domingo, 30 de outubro de 2011

A FAMÍLIA DE DEUS

Efésios – 3: 14 - 21
INTRODUÇÃO

a) O Espírito Santo revela-os neste texto uma das maiores bênçãos que nos foi dada por meio de Cristo.
• Transformou-nos de sapos em príncipes
• Adotou-nos na Sua família, chamou-nos para dentro da Sua casa.
• O Pai de Jesus passou a ser O PAI NOSSO ( “Este é o meu Filho amado” )
b) PERGUNTAS:
• Quem faz parte desta família?
• O que significa fazer parte da família de Deus?
1. A FAMÍLIA DE DEUS É FORMADA POR TODOS AQUELES QUE RECEBERAM A JESUS COMO SENHOR E SALVADOR DAS SUAS VIDAS
a) João 1:12- “Mas a todos quantos O receberam...”Abram em Marcos 3:32-35
b) Estes são os que foram transformados pelo Senhor. Como já dissemos no início: De SAPOS a PRINCIPES
c) IMPORTANTES: Há muitos filhos de Deus que já foram beijados por Jesus, tornaram-se príncipes, mas insistem em viver como sapos.
• Acham que sua vida é uma droga, vivem no lamaçal do pecado, andam como derrotados
• seu louvor não passa de um barulho sem vida e sem graça
d) QUERO PERGUNTAR: Há alguém aqui nesta noite que esteja vivendo assim?
e) Cap.3:6 - o filho de Deus não é escravo, mas príncipe ( você foi liberto meu irmão, você agoira está assentado em lugares celestiais )
f) REIVINDIQUE AS PROMESSAS: Se você ainda está vivendo derrotado! OS FILHOS SÃO CO-HERDEIROS COM CRISTO. O que diz a Bíblia:
• O pecado já não terá domínio, O maligno não lhe toca, Em Cristo somos mais que vencedores
g) Meu querido,o Pai lhe diz agora:
• Filho, tudo o que é meu é teu, Quem mexe com você, mexe comigo, Eu quero cuidar de você
• Abra sua Bíblia em Gal.3:13-14 ( Qual é a benção de Abraão? )

2. O QUE SIGNIFICA FAZER PARTE DA FAMÍLIA DE DEUS?
2.1. QUE O HOMEM INTERIOR SERÁ FORTALECIDO COM PODER PELO ESPÍRITO SANTO QUE VEIO HABITAR EM VOCÊ (v.16 )
A LUTA DO ESPÍRITO CONTRA A CARNE: O Espírito Santo nos revela que Ele está lutando contra a carne ( natureza caída )
a) Quando nos tornamos filhos, O ESPÍRITO VEIO HABITAR EM NÓS, para nos fortalecer a fim de vencermos as tentações e as ciladas do diabo.
b) O OBJETIVO DO ESPÍRITO: Destronar a carne, para que Cristo habite em nossos corações.
c) PRESTE ATENÇÃO - Se Cristo ainda não ocupou o TRONO DO CORAÇÃO, Ele ainda não se tornou o Senhor de sua vida ( Ex. Deus mandou que os israelitas expulsassem todos os moradores de Canaã, mas eles não fizeram, por causa disso sofreram )
d) Meu irmão: VOCÊ NÃO PODE TER DÓ DO PECADO, ele poderá destruir a sua vida!
e) CRISTO QUER SER O DONO DA SUA VIDA.
2.2. FAZER PARTE DA FAMÍLIA SIGNIFICA RECEBER O AMOR DO PAI EM SUA VIDA ( v.18,19 )
a) PERGUNTA: Quanto você acha que Deus lhe ama? ( Muita gente acha que Deus não ama )
b) QUERO LHE DIZER ALGUMAS COISAS:
• Cristo lhe ama não porque você faz as coisas certas, Cristo lhe ama não porque você é um líder, ou porque você vem a igreja, Cristo ama você porque Ele é amor, e Ele nunca vai deixar de te amar
• ELE ESCOLHEU VOCÊ PARA FAZER PARTE DE SUA FAMÍLIA ( você já pensou nisso? O que isso significa para você? )

CONCLUSÃO:


a) Jesus quer ser o Seu melhor irmão, o Seu melhor amigo
b) Talvez se pergunte: O QUE POSSO FAZER PARA CONHECÊ-LO MAIS?
• Ore, Aproxime-se Dele com fé, Procure servi-lo, servindo as pessoas que Ele criou com todo amor, Espere ( v.20-21 )
c) Gostaria de perguntar: Você já faz parte da família de Deus? Você gostaria de conhecer mais ao Senhor?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

AS QUALIDADES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava a passar férias na casa do seu avô, chamou-o para a varanda e disse-lhe:
- Avô, vem aqui! Por favor explica-me como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar o seu tronco se quebrou,caiu com vento com a chuva, e este bambu tão fraco continua de pé?
- Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na
hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento.
O bambu nos ensina sete coisas.Se tu tiveres a grandeza e a humildade dele, vais experimentar o triunfo da paz em teu coração.
A primeira verdade: que o bambu nos ensina, e a mais importante é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um
bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Tu precisas aprofundar a cada dia as tuas raízes em Deus e na oração.
Terceira verdade: Tu já viste um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem uma só árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade:que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita,comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida a tentar proteger os nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso
perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade: é que o bambu é cheio de 'nós' ( e não de eu's). Como ele é
oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos
ajudam, aqueles que estão próximos e acabam por nos dar força nos momentos
difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos
sofrimentos. Eles são os nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade: é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos
esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba o nosso tempo, que tira a nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é a de só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
Que possamos deixar de lado toda a malícia,toda a vaidade,toda a inveja,toda a cobiça,toda imoralidade,toda a maldade, toda a impureza,toda a lascívia, toda a contenda, todo o ódio,toda a amargura,toda maledicência,toda feitiçaria,toda inimizade, todo ciume,todas as brigas,toda a ira, toda as bebedices,toda a farra, toda desunião,todo o egoismo e outras coisas parecidas com essas. Repito o que já disse: os que fazem essas coisas não herdarão o Reino de Deus. Gálatas 5:19-21.
E que possamos nos revestir de toda alegria, amor,bondade, benignidade,mansidão, domínio proprio, humildade, paciência, delicadeza,fidelidade.Não devemos ser orgulhosos,nem provocar ninguém, nem ter ciumes um dos outros.
Que Deus nos ajude a sermos corretos nos nossos caminhos para que possamos serví-Lo com inteireza de coração.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

QUE TIPO DE CRISTÃO É?

2º Reis 6: 8-18
"Ora, o rei da Síria fazia guerra a Israel. Depois de consultar os seus oficiais, disse: Em tal e em tal lugar estará o meu acampamento. Mas o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel: Guarda-te de passares por tal lugar, porque os sírios estão descendo ali. Pelo que o rei de Israel enviou homens àquele lugar de que o homem de Deus lhe falara, e de que o tinha avisado, e assim se salvou, não uma nem duas vezes. Este incidente turbou o coração do rei da Síria, que chamou os seus oficiais e lhes disse: Não me fareis saber quem dos nossos é pelo rei de Israel? Disse um dos seus oficiais: Ninguém de nós, ó rei meu senhor, mas o profeta Eliseu, que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que tu falas na tua câmara de dormir. Disse o rei: Ide e vede onde ele está, para que o envie homens e mande trazê-lo. Deram-lhe aviso, dizendo: Está em Dotã. Então enviou para lá cavalos, e carros, e um grande exército, os quais vieram de noite e cercaram a cidade. Quando o moço do homem de Deus se levantou muito cedo e saiu, viu que um exército com cavalos e carros tinha cercado a cidade. Então seu moço lhe perguntou: Ai, meu senhor, o que faremos? Ele respondeu: Não temas. Mais são os que estão conosco do que os que estão com eles. E ourou: Ó Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele olhou e viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu. Enquanto o inimigo descia contra ele, Eliseu orou ao Senhor: Fere, peço-te, de cegueira esta gente. E feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu." (II Reis 6:8-18)

Havia uma guerra em Israel. E o rei da Síria, junto com os seus oficiais, traçava planos em como derrotar a Israel. Mas, todas as vezes que os sírios se preparavam para a guerra, Deus revelava a Eliseu quais eram os planos do rei da Síria, de forma que os exércitos de Israel escapavam sempre de qualquer emboscada.

Eliseu sabia dos planos de rei da Síria porque Deus lhos revelava. Enquanto Eliseu ora, Deus dizia-lhe o que os oficiais da Síria estavam planear. No Novo Testamento, esta manifestação do Espírito Santo, é chamada Palavra do Conhecimento, ou seja, uma revelação sobrenatural que recebemos de Deus de algo que não poderíamos saber de outra forma. Eliseu sabia dos planos do rei da Síria porque Deus lhos revelava.

Ao ver que Israel escapava contínuamente das suas armadilhas, o rei da Síria pensou que houvesse um traidor entre os seus homens pois não compreendia as coisas espirituais. Eliseu era um homem de Deus. Era um profeta. Era um homem que orava. Vemos Eliseu a orar duas vezes neste texto (vs. 17 e 18), e por isso recebia revelações de Deus. Sabia que o mundo invisível (dos anjos e demónios) era tão ou mais real do que o mundo que podia ver com os olhos. Somente a pessoa que ora, e ora bastante, consegue discernir estas coisas correctamente.

Este Texto da Bíblia mostra quatro tipos de pessoas diferentes, e com certeza nós nos encaixamos em qualquer destes tipos.

O Primeiro tipo de pessoa, é revelado pelas atitudes de Rei da Síria e do Servo de Eliseu

Quando o rei da Síria viu que Israel conhecia os seus planos disse: "...quem dos nossos é pelo rei de Israel?" (v. 11). Ele pensou que alguém o estava a trair.

Por sua vez, o servo do profeta Eliseu, ao ver que o exército inimigo havia cercado a cidade para prendê-los, perguntou a Eliseu: "Ai, meu senhor, o que faremos?" (v. 15).

Estas atitudes revelam um tipo de pessoa que só consegue ver o natural, o que é lógico, o que é visível aos seus olhos naturais. Só consegue ver os seus próprios problemas, o tamanho dos gigantes, a lógica de que se "Eliseu sabe", alguém nos traiu e contou para ele. Estas pessoas não conseguem ver o mundo invisível. Muitas vezes, numa casa há discórdias, brigas, ódio e muitas outras coisas, mas as pessoas não conseguem discernir que o problema acontece na esfera espiritual. Lares são destruídos, a situação financeira torna-se difícil, mas este tipo de pessoa não consegue ver nada além de que os seus sentidos naturais dizem. Eles perguntam amedrontados: "Ai, o que faremos?". Efésios 6:12 diz: "A nossa luta não é contra carne, nem contra o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais."

O Segundo tipo de pessoa, é alguém que pensa que realmente há um mundo invisível, mas ainda procura meios lógicos e naturais para encontrar a solução

O rei da Síria acreditou que Deus revelava os seus planos a Eliseu, acreditou que havia um mundo invisível sobrenatural, mas em vez de tomar uma atitude correcta mandou que encontrassem a Eliseu e prendê-lo. Nem lhe ocorreu que se Eliseu "sabia as palavras que o rei falava no seu quarto", certamente saberia que o rei queria prendê-lo. O rei deveria ter orado a Deus e perguntado o que deveria fazer, qual o caminho a tomar, como resolver esta situação, mas na sua cabeça natural, cheia de lógica, o problema seria resolvido se Eliseu fosse preso.

Mandou prendê-lo. Mandou cercar a cidade onde Eliseu estrava. Enviou centenas de soldados que caminharam toda a noite. Armou uma grande estratégia militar, mas o seu plano foi um fracasso. Ficou envergonhado. Tentou resolver a situação à sua maneira quando a solução do problema era espiritual e não física. As atitudes deveriam ser tomadas depois de muita oração, debaixo da oração de Deus, e nem sempre os caminhos de Deus são a lógica do homem.

Muitas vezes as pessoas fracassam na sua vida porque em vez de buscar a Deus para saber o que fazer, fazem o que lhes vem a cabeça, o que "acham" que é o melhor caminho.

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor."Prov. 16:1

O Terceiro tipo de pessoa,
é a pessoa que acredita em Deus, acredita que há uma solução espiritual, mas não consegue discernir o quão perto está.

O servo de Eliseu vivia como o profeta. Testificara muitos milagres. cria em Deus, mas não conseguia perceber que Deus estava ali. Não conseguia crer que Deus iria livrá-los. Ficou apavorado. Pensou: "Estamos perdidos; estamos mortos. Que adiantou servir a Deus todos estes anos. Ai meu senhor, o que faremos?"

Não percebeu a presença de anjos. Não percebeu que os problemas dos homens são só uma oportunidade para os milagres de Deus. Cria em Deus, mas num Deus que está distante, num Deus que não deve estar muito preocupado comigo, num Deus que não está a ver a minha situação desesperadora. "Ai meu senhor, o que faremos?" Ficou com medo, pois não tinha no seu coração o pensamento que "se Deus é por nós, quem será contra nós". Rm 8:31

O servo de Eliseu, como muitos cristãos, estava com os seus olhos espirituais fechados. Recebem o diagnóstico médico e ficam apavorados, desesperados, querem abandonar a fé. Parece que Deus está distante. Não sabem o que fazer, precisam ter os seus olhos abertos para ver que "mais são os que estão connosco do que os que estão com eles."

