terça-feira, 12 de agosto de 2014

A Alegria a Mãe da Felicidade e da Paz

1.      Os Ladrões da Alegria
Mark Twain era um humorista profissional, cujas palestras e escritos faziam rir as pessoas de qualquer parte do mundo, que esqueciam assim, por algum tempo, os seus problemas. Todavia, ele próprio se sentia destroçado na sua vida privada. Quando a sua querida filha, Jean, morreu de repente dum ataque epiléptico, Twain, que se encontrava muito doente e por isso impossibilitado de ir ao funeral, disse a um amigo: “Nunca tive realmente inveja de ninguém, a não ser dos mortos. Sempre invejo os mortos.”

Jesus Cristo foi um “homem de dores e experimentado nos trabalhos”. Contudo, possuía uma alegria profunda que ultrapassava tudo o que o mundo pudesse oferecer. Ao enfrentar a morte cruel no Calvário, Jesus disse aos Seus discípulos: “Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.” (João 15:11).

Aqueles que confiam em Cristo têm o privilégio de experimentar “abundância de alegria” (Sal. 16:11). No entanto, poucos cristãos se aproveitam desse privilégio. Passam a vida sob uma nuvem de decepções, quando, afinal, podiam andar sob o resplendor da alegria. O que é que os terá privado da sua alegria?

A resposta a esta importante questão encontra-se numa carta escrito há séculos. Foi redigida pelo Apóstolo Paulo quando ele se encontrava prisioneiro em Roma, cerca do ano 62 A.D; foi enviada aos seus companheiros cristãos da igreja de Filipos, uma igreja que Paulo havia fundado na sua segunda viagem missionária (Atos 16). Um dos seus membros, Epafrodito, fora enviado a Roma como portador duma oferta especial para o apóstolo e também para o ajudar naquele período difícil (Fil. 2:25-30); 4:10-20). A epístola de Paulo à igreja de Filipos é, até certo ponto, uma carta de agradecimento dum missionário. Mas de facto é muito mais do que isso. É um meio de Paulo partilhar o seu segredo a respeito da alegria cristã! O apóstolo menciona pelo menos dezanove vezes nestes quatro capítulos as palavra gozo, regozijo ou alegria!

O que há de invulgar quanto a esta carta é o seguinte: a situação de Paulo era de tal ordem que não parecia haver razão para se regozijar. Ele era prisioneiro romano e os seu caso iria ser julgado dentro em pouco. Poderia ser absolvido ou decapitado! Em actos 28:30,31 vemos que Paulo estava sob prisão na própria casa que alugara, mas achava-se ligado por algemas a um soldado romano e não tinha permissão de pregar em público. Paulo desejara ir a Roma como pregador (Rom. 1:13-16). Em vez disso, chegou lá como prisioneiro. E, infelizmente, os crentes de Roma encontravam-se divididos. Alguns era a favor de Paulo, outros contra (Fil. 1:15-17). De facto, alguns dos cristãos ainda pretendiam agravar a situação do Apóstolo!

No entanto, apesar do perigo e desconforto em que se encontrava, Paulo transbordava de alegria. Qual era o segredo dessa alegria? O segredo encontrava-se numa outra palavra que aparece repetidas vezes na Epístola aos Filipenses: é a palavra mente.
Paulo usa esse termo dez vezes, e emprega também a palavra pensar cinco vezes. Juntando a estas palavras o número de vezes em que emprega lembrar, teremos um total de dezasseis referências à mente. Por outras palavras, o segredo da alegria cristã encontra-se no modo de pensar do crente – nas suas atitudes. Afinal de contas, a perspectiva determina o resultado. Como pensamos, assim somos (Prov. 23:7). A Epístola aos Filipenses é pois um livro de psicologia cristã, com bases sólidas na doutrina bíblica. Não se trata dum livro superficial de “auto-ajuda” que diz ao leitor como se deve convencer de que “tudo vai correr bem”. É um livro que mostra o tipo de mente que o crente deve ter para poder experimentar a alegria cristã num mundo cheio de problemas.

A melhor maneira de se conseguir um quadro exacto desta carta é descobrir primeiro os “ladrões” que nos roubam a alegria, e depois determinar os tipos de atitudes que devemos ter a fim de capturar e vencer esses “ladrões”.

Os Ladrões que nos Roubam a Alegria
1.      As circunstâncias.
Muitos de nós teremos de confessar que quando as coisas nos correm “a jeito” sentimo-nos muito mais felizes e somos mais tratáveis. “O meu pai deve ter tido hoje um dia bom no emprego.” – disse a pequenita Peggy à amiga que a viera visitar – “Ele não fez barulho com os pneus ao entrar aqui no parque”, não bateu a porta ao entrar em casa e deu mesmo um beijo à minha mãe!”

Já alguma vez nos detivemos a considerar quão pouco são as circunstâncias que estão realmente sob o nosso controlo? Não temos qualquer poder sobre as condições atmosféricas ou sobre o trânsito numa estrada, ou mesmo sobre o que outras pessoas dizem e fazem. A pessoa que faz depender a sua felicidade de circunstâncias ideais acaba por passar a maior parte do tempo num estado miserável! O poeta Byron escreveu: “Os homens são o passatempo das circunstâncias”. No entanto, aqui vemos o apóstolo Paulo na pior das circunstâncias a escrever uma carta repleta de alegria!

2.      As pessoas.
Um colega meu contou-me uma história. A filha (menina) sai do autocarro da Escola. Entra em casa com um ar desafiador e sobe as escadas que conduziam ao quarto e bateu com a porta. Estava constantemente a resmungar em voz baixa: “Pessoas – pessoas – pessoas – PESSOAS!” o pai foi à porta do quarto e bateu mansinho.
“Posso entrar?”
Ele respondeu: “Não!”
Tentou de novo, mas ela repetiu num tom ainda mais aborrecido: “NÃO!”
Perguntou-lhe: “Por que não posso entrar?”
A sua resposta foi: “Porque és uma pessoa!”
Todos nós temos perdido a nossa alegria por causa de pessoas: pelo que são, pelo que dizem e pelo que fazem. (Sem dúvida que também nós próprios temos contribuído para tornar qualquer outra pessoa infeliz. A coisa funciona nos dois sentidos).
A verdade é que nós temos de viver e trabalhar com pessoas; mas não nos podemos isolar e continuar a viver para glorificar a Cristo. Somos a luz do mundo e o sal da terra. Contudo, há ocasiões em que a luz se ofusca e o sal se torna menos ativo por causa de outras pessoas. Haverá alguma maneira de ter alegria apesar das pessoas?

3.      Coisas.
Um homem rico estava a fazer a mudança para a sua mansão, enquanto um seu vizinho quáquero, que acreditava na simplicidade da vida, observava atentamente os seus movimentos. Contou o número de cadeiras e de mesas e a grande quantidade de bric-à-brac que era transportada para dentro da cas. Por fim, disse para o dono da casa: “Vizinho, se precisