoais, quando, por exemplo, achamos que somos muita coisa. "Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor. Porque não é aprovado aquele que se recomenda a si mesmo" (2Co 10.17,18).

Disse alguém: "Deus a todos fez do pó da terra; mas alguns pensam que foram feitos de porcelana". Calma, irmão, devagar com o andor: Você é de barro!

2. O Barro É Frágil
Diferente do ferro ou do bronze, o barro se espatifa à-toa. Facilmente os nossos projetos se desmoronam. Basta pequena pressão da vida para que os nossos sonhos se despedacem como a botija de Jeremias (Jr 19.10).

Na década de 70 uma canção popular dizia: "Eu sou como o cristal bonito / Que se quebra quando cai".

Nossa fragilidade, no entanto, é a oportunidade de Deus. Eis como Paulo explica isso: "...não me gloriarei senão nas minhas fraquezas... e ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo" (2Co 12.5,9).

3. O Barro Não Tem Querer
Ainda através de Isaías o Senhor questiona: "...porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes?" (Is 45.9). Seria absurdo admitir um oleiro consultando o barro sobre a forma que este deveria receber. Deus ensina uma poderosa e inesquecível lição a Jeremias, ordenando-lhe que vá à oficina do oleiro e observe bem o seu modo de trabalhar. E Jeremias viu que, "como o vaso, que ele fazia de barro, se estragou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme pareceu bem aos seus olhos fazer" (Jr 18.4). Sublinhe em sua Bíblia, "conforme pareceu bem aos seus olhos fazer".

Ao barro não resta opção senão render-se à vontade soberana do artista que o manipula. Barro não faz birra. Barro não dá berro.

4. (Mas) O Barro É a Matéria-Prima do Artista
É o artista quem resgata o barro da mediocridade. Nas mãos dele, o barro vira arte, é analisado, admirado, exibido em galerias e... fica valendo uma
fortuna. Paulo diz: "Temos porém este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte" (2Co 5.7).
A parte b do verso-base desta mensagem diz: "...e todos nós (somos) obra das tuas mãos".

Amigo, deixe-se nas mãos do artista perfeito. Ele transformará o barro da sua vida numa obra de arte valiosa. Cante com o poeta: "Eu quero ser, Senhor amado, / Como vaso nas mãos do oleiro. / Quebra minha vida / E faze-a de novo. / Eu quero ser, eu quero ser / Um vaso novo".

quinta-feira, 1 de julho de 2010

VOCÊ ABANDONARIA JESUS?

O capítulo 24 do Evangelho de Mateus, narra quena pronúncia de Jesus no sermão da montanha, Ele alertou os seus discípulos dizendo: No fim dos tempos, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.

Em algum momento de fraqueza, você já pensou em renunciar a Jesus e voltar para as trevas? Certamente diríamos que não, mas isso já ocorreu com muitos, e, para se cumprir a palavra, lamentavelmente, muitos ainda irão passar por esse caminho terrível e doloroso, porque Jesus disse: Muitos serão os chamados, mas poucos serão os escolhidos (Mateus 22.14). Observemos:
No livro de Êxodos 16.1-4, a palavra relata que partindo toda a congregação dos filhos de Israel, que veio ao deserto de Sim, depois que saíram da terra do Egito. E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.
E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera que nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar, e porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão. Então o Senhor fez chover pão dos céus (maná) para toda congregação.
Observem a obstinação dopovo de israel, mesmo depois de terem sidos libertos da escravidão do Egito, com provas, sinais, maravilhas, milagres, pelejas, mão forte, e com grande espanto, murmuraram em suas tendas e não deram ouvido a voz do Senhor.
Ao invés de tomar posse da benção, gozar da liberdade e tomar posse das bênçãos que Deus lhes havia prometido, murmuravam contra Deus, antes desejando estar juntos das panelas de carne, abandonando a liberdade por coisas materiais, duvidando do poder do Altíssimo.
Por isso, Deus não se agradou da maior parte deles, os desobedientes que pecaram, cujos corpos, ficaram prostrados no deserto, pela obstinação aos mandamentos do Senhor, com os quais, se indignou Deus por quarenta anos.
Hoje não é diferente, muitos, mesmo depois de receber o conhecimento da verdade, e provado os dons celestiais, renunciam a liberdade e voltam à escravidão do pecado, trocam a graça e a promessa da vida eterna por um prato de lentilha.
Jesus ainda alerta dizendo: Lembrai-vos da mulher de Ló, a qual tendo olhado para trás, ficou convertida numa estátua de sal (Gênesis 19.26).
Ai da nação pecadora, do povo carregado de iniqüidade, da semente do malignos, dos filhos corruptos, deixaram ao Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás (Isaias 1.4).
JESUS É ABANDONADO POR SEUS DISCÍPULOS
O capítulo 10 do Evangelho de Lucas descreve que o Senhor designou setenta dos seus discípulos, mandou-os diante de sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E voltaram os setenta com alegria dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios nos sujeitam.
Disse-lhes Jesus: Não vos alegreis porque vos sujeitam os espíritos, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos no céu.
João 6.60-69, Muitos, pois dos seus discípulos, ouvindo isto (o discurso de Jesus no livro de João 6.16-59), disseram: Duro é este discurso, quem o pode ouvir? Desde então, muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com Ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também me abandonar?
Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens a palavra da vida eterna, e nóstemos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus.
Observem a obstinação do povo, até mesmo o Senhor Jesus Cristo foi abandonado por muitos dos seus discípulos. Mesmo depois de terem conhecido o poder e a graça do Sumo Pastor, de terem seus nomes escritos no livro da vida, ainda assim tornaram para trás.
Porém Simão Pedro, quando indagado pelo Mestre, teve a divina inspiração dizendo-lhe que não há outro caminho a seguir, se temos crido e conhecido que Cristo é o filho de Deus, o qual derramou o seu sangue em sacrifico vivo, para perdão dos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia para nossa salvação.
No Evangelho de Lucas 9.61,62, Certo homem disse a Jesus que O seguiria, mas primeiramente precisa despedir-se dos que estavam em sua casa. Jesus lhe respondeu dizendo: Ninguém, que lança mão do arado e torna-se para trás, é apto para o reino de Deus.
O DESTINO DOS QUE VOLTAM ÀS TREVAS
No Evangelho de Lucas 11.24 a 26, disse Jesus: Quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares secos buscando repouso, e, não o achando diz:
Tornarei para minha casa, donde saí. E chegando, acha-a vazia e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam, ali, e o último estado desse homem é pior do que o primeiro.
II PEDRO 2.20 a 22, diz a palavra: Se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhe o último estado pior do que o primeiro.
Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado.
Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.
E em Provérbios. 14.9, a palavra do Senhor diz que os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
Provérbios. 8.36, disse o Senhor: O que pecar contra mim violentará sua própria alma, todos os que me aborrecem amam a morte.
Agora medite nesta palavra em I Samuel 2.25: Pecando o homem contra o homem, os juizes o julgarão, pecando, porem, o homem contra o Senhor, quem intercederá por ele?
QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?
Romanos 8.35-39 diz: Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angustia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregue a morte todo o dia; fomos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores por amor daquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o por vir.Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura não poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
E na carta aos Hebreus 10.38, 39, a palavra do Senhor nos fortalece par que permanecemos para sempre neste caminho santo e declara: O justo viverá pela fé, mas se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porem, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma
A PROMESSA DA VIDA ETERNA
Evangelho de João 14.1 a 3, disse Jesus: Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, vou preparar-vos lugar. E Quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
E no livro de Apocalipse 3.11, o Senhor Jesus exortou dizendo: Eis que venho sem demora, guarda o que tens, para que ninguém toma a sua coroa.

terça-feira, 22 de junho de 2010

O ESPÍRITO SANTO NA VIDA DO CRENTE

Ezequiel 47: 1 - 12
O mundo tem dois tipos de pessoas: os SENTIMENTALISTAS e os EMPREENDEDORES. Os sentimentalistas só tomam a iniciativa quando sentem vontade de o fazer. A sua habilidade de tomar decisões está conectada ao seu estado emocional de curto prazo; o seu prazer é de obter gratificações instantâneas. Os realizadores agem para sentir, eles definem o que precisa ser feito com base nos seus objectivos e entram em acção. Se não sentem vontade de agir acreditam que esse sentimento é uma distracção e agem apesar disso. Recusam-se a deixar que o seu anseio por conforto de curto prazo os desvie do seu objectivo de longo prazo e das bênçãos que vêm com ele.
Todos nós temos a grande tendência de nos envolver em acções que produzem apenas recompensas imediatas, caracterizando um padrão de sentimentalistas, que é o pior lado da natureza humana.
Daí a importância de vigiarmos constantemente com diz a Bíblia em 1ªPe. 5:8 “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;”, visando ter uma vida sem desculpas ou amenizá-las, pois ela é a coisa mais danosa ao seu sucesso. Desculpas são mal hábitos, sempre que pensar em dar desculpas pergunte a si mesmo se já houve alguém em circunstâncias similares que se tenha dado bem?
Sucesso é a capacidade de liberar o potencial existente em cada pessoa, para ter uma vida que agrada a Deus, serve ao próximo e de autorealização.

I – ENTENDENDO A SUA DINÂMICA:

Ele estava na criação do mundo a Sua actividade na criação – Gén. 1.2; Job. 33.4
Outorga vida às criaturas de Deus – Gén. 2.7; Job. 33.4; Sal. 104.30

Na vida de Jesus.
Jesus foi concebido em Maria, pelo Espírito – Mt. 1.118,20-23; Lc. 1.34,35
Foi cheio do Espírito – Mt. 3.16,17; Mc. 1.12,13; Lc. 3.21,22; 4.1
Pregou no Espírito – Is. 11.2-4; 61.1,2; Lc. 4.16-27
Realizou milagres pelo poder do espírito – Is 61.1; Mt 12.28; Lc 11.20; At 10.38
Baptizará os crentes no Espírito Santo – Mt. 3.11; Mc. 1.8; Lc. 3.16; Jo. 1.33; At. 1.4,5; 11.16
Promete o Espírito Santo como o Consolador – Jo. 14.16-18,25,26; 15.26,27; 16.7-15
Promete que o ministério do Espírito Santo fluirá através dos crentes – Jo. 7.37-39
Revela-se aos crentes pelo Espírito – Jo. 16.13-15
Ofereceu-se na cruz mediante o Espírito – Hb. 9.14
Ressuscitou dentre os mortos pelo Espírito – Rm. 1.3-4; 8.11
Recebeu o Espírito da parte do Pai – Jo. 16.5-14; At. 2.33
Derramou o Espírito sobre os crentes – At. 2.33,38,39
É glorificado pelo Espírito – Jo. 16.13,14
O Espírito ora pela volta de Jesus – Ap. 22.17
No mundo.
Convence do pecado, da justiça e do juízo – Jo. 16.7-11
Comissiona o crente a proclamar o evangelho aos pecadores – At.1.8; 2.17,21; 4.31; 11.12-18; 13.1- 4
Revela a verdade salvífica do evangelho – Lc. 4.18,19; Jo. 15.26,27; At. 4.8; 11.15-18; 14.3; 1ª Co. 2.4,12; 1ª Ts. 1.5
Na igreja.
Habita na igreja como seu templo – 1ª Co. 3.16; Ef. 2.22; Ag. 2.5
É derramado como chuva sobre a igreja – At. 1.5;2.1- 4; 16, 21; Is 32.15; 44.3; Os. 6.3; Jl.2.23-32
Fala à igreja – Ap. 2.7,11,17,27; 3.6,13,22
Produz comunhão na igreja – 2ª Co. 13.14; Fp. 2.1
Une a igreja – 1ª Co. 12.13; Ef. 4.4
Dá dons à igreja – Rm. 12.6-8; Ef. 4.11
Fortalece a igreja com manifestações sobrenaturais – At. 4.30-33; 1ª Co. 12.7-13;14.1-33
Designa líderes para a igreja – At. 20.28; Ef. 4.11
Opera através de pessoas cheias do Espírito – At. 6.3,5,8; 89.6 -12; 15.28,32; Nm. 27.18; Jz. 6.34; 1ª Sm. 16.13; Zc. 4.6
Dá poder aos pregadores – 1 ªCo. 2.4
Comissiona homens de Deus – At. 13.2-4
Dirige a obra missionária – At. 8.29, 39; 16.6,7; 20.23
Protege a igreja contra o erro – 2ª Tm. 1.14
Adverte a igreja contra a apostasia – 1ª Tm. 4.1, Ne. 9.30
Prepara a igreja para a guerra espiritual – Ef. 6.10-18
Glorifica a Cristo – Jo. 16.13-15
Promove justiça – Rm. 14.17; Ef. 2.21,22; 3.16-21; 1ª Ts. 4.7,8
Na vida do cristão.
Habita em todo verdadeiro crente – Rm. 8.11; 1ª Co. 6.15-20; 2ª Co. 3.3; Ef. 1.13; Hb. 6.4; 1ª Jo. 3.24; 4.13
Convence o pecador do sue pecado – Jo. 16.7-11; At. 2.37
Regenera o perdido – Jo. 3.5-6; 14.17; 20. 22; Rm. 8.9; 2ª Co. 3.6; Tt. 3.5; Rm. 5.5
Comunica-nos o amor de Deus – Rm.5.5
Faz-nos conscientes de que Deus é nosso Pai – Rm. 8.14-16; Gl. 4.6
Capacita-nos a dizer com convicção “Jesus é Senhor” – 1ª Co. 12.3
Revela a Cristo – Jo. 15.26;16.14,15;1ª Co. 2.10,11
Revela a verdade de Deus – Ne. 9.20; Jo. 14.16,17,26; 16.13,14; 1ª Co. 2.9-16
Capacita-nos a distinguir entre a verdade e o erro – 1 Jo. 4.1-3
Torna o crente parte da igreja de Deus – 1ª Co. 12.13
É concedido a todos que o pedirem – Lc. 11.13
Batiza-nos no corpo de Cristo – 1ª Co. 12.13
É aquele no qual Cristo nos batiza – Mt. 3.11; Mc. 1.8; Lc. 3.16; Jo. 1.33; At. 1.4,5; 11.16
Enche o crente – Lc. 1.15,41,67; At. 2.4; 4:31; 6.3-5; 7.55; 11.24; 13.9,52; Ef. 5.18;. Ex. 31.3; Jz. 14.19; 1º Sm. 10.10
Dá poder e destemor para testemunhar – Lc. 1.15-17; 24.47-49; At. 1.8; 4. 31; 6.9,10; 19.6; Rm. 9.1-3
Dá dons espirituais – Mc. 16.17,18; 1ª Co. 1.7; 12.7-11; 1ª Pe. 4.10,11
Dá visões e profecia – Jl. 2.28, 29; At 2.17,18; 10.9-22; 1ª Co 14.1-5, 31-25
Produz em nós seu fruto – Rm. 14.17; 1ª Co. 13; Gl. 5.22,23;1ª Ts. 1.6
Capacita o crente a viver uma vida santa – Sl. 51.10-12; 143.10; Ez. 11.19, 20; 37.26; Rm. 8.4-19; 15.16; Gl. 5.16-18,25; Fp. 2.12,13; 2ª Ts. 2.13; 1ª Pe. 1.2
Liberta o crente do poder do pecado – Rm. 8.2; Ef. 3.16
Capacita o crente a lutar contra Satanás, armado com a Palavra – Ef. 6.17
Capacita o crente a falar em momentos difíceis – Mt. 10.17-20; Mc. 13.11; Lc. 12.11,12
Dá consolo e encorajamento – João. 14.17,18,26,27; At. 9.31
Ajuda o crente a orar – At. 4.23,24; Rm. 8.26; Ef. 6.18; Jd. 20
Capacita o crente a adorar – Jo. 4.23,24; At 10.46; Ef 5.18,19; Fp 3.3
entristece-se pelo nosso pecado – Gn 6.3; Ef. 4:30;. Mt.12.31,32
É nosso penhor na redenção final – 2ª Co 1:22; 5:5; Ef: 1:13,14
Faz-nos ansiar pela volta de Cristo – Rm. 8:23; Ap. 22.20
Vivifica o nosso corpo mortal – Rm. 8:11

II – O SEU PAPEL:

Testemunhar e glorificar a Jesus como senhor e salvador – Jo. 16:14
Convencer e converter o mundo do pecado, da justiça e do juízo - Jo. 16:8
Guiar e capacitar o cristão para ter uma vida abundante – Mc. 13:11; Lc. 4:1; Jo. 16:13; At. 4:8; 13:4; 1ª Co. 2:13; 1ªJo. 2:27
Liberar os dons espirituais e ministeriais – Lc. 1:67; At. 2:4; 20:281ªCo. 12:7 a 13; Hb. 2:4
Consolar o cristão – Jo. 14:26; At. 9:31
Testificar com nosso espírito – Rm. 8:15, 16; 1ªCo. 12:3; Hb. 10:25; 29; 1ªJo. 5:7
Selar o cristão com a marca de inviolável – Ef. 1:13
Inspirar para uma qualidade de vida abundante – 2ªPe. 1:21
Trazer revelações de Deus – Lc. 3:22; At. 7:55; 20:23; 21:11
Liberar poder e autoridade espiritual – At. 1:8; Rm. 15:13, 19
Capacitar para anunciar a palavra com ousadia – At. 4:31; 1ªTs. 1:5; 1ªPe. 1:12
Libertar para transformação - Is. 10:27; 32:15; At. 15:28
Orienta nas escolhas – Mc. 12:36; Lc. 2:27; Jo. 7:39; At. 13:2; 16:6; 28:25; Hb. 3:7; 9:8
Traz alegria - Lc. 10:21; Rm. 14:17; 1ªTs. 1:6
Nos santifica – Rm. 15:16; 1ªTs. 5:23
Nos renova – Tt. 3:5
Nos ensina a orar – Rm. 8:26; Jd. 1:20
Nos da sabedoria – Is. 11:2

III – COMO IMERGIR NO ESPÍRITO?
Buscar continuamente – Mt. 7:7
Confiar nas promessas do Senhor – Nm.23:19; Sl. 23:1; Is. 40:31
Jejum e oração – Mt. 17:21; Jl. 1:14; At. 10:32 1ªTs. 5:16
Testemunhando – At. 1:8
Tendo qualidade de vida – Rm. 8:1; Gl. 5:25
Sabendo os propósitos de Deus – Pv. 19:21; Rm. 8:28, 29; 2ªCo. 5:18; Ef. 1:11; 3:11; Fp. 2:14, 15; 3:13, 14; 2ªTm.1:9; Ap. 4:11
Servo da missão – Is. 61: 1 a 11; Mc. 16:15; Mt. 28:19

IV – RESULTADOS DE UMA VIDA COM O ESPÍRITO SANTO:
Cheio de sua presença
Cheio de frutos
Vitória nas lutas
Passamos a reflectir a glória de Deus
Relacionamento intimo com ele
Cheio de: sabedoria, entendimento, poder, temor, paz, alegria, fé, prosperidade, etc.

V – CONCLUSÃO

Saiba escolher quem você quer se tornar. Por meio dos propósitos ou missão, você vive de dentro para fora. Isso significa que quem você é define o que você faz. Sua vida externa reflecte precisamente seus valores, prioridades e princípios
Quanto mais experimentar os propósitos de Deus mais seremos atraídos por ele
Livre-se do peso da mediocridade e coloque-se em pé! Não seja convencional. Recuse-se a ser simples cópia; seja original. Acredite no fato de que foi feito sob medida por Deus para servir a uma função exclusiva neste mundo. Este é o seu verdadeiro lugar.
Suas áreas de interesse, as actividades e buscas que você considera mais agradáveis e atraentes são os melhores indicadores de um talento forte e de um dom. Quando isso acontece o cérebro libera substâncias que promovem satisfação, como um incentivo para continuar nessa área. É um mecanismo de reforço positivo que faz parte do plano perfeito de Deus.
A realização da imersão no Espírito Santo requer um preço, como: abandono da zona de conforto, abando de alguns preconceitos, de paradigmas, de recompensas imediatas, passará por lutas internas e externas, lutas cultural, financeira, relacional, etc.
Você precisa experimentar e viver o melhor de Deus – Rom. 12:2.