O Quarto tipo de pessoa, são as pessoas que vêem o invisível, sabem que o poder está disponível e agem com tranquilidade pela fé e oração.

Eliseu era esta pessoa. Ele sabia o Deus que tinha. Os seus olhos espirituais estavam mais abertos do que os seus olhos físicos. Não se preocupou com o exército inimigo, pois estava certo que "mais são os que estão connosco do que os que estão com eles" (v. 16). Não ficou com medo pois sabia que o "anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra."

Eliseu orou. Não orou por si, mas por aquele que não cria: "Ó Senhor, peço-te que lhes abras os olhos, para que veja." Deus ouviu a oração de Eliseu, e "o Senhor abriu os olhos do moço, e ele olhou e viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu." Havia mais anjos armados do que soldados armados. Não caberia mais cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu.

O monte estava "cheio". Todo o tempo os anjos estavam lá, e Eliseu sabia disto, embora os seus olhos naturais não vissem nada. Mas Eliseu era um homem diferente. Cria na oração. Via o invisível. Sabia que Deus não o abandona, que Deus cuida, que Deus protege os que o amam, que Deus interviria quando necessário, que Deus o livraria, que Deus estava presente vendo tudo, que Deus estava atento à movimentação dos soldados, que Deus não falharia. Eliseu não fez uma oração apavorada, de última hora, quem sabe numa última tentativa. Não, ele nem orou por si. Neste momento ele nem precisava de oração, pois ele estava tranquilo. Afinal, ele servia ao "Senhor dos Exércitos".

"Enquanto o inimigo descia contra ele, Eliseu orou ao Senhor: Fere, peço-te..."(v. 18). Não orou apavorado clamando por misericórdia. Não reclamou de Deus dizendo: "Que adiantou servir a Deus. Olha a minha situação agora". Eliseu tinha o controlo da situação porque sabia que Deus tinha o controlo da situação.

Talvez algumas vezes na tua vida, parece que não há mais saída, que não há solução. Você tem vontade de chorar e desesperar e abandonar a fé. Saiba que Deus cuida de si e mesmo que você não veja nada com os olhos físicos, Deus ordenou aos seus anjos para te guardarem em todos os teus caminhos. Então fique firme no Senhor. Fique firme com a Palavra.


"Não temas. Mais são os que estão conosco do que os que estão com eles." Ore bastante. Aprenda a jejuar, pois nada nos deixa mais sensíveis ao mundo espiritual do que o jejum e a oração e este é o tipo de cristão que Deus quer que sejamos.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

QUANDO DEUS SURGE NA TEMPESTADE

Introdução: Mateus 14:22-33
Com uma certa constância as pessoas perguntam-me: “Por que tenho problemas, mesmo estando em Cristo? Eu achei que Ele me livraria de todos os males! Afinal, eu busquei uma igreja para melhorar a minha vida e não para a piorar!” Esta é uma ideia muito simplista ou sem conteúdo sobre a fé. Muito se fala sobre aprender com os problemas da vida. Isto é certo, mas aprender o que? Uma pessoa que não tem harmonia com Cristo pode aprender de fato, muitas experiências sobre a vida, mas se ela estiver a vivenciar um outro problema similar ao que já passou, notará que se repetir o mesmo procedimento para se livrar daquela circunstância amarga não irá funcionar. O que eu quero dizer é que cada problema tem a sua própria solução, ainda que ele se pareça com o anterior. Por quê? Porque nas lutas que temos na vida, sempre estarão envolvidos terceiros com temperamentos e personalidade diferentes.
Para uma pessoa que não está numa harmonia profunda com Cristo (que não se entregou a Ele), os problemas servem para tentar sensibilizá-lo a buscar a Deus e a Sua sabedoria. Isto não quer dizer que a pessoa não aprenderá muitas coisas na vida sozinha. Para aquele que está em Cristo, os problemas ocasionais servem para mantê-lo em Cristo, depender Dele e permitir que Ele por meio da pessoa se manifeste. Uma coisa é enfrentar a vida sem Deus e outra é enfrentá-la com Ele.
Com Deus no meio das nossas lutas, não apenas aprenderemos a enfrentar os problemas e a superá-los, mas cresceremos em sensibilidade e na fé. Além disso, somos aperfeiçoados por Deus para que através das lutas, adquiramos características de Cristo nas nossas vidas; isto é, estaremos sensíveis para enfrentar diversas situações, com um espírito aberto, teremos iluminação e direção exata no meio da luta. Deus espera que você deseje ardentemente a Sua presença. Você tem no seu coração a Sua Palavra, graças a Deus! Mas, isto só não basta. É necessário ter a sua presença para que a Sua Palavra lhe dê direção, iluminação, amadurecimento e vitória.

1. Não devo enganar-me, pois mesmo estando em Cristo terei que enfrentar tormentas ocasionais na minha vida. Eu creio que esses momentos servem para fortalecer a minha fé, aperfeiçoar-me para a vida com Deus e em geral, como me corrigir, a fim de que eu seja mais maduro.

9 (...) Confiem no Senhor; e lembrem-se que outros cristãos ao redor do mundo estão a passar por estes sofrimentos também. 10 Depois que vocês tiverem sofrido um pouquinho, o nosso Deus, que está repleto de bondade, lhes dará por meio de Cristo a sua glória eterna. Ele virá pessoalmente, tomará vocês e os colocará num lugar firme, e os fará mais fortes do que nunca. (1 Pedro 5:9,10 BV) O apóstolo Pedro nos chama a atenção para quatro coisas importantes para aqueles que já conhecem a Deus:
(1) Confiar em Deus.
(2) Lembrar que outros irmãos estão a sofrer como nós.
(3) Que indubitavelmente teremos sofrimentos.
(4) Deus virá até nós, para nos colocar em um outro nível mais firme e que seremos mais fortes do que nunca!
NOTA: Já temos conhecimento da realidade de Deus? Temos a Sua Palavra em nosso íntimo? Ótimo, o próximo passo é buscá-lo; isto é, ter um forte desejo de ir até Ele. Então temos que ser realistas com a vida, e não tentar fugir do que chamamos de momentos negativos. Se demonstrarmos essa atitude, com toda a certeza teremos a Sua presença conosco e seus benefícios, como o próprio versículo nos diz.

2. Eu devo aceitar uma grande realidade: Necessito preparar-me para os desafios estabelecidos por Deus. Deus desafia-nos para um nível acima de onde estamos. Esses desafios divinos não nos tornarão orgulhosos, egoístas e materialistas, mas nos trarão lições de confiança em Deus. Devo lembrar-me sempre de que em cada situação há um propósito divino para a minha vida. Outra coisa: Se eu guardo a Sua Palavra eu tenho a Sua presença comigo?

(...) Jesus mandou que os seus discípulos entrassem num barco e atravessassem para o outro lado, enquanto Ele permanecia ali, a fim de despedir o povo para suas casas. (Mateus 14:22 BV)

Já dei a entender que Deus está constantemente a impulsionar para níveis acima dos quais nos encontramos. Esta finalidade divina não visa apenas os nossos benefícios pessoais, mas um propósito muito maior. Não devemos ser tão egoístas a ponto de crer que Deus existe para o nosso favor. Não fomos nós que criamos Deus, mas foi Ele quem nos criou. Nós criamos religiões e deuses que se adaptem ao nosso perfil pessoal. Na verdade, não queremos ser dirigidos, mas dirigir – comandar a própria vida. Não pensamos muito sobre o significado que nossas vidas têm neste mundo. Jesus deu uma ordem aos discípulos: “Entrem em seus barcos e atravessem para o outro lado”. Dentro da Sua declaração ou ordem, prevemos o que aconteceria: Eles entrariam em seus barcos atravessariam o Mar da Galiléia, acontecesse o que acontecesse.

Há uma lição muito importante aqui. Eles tinham a ordem; isto é, a Sua Palavra: “Vão e atravessem”. Mas eles não tinham a Sua presença. Muitos cristãos decoram e discutem sobre a Bíblia com outras pessoas. Às vezes essas discussões se tornam muito ásperas, infelizmente. Temos que entender que a Palavra de Deus (a Bíblia) sozinha, não convencerá a ninguém – nem a nós mesmos! Ficamos maravilhados com os seus ensinamentos e acontecimentos miraculosos, nela registrados. Então dizemos: “Será que isto pode acontecer na minha vida?” Esta pergunta é prova suficiente de que lemos a Palavra de Deus e a amamos, mas não temos a convicção da presença do Senhor conosco. Deveríamos dizer: “Pai, eu tenho lido a tua Palavra e quero encontrar nela princípios, a fim de superar esta situação tão difícil para mim. Não consigo enfrentá-la sozinho e não quero fugir da mesma, mas sei que ela poderá gerar benefícios incalculáveis para a minha vida. Preciso que o Senhor Se expresse por meio da minha vida, onde habitas e ilumine a minha mente para que eu me entregue totalmente a Ti, e veja o Teu grande poder agindo a meu favor e a favor do Teu Reino. Manifesta a Tua glória através da minha vida”. Você percebe a diferença? Essa oração expressa a busca por Deus, não foge da realidade de ter que enfrentar um momento crítico, revela o desejo de se entregar a Deus para que Ele oriente, ajude, mostre a Sua vontade e poder. Não é uma oração egoísta. Não é uma oração que só deseja o que a pessoa espera, mas se submete a um propósito superior e divino, que será revelado. Ela expressa fé e confiança na Palavra e na Pessoa de Deus.

3. Não devo ter medo das transições estabelecidas por Deus, mas toda transição trará tormentas sobre a minha vida. Nesses momentos devo lembrar-me da Palavra que já recebi; então, devo buscar a Deus com muita concentração.

(...) Ele subiu à montanha para orar. Caiu a noite, e lá no lago os discípulos estavam em dificuldades, pois o vento tinha-se levantado e eles lutavam com o mar muito agitado. Perto das quatro horas da madrugada, Jesus veio até eles, caminhando por cima da água! (Mateus 14:22-25 BV)

Então Pedro gritou: “Senhor, se realmente é o Senhor, diga-me que eu vá caminhando por cima da água até onde o Senhor está”. “Pois não”, disse o Senhor!” “Venha!” Assim Pedro saiu do barco e caminhou por cima da água na direção de Jesus. (Mateus 14:28,29 BV)

Fica claro nesta porção da nossa passagem o que eu disse anteriormente. Os discípulos tinham a Palavra de Jesus, mas estavam lutando contra a tormenta com seus recursos pessoais. Então eles viram um “ser” flutuando por sobre as águas do mar e pensaram se tratar de um fantasma. Pedro tomou a iniciativa de ir até onde estava Jesus e ao comando do Senhor, ele também andou por sobre as águas. A presença do Senhor era maior do que a própria tormenta.

4. Sempre que eu desviar minha atenção de Jesus, serei absorvido por um sentimento de fragilidade e me sentirei desamparado. Devo voltar a buscar uma atitude de confiança, pois o Senhor me conduzirá a um lugar firme e ali serei fortalecido.

Mas quando ele olhou em volta para as ondas altas, ficou cheio de pavor e começou a afundar. “Salve-me, Senhor!”, gritou ele. No mesmo instante Jesus estendeu-lhe a mão e o salvou. “Ó homem de tão pequenina fé, por que você duvidou?” (Mateus 14:30,31)

De repente, ele começa a afundar porque tirou os olhos e sua atenção da Pessoa do Senhor. Novamente cabem algumas perguntas: Ele não tinha a ordem ou a Palavra? Tinha, mas quando perdeu a noção da presença do Senhor, começou a afundar. Novamente, Ele tinha que buscar a presença do Senhor com muita concentração para ser salvo.

Naquele instante, a tormenta não terminou. Ela continuava, mas não dentro da alma de Pedro, enquanto este estivesse nas mãos do Senhor. Os dois caminharam em meio à tormenta para dentro do barco.

E quando eles subiram no barco, o vento parou. Os outros ficaram muito admirados e assustados. “Realmente o Senhor é o Filho de Deus!”, exclamaram. (Mateus 14:32,33)

Quando no barco, todos passaram a experimentar a presença do Senhor, a tormenta simplesmente passou.

Vamos observar duas coisas:
(1)A experiência de Pedro. Você pode estar enfrentando uma tormenta na sua vida, mas é necessário que se concentre em Cristo. Talvez a tormenta não passe, mas você andará pelo meio dela em vitória.
(2)A experiência dos outros no barco. A experiência de Pedro com a presença de Jesus influenciou o comportamento dos outros – eles adoraram, reconheceram a presença, o poder e a divindade de Jesus.

Não desanime só porque a tempestade continua ao redor da sua vida. Se você fixar sua atenção na Palavra de Deus e na Sua presença, a tempestade estará ao seu redor, mas dentro de você algo de Deus estará acontecendo – algo muito maior do que a própria tempestade. Enfrente-a com o poder e a presença Deus. Não se esqueça de que sua experiência deve abençoar a outras pessoas. A presença do Senhor na sua vida deve ser vista por outras pessoas, que vivem ao seu redor. A tempestade poderá terminar ou eles, individualmente falando poderão ter a mesma experiência que você teve com o Senhor.

Não esqueça o que Pedro nos ensinou em 1 Pedro 5:9,10. Quando estamos com a presença do Senhor em meio a outros que estão enfrentando lutas e reconhecerem não só a nossa experiência, mas a presença do Senhor em nós e a desejarem também, algo de maravilhoso certamente acontecerá!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quando Deus Diz: Espera!

João – 11:1- 7
ler 34-36, 39-40 e 43.

vv. 5/6 – “Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã Maria e Lázaro, ainda ficou onde estava dois dias, depois de receber notícias da doença”...

- Ou seja, Marta, Maria e Lázaro tiveram que esperar... e, esperar, talvez, seja o exercício mais difícil da vida cristã, especialmente quando estamos a enfrentar alguma adversidade na vida.

- Entretanto a espera faz parte da vida: alguns esperam por um casamento que lhes traga amor e realização. Outros esperam que o seu futuro financeiro e profissional se resolva através de um bom emprego. - Espera-se pela casa própria. Espera-se pela entrada na faculdade. Espera-se pela mudança de comportamento das pessoas, ... pela atuação mais eficaz dos governantes ... por uma Justiça que resolva mais rápida e honestamente os casos judiciais ..... enfim, esperamos! Esperamos inclusive por uma resposta de Deus que dê sentido à provação que às vezes enfrentamos....e, este foi o caso de Marta, Maria e Lázaro.

- E o mais interessante disto é que no auge da aflição porque passamos, e quando não recebemos qualquer resposta divina, sentimos como se algo tivesse errado connosco, ... porque a gente pressupõe que se tudo estivesse certo, então os desejos do nosso coração seriam satisfeitos.

- Ou seja, relacionamos o tempo ESPERAR com a incapacidade de reselver os problemas e fraquezas que, segundo o sentimento humano, que é equivocado, forçam o SENHOR a nos abandonar...

-Assim irmãos, no momento da maior angustia, quando somos forçados a esperar ... nós precisamos de perspectivas!!! - E “perspectiva” diz o Dicionário é: uma probabilidade, é a esperança de um facto a acontecer, é a qualidade do que é provável. - Então, o nosso único recurso é recorrer à Palavra de Deus, pois ela contém a perspectiva correta que precisamos. Ou seja, a Bíblia estabelece relação entre espera – esperança e graça.

- ABRAÃO esperou para ser o Pai das Nações. NOÉ, primeiramente, esperou cair chuva do céu e depois esperou que ela cessasse. MOISÉS esperou 40 anos para deixar de pastorear ovelhas e assumir a condição de comandante do Povo Israelita. JACÓB trabalhou 14 anos, à espera para casar com a sua amada Raquel.

- E talvez um dos melhores exemplos encontrados na Palavra de Deus, de que devemos ter perspectiva na espera é o texto que nós acabamos de ler em João capítulo 11.

- O lar de Marta e Maria era muito hospitaleiro. Ali Jesus não precisava de esperar para encontrar um cântaro de água para refrescar os pés e uma refeição quente para aconchegar o estômago. Supõe-se que Lázaro era um homem rico e que ajudava no sustento do ministério de Jesus. E o texto deixa claro que Marta e Maria tinham muita fé em Jesus e criam no Seu Ministério. E isso fica patente quando elas mandam chamá-lo para vir em socorro do irmão Lázaro.

- Diz o texto que Lázaro adoecera gravemente. E talvez Marta e Maria achassem que sendo Lázaro um amigo querido e íntimo de Jesus, este viria imediatamente para cura-lo:
vv. 3-6 “Por isso as duas mandaram um recado a Jesus, dizendo: “Senhor, o teu amigo íntimo está doente, muito doente mesmo. Mas quando Jesus ouviu isto disse: o propósito da doença dele não é a morte, mas sim a glória de Deus. Eu o Filho de Deus serei glorificado com este caso. Embora Jesus gostasse muito de Marta, Maria e Lázaro, ainda ficou onde estava os dois dias seguintes depois de receber a noticia da doença”.

- Conseguem imaginar esta situação? O texto está a dizer que mesmo sabendo do facto, JESUS permaneceu ainda dois dias onde estava! ...... Do ponto de vista de qualquer pessoa, isto é um contra-senso! Porque nós equacionamos as nossas aflições do seguinte modo: Se estou a sofrer, DEUS vai agir depressa em meu socorro.

- Ou seja, para nós a espera não traz nenhuma perspectiva, nenhuma esperança!! ... E é exactamente aí que nos enganamos.
- Por que Jesus não tomou uma atitude imediata a favor de Lázaro, já que amava tanto a família? .... É muito complicado para o ser humano entender este porquê.
A partir do momento que pedimos auxílio, DEUS inicia uma obra, que é sempre mais abrangente do que imaginamos e que, apesar de NOS FORÇAR A UMA ESPERA, vai redundar em bem para o nosso espírito, edificação para muitos e glória para Deus!

- Imagino que Marta e Maria tenham passado momentos de desespero à espera da chegada de JESUS. Podemos visualizar uma delas a cuidar do irmão, a sofrer pela sua enfermidade fatal, enquanto a outra corria até os portões de entrada da cidade para ver se Jesus vinha pelo caminho. E depois, ambas se revezavam . enquanto isso Lázaro piorava.

- E JESUS NÃO APARECEU! Porquê? Será que a mensagem não Lhe terá chegado? Quantas vezes Ele se hospedou na casa da família e recebeu carinho, atenção e cuidado dos três irmãos... Por que razão agora, numa hora tão crucial, JESUS não aparecia, não vinha socorrer os amigos que lhe foram tão fiéis?

- Certamente já experimentaram a frustração de esperar por algo ou por alguém. Certamente alguém que está aqui hoje tem aguardado uma resposta a uma oração que ainda não foi atendida. E quem sabe já deve ter perguntado ao Senhor: “Porquê Deus? Porquê esta espera? ... E a dúvida surge na mente e no seu coração.

- Diz o texto que Lázaro morreu! Talvez numa manhã, uma das irmãs ao entrar no quarto encontrou-o morto na cama. Sem dúvida, nessa hora, essas mulheres sentiram um vazio, uma dor, desapontamento e desilusão. As esperanças terminaram. Tudo tinha acabado. - E com certeza, envolvidas num monte de pensamentos tristes, havia um em particular que a cada instante retornava às suas mentes: Porque razão JESUS não veio?

- E quantas vezes pensamos assim? Como um Deus de bondade pode ficar de braços cruzados diante de tantos sofrimentos, dor e tristeza? Quanto tempo tenho que esperar que a manifestação divina aconteça? .....

- Contudo, no decorrer da narrativa de João no capítulo 11, percebemos que JESUS estava completamente comprometido com o problema de Lázaro e sabia precisamente tudo o que deveria fazer e o que estava por acontecer.

- A Bíblia afirma que JESUS se alegrou com a morte de Lázaro! ... E podemos questionar: Como pode Jesus ficar contente com a morte de um amigo e com a dor que a família estava atravessar?

- E esta pergunta reflete novamente, como não conseguimos perceber o objectivo divino de alcançar um alvo mais elevado, mesmo que por um breve tempo. Ou seja, assim como Maria, Marta e Lázaro, tenhamos também que sofrer e esperar...

-vv. 34-36: “Onde é que ele está sepultado? perguntou. Eles disseram: Vem ver. As lágrimas vieram aos olhos de Jesus. “Eles eram amigos íntimos” disseram os judeus. “Vejam como gostava dele!”

- Amados irmãos e amigos tenham absoluta certeza do amor de Deus e do Seu interesse e empenho em ajudar quando você estiver a passar por tribulações e provações!

- Há duas realidades que nunca devemos esquecer quando estamos em tribulação: 1 – Deus é sensível ao que sentimos! 2 – Seja qual for o processo que Deus tenha que executar para alcançar o seu alvo mais profundo e elevado, o resultado será sempre em nosso benefício!

-Mas Pastor afinal de contas, quais eram esses alvos tão elevados que Jesus queria atingir e que para expôr os seus amigos a uma dor tão cruel?

- No versículo quarto encontramos o primeiro alvo: PARA A GLÓRIA DE DEUS. Nos versículos 41-42 encontramos o outro: PARA QUE CREIAM QUE TU ME ENVIASTE. - Ou seja, a oportunidade de glorificar a Deus e comunicar a pessoas incrédulas a Sua Divindade era o objectivo de Jesus, com a morte de Lázaro.

-Lázaro morrera e fora sepultado há quatro dias. E isso ocorreu, segundo o plano de Deus, para que toda atenção ficasse voltada para Ele e Seu Filho JESUS. ... Da mesma maneira que por determinação divina do Pai, JESUS fosse crucificado e declarou-se parte de um plano que precisava ser cumprido, mesmo que isto exigisse a sua própria morte.

-Por isso a Palavra de Deus diz aos nossos corações hoje que os Sofrimentos, lutas, provações e tribulações é a maneira pela qual DEUS traz honra e glória para Seus filhos. E o apóstolo Paulo testifica isso em II Coríntios 4:17-18:
(Confira este texto em sua bíblia):

“Estes nosso sofrimentos e aflições, afinal de contas, são bem pequenos e não durarão muito tempo. Entretanto, este curto tempo de angústia resultará na mais rica benção de Deus sobre nós para todo o sempre! Portanto, não olhamos para aquilo que podemos ver atualmente, as dificuldades que nos rodeiam, mas olhamos para a frente, para as alegrias do céu que nós ainda não vimos. As aflições logo desaparecerão, mas as alegrias futuras durarão eternamente”

-E quando lemos este texto a impressão que fica é que cada cristão tem um conta eterna, onde “glória” pode ser depositada e aplicada na equivalência de nossos sofrimentos terrenos.

-vv. 39-40: “Rolem a pedra para um lado” disse Jesus. Porém Marta, a irmã do morto, falou: “Mas o mau cheiro será terrível, porque ele está morto há quatro dias”. “Eu já disse que se crer, verás um maravilhoso milagre de Deus?” respondeu Jesus. - v. 43: Então Jesus gritou bem alto: “Lázaro, vem para fora!” v. 44-45: E Lázaro veio – preso com faixas e com o rosto envolto num pedaço de pano. Jesus disse: Desamarrem as faixas e deixem que se vá embora. Assim, muitos dos judeus que estavam com Maria e viram isto acontecer, finalmente creram NELE!”

- A pedra foi tirada e então se manifestou a glória de Deus naquela situação, E MUITOS CRERAM EM JESUS!!
- Quais são as pedras que bloqueiam a actuação de Deus a fim de que Ele manifeste a sua glória nas aflições, dores e dificuldades da sua vida?

- Nas aflições da vida somos chamados a duas opções: Confiar que Deus receberá glória nisso, ou, fixar o olhar na pedra que está diante de nós. E somos nós quem faz a escolha!

- Por isso enquanto você ESPERA você precisa ter fome da Palavra de Deus, porque ela é a sua Perspectiva a sua Esperança de vida.... Enquanto você ESPERA uma resposta de oração você precisa suplicar: “Espírito Santo vem guiar-me.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O BATISMO E A VOLTA DE JESUS

Existe relação entre o batismo e a volta de Jesus? Você acredita que precisa aceitar a Jesus como seu Salvador? E aceitando a Jesus como seu Salvador, você acredita que um dia Ele virá? Acredita que Jesus virá para resgatar os Seus Filhos?
O título da palestra de hoje é: O BATISMO E A VOLTA DE JESUS.
Um pai entrou no quarto onde seu filho estava brincando e assentou-se na cama e em silêncio ficou olhando o filho brincar. Depois de alguns momentos o menino olhou para o pai e disse: - o que você quer papai? - Nada filho, respondeu o pai, eu só estava precisando ficar perto de você.
Pessoas que se amam não conseguem viver longe, separadas, distantes, pôr muito tempo. O amor cria a necessidade de ficar junto com a pessoa amada.

Jesus experimentou os sentimentos do ser humano e sabe o que é ter saudade. Imagino que quando Jesus estava subindo ao céu, após Sua ressurreição, Seu grande coração ficou pequeno e apertado, com a realidade da separação de seus amados.

Imagine com que carinho e ternura Jesus pensou ao deixar Sua mãe, Seus irmãos, Seus discípulos e todos aqueles que Ele conheceu e se deixaram ser amados e tocados pôr Ele. Com que ardente desejo, Jesus deve ter dito: “Virei outra vez”.

Quando Adão morreu, depois dos seus 930 anos, Jesus também sentiu saudade de ouvir a voz, ver os movimentos, sentir o cheiro de seu primeiro filho terrestre.

Ele tinha tanto desejo de estar com o homem que levou Enoque, o sétimo depois de Adão para ficar junto com Ele. De quando em vez, Jesus levava um de seus filhos fiéis para o céu, para matar a saudade.

Moisés, Elias e os que ressuscitaram junto com Jesus, foram para a casa do Pai e também representam o que Jesus vai fazer com você e comigo na Sua segunda vinda: levar-nos para estarmos para sempre com Ele.

Por isso O vemos afirmando através do apóstolo João no Apocalipse: “Certamente, venho sem demora” Apoc. 22:20. Jesus virá para buscar os seus filhos. Diz a Bíblia:“Quando vier o filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele... então dirá: Vinde benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” Mat. 25:31 e 34.

Porém qual é a relação entre o batismo e a Volta de Jesus? Na Bíblia encontramos a resposta: “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém não crer será condenado”. Marcos 16:16.

Nossos problemas são resolvidos por Jesus. Talvez nosso maior problema seja a morte, mas, quando aceitamos a Jesus como nosso Salvador, nossa vida se transforma. Se torna maravilhosa.

E é através do batismo, que tornamos público o amor que temos por Jesus e que mudamos a maneira de viver. Mudamos porque Cristo vive em nós a partir do momento que o aceitamos como o Salvador e Senhor de nossa vida.

Quando Jesus vier pela segunda vez, Ele vai ressuscitar os mortos de todos os tempos. Ressuscitará os que tiveram uma convivência de amor com Ele, para estarem eternamente juntos.

A Palavra do Senhor afirma: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”.
I Tess. 4:16 e 17.

Jesus virá para por fim à morte que por tanto tempo reinou soberana na triste trajetória do homem no mundo.

Jesus vai por um ponto final na história da dor, da miséria e do sofrimento, história esta contada através dos séculos. “E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, diz o Apocalipse, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque a primeiras coisas passaram”Apoc.21:4.

E Naum 1:9 afirma: “A angústia não se levantará por duas vezes”. Nunca mais se ouvirá falar de revolta, decepção, aflição, ansiedade, greve ou injustiça, porque Jesus instalará um reino de justiça e paz.

“Nós porém, diz o apóstolo Pedro, segundo Sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça”. II Ped. 3:13. A volta de Jesus garante uma nova vida de plenitude, isenta de qualquer vestígio do mal.

Quando Jesus vier, além do encontro com Ele, o céu vai promover o reencontro dos séculos, onde filhos, pais, mães, parentes e amigos, se unirão para nunca mais se separarem.

Os que permanecerem vivos por ocasião da volta de Jesus, abraçarão os queridos ressuscitados, e todos, transformados, serão trasladados para junto do seu amado Senhor.

Nunca mais você vai ouvir falar de saudade. A distância, a morte, a escravidão, a pobreza e a miséria, não vão mais separar as pessoas.

Jesus vem para buscar os que são Seus. Ele vem para por fim à morte; ao pecado que trás consigo toda a maldição de sofrimento e dor. Ele vem estabelecer justiça para sempre.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE DEUS

Introdução.
O nosso amoroso Deus é um Deus de comunicação. Desde o princípio Ele tem comunicado com a Sua criação. De facto, Ele não somente comunica connosco, como também nos incita a comunciar com Ele. Mais ainda, Ele convida as pessoas a comunicarem amorosamente umas com as outras da mesma maneira.

I- Termos Hebraicos de Comunicação no Velho Testamento.
A Bíblia hebraica usa vários termos para descrever os meios de comunicação de Deus.

1. “Dizer” (hebraico: amar)
As Escrituras começam com as nove famosas palavras hebraicas traduzidas por: “No principio criou Deus os céus e a terra.” (Gén. 1:1). Notem que imediatamente a seguir ao verbo “criar”, que identifica a Deus como o supremos Criador do Universo, o verbo seguinte, que se refere a Deus, descreve-O como comunicador. É o verbo “dizer”. Na verdade, o relato inspirado afirma que no primeiro dia da criação, “Deus disse, haja luz” (Gén. 1:3). Ele poderia ter criado o mundo sem palavras, mas em vez disso Ele prferiu falar, para comunicar oralmente.

2. “Chamar” (Hebraico: qara)
O Segundo verbo de comunicação usado com referência a Deus na Bíblia é “chamar” (Gén. 3:9). Isto quase sempre transporta a conotação de “gritar”. É interessante que quando Adão e Eva pecaram e se esconderam de Deus, dois verbos de comunicação são usados na mesma frase para descrever as acções de Deus: “E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?” (Gén. 3:9). Deus não somente falou com Adão, quando ele estava escondido, como também o chamou em voz alta. Sem pretendermos ser irreverentes, podemos descrever este encontro entre Deus e Adão e Eva como o primeiro jogo de “brincar às escondidos.”

Parece que Deus jogou com eles o mesmo jogo que nós jogamos com crianças pequenas. Os pequenos gostam de esconder-se e imaginar que nós, adultos, não conseguimos saber onde eles estão. Se levarmos a sério o jogo, acabamos por “descobrir” onde eles estão. Adão e Eva, como crianças pequenas, estavam escondidos, não percebendo, aparentemente, que é impossível escondermo-nos de Deus, nem sequer num jardim com árvores frondosas (Génesis 3:8). Ainda assim, Deus amorosamente tomou parte no “jogo” e perguntou: “Onde estás?” como sse Ele já não o soubesse.

Hoje Deus ainda chama os Seus filhos transviados. Ele chama-nos repetidas vezes, quando tentamos esconder-nos d´Ele e não queremos comunicar com Ele. De facto, é porque aceitámos o Seu chamado que estamos aqui hoje a adorar na Sua presença.

3. “Falar” (Hebraico: dabar)
O terceiro verbo de comunicação usado em conexão com Deus é “falar”. No hebraico o termo transmite geralmente u significado forence. Por exemplo, é usado na expressão “Dez Palavras”, usualmente traduzio por “Dez Mandamentos” (cf. Deut. 4:13; 10:4). As “Dez Palavras” foram a base do concerto de Deus com a humanidade. Por esta razão as duas tábuas que as continham eram guardadas na arca do concerto, que estava localizada no lugar santíssimo do santuário. A expressão, “Dez Palavras”, distingue esta série de dez princípios de todas as outras leis e mandamentos hebraicos.
Tal distinção torna-se ainda mais relevante se ligarmos as “Dez Palavras” do Velho Testamento com o seu Autor, a Palavra (dabar em hebraico; logos em grego) no Novo Testamento. Não é, portanto, de surpreender que Jesus tivesse afirmado que as Suas “palavras” (mandamentos) nunca perderiam a sua validade (Lucas 16:17) “É mais fácil passar o céu e a terra do que ciar um til da lei.” As “Dez Palavras” exprimem o código amoroso do concerto de Deus connosco, que foi confirmado, renovado e selado na cruz do Calvário, de uma vez por todas, com o sangue precioso de Jesus.

4. “Revelar” (Hebraico: galah).
O quarto verbo usado na Bíblia para exprimir os meios de comunicar de Deus é “revelar”. Lemos em Deut. 29:29; “As coisas encobertas são para o Senhor, nosso Deus; porém, as reveladas são para nós e para os nossos filhos, para sempre, para cumprirmos todas as palavras desta lei.” Notamos, com surpresa, que, embora o pecado tivesse alargado o fosso entre Deus e a humanidade, Deus nunca desistiu de comunicar. De facto, contrário aos ensinos de outras religiões mundiais, onde seres humanos pensam que podem apaziguar a ira dos seus deuses por meio de sacrifícios humanos e ofertas, o nosso amoroso Deus tomou sempre a iniciativa de nos reconciliar com Ele. Ele convida continuamente os Seus filhos a restabelecer a sua perdida comunicação com Ele.
II. Os Agentes de Comunicação de Deus - Como Ele Comunica.

1. Por meio dos Seus profetas (Hebraico – nabi)
Originalmente o termo hebraico para “profeta” era usado no contexto de um porta-voz geral. Assim, Aarão foi chamado profeta do seu irmão Moisés (Êxodo 7:1), “Arão teu irmão será teu profeta”.
Contudo, no mesmo contexto o termo foi também usado para se referir a Moisés como porta-voz de Deus. No Velho Testamento, os profetas foram escolhidos por Deus até aos dias de Malaquias. Mais tarde Deus decidiu levantar o Seu maior profeta, João Baptista, para preparar o caminho do Senhor Jesus Cristo. Assim vemos que, ao escolher alguém para ser o Seu porta-voz, ou profeta. Deus tem estado a revelar as Suas mensagens via agentes humanos ao longo da história da Terra.
Em Amós 3:7 lemos: “Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Deus tem cumprido fielmente a Sua promessa, para que o Seu povo não viva ansioso a respeito do que acontecerá amanhã. Isso faz parte da mensagem que o pov de Deus, chamado profeticamente no tempo do fi, deve dar. Ele também apela ao Seu povo para nunca desprezar a Sua Palavra como foi revelada pelo Seus profetas. Assim, no seu enquadramento original, a admoestação seguinte torna-se ainda mais relevante, quando recordamos o que se encontra no último livro da Bíblia: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e sereis prosperados.” (II Crónicas 20:20).

2. Por meio dos Seus sacerdotes.
Os sacerdotes do Velho Testamento foram os agentes humanos desgnados por Deus para prover comunicação entre os humanos e Ele próprio. Assim, enquanto os profetas comunicavam entre Deus e os Seus filhos, os sacerdotes comunicavam entre Israel e Deus. Embora os sacerdotes pertencessem à família de Aarão e seus descendentes, os profetas eram sempre escolhidos individualmente pelo próprio Deus.
A respeito dos sacrifícios oferecidos pelos sacerdotes, é digno lembrar que eles nunca foram feitos para apaziguar a Deus. Eles eram pontes simbólicas que prefiguravam a nossa Ponte suprema, Jesus Cristo. Eles não eram ex opere eperato (“como valor em si mesmos”). Nenhum sacrifíco
sacrifício teria tido algum signficado se Jesus não tivesse sido vitorioso no Seu supremo sacrifício na cruz. Porém, devido ao Calvário, Ele tornou-Se a nossa Ponte, o nosso Sumo Sacerdote, o nosso Advogado, e, como tal, o nosso único meio para restabelecer comunicação com Deus o Pai (1ª Tim. 2:5).

3. Por meio do Urim e do Tumim.
Durante um período limitado de tempo, no Velho Testamento, Deus comunicou com o povo de Israel por meio do Urim e do Tumim, duas pedras incrustadas no peitoral do sumo sacerdote (cf. Êxodo 28:30). Deus revelava a Sua vontade por meio de um “sim” ou “não”, segundo as pedras brilhassem sobrenaturalmente num lado ou no outro.

4. Por meio de animais.
Ainda que pareça incrível, quando humanos recusavam ouvir as mensagens de Deus, Ele não hesitou em falar por meio de animais. Não chamou Deus animais para entrarem na arca de Noé, quando a maioria dos humanos recusou obedecer? Não corrigiu Ele a Balaão por meio da sua jumenta, quando o profeta persistiu obstinadamente em seguir o seu próprio caminho (Núm. 22:28-30)? Não falou Deus ao peixe que engoliu Jonas, quando o profeta recusou ir a Nínive (Jonas 2:10)? Se até animais ouviram a Deus, não deveríamos nós ouv-Lo também?

5. De “várias maneiras.”
Lemos em Hebreus 1:11: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos nestes últimos dias, pelo Filho.” Ellen White escreveu: “O sistema de educação instituido no começo do mundo, devia ser um modelo para os seres humanos em todo o tempo. Como ilustração dos seus principios uma escola modelo foi estabelecida no Éden. O jardim era a sala de aulas, a natureza o livro de compêndio, o próprio Criador era o professor e os pais da família humana os alunos.” (Verdadeira Educação, p. 14).

6. Por meio do Seu Filho.
Quando pareceu que a comunicação entre Deus e os humanos não podia mais continuar, Deus falou-nos por meio do Seu Filho (cf. Hebreus 2). Como resultado, mediante os méritos de Cristo nós temos agora acesso permanente ao trono de Deus.
Assim, as linhas de comunicação permanecerão abertas para sempre, enquanto mantiverermos uma relação e diágolo diários com Ele. Mas, ainda que nos escondamos, como fizeram Adão e Eva, o Espírito Santo está presente para amorosamente nos convidar a arrepender e a restaurar a nossa comunicação com Deus. Sim, meus amigos, na primeira vinda de Jesus, o povo de Deus entrou na corrida decisiva final para alcançar a eternidade. Quando Jesus venceu a morte, depois de ter sido crucificado na cruz do Calvário, a humanidade foi habilitada a entrar em comunicação directa com Deus por meio de Jesus Cristo.
III – ILUSTRAÇÃO: O CORAÇÃO E O LIVRO
Salmo 119:97

Há um belo incidente relatado na vida da senhora Schumann, perita musicista e devota amante da nobre arte do seu esposo.

Ela dava, frequentemente, programas depois da morte de seu marido; mas, antes de fazê-lo, lia algumas cartas de amor que recebera durante os dias de noivado. A razão para tal, disse ela, era que depois refrescar o coração com o sentimento de amor que ele lhe tinha tido, ela sentia-se inspirada para interpretar a sua música.
O amor é o melhor de todos os intérpretes; é ele que nos ajuda a compreender as verdades da Bíblia, esse Livro que se encontra repleto da música proveniente do próprio coração de Deus. Tem em si material suficiente para mil majestosos oratórios; possui grandes salmos e hinos tão fortes e poderosos quanto o soprar dos ventos; contém muitos encantos, solenidades e cordas menores que tocam as mais sensíveis fontes de lágrimas, além de outras notas jubilosas que alcançaram as mais altissonantes barras de gesso.
Ó grande livro de música divina. Os maestros mais singulares em canto e harmonia têm encontrado inspiração Beethoven, Mendessohn, Haydn, Handel e Schubert inflamaram o seu génio nesse precioso Livro. Apesar de tudo, o coração é o único intérprete competente das suas harmonias celestes; o seu teclado divino responde em doces notas quando tocado pelos dedos apaixonados do amor.
Um teólogo disse: "Eu não sei o que possa crer, porém eu creio a fim de poder saber."
Há uma citação mais elevada e verdadeira do que esta.
Podemos dizer: não sei o que possa crer, nem crer o que possa saber, mas amo para poder tanto crer como saber. – J.T.M. Farland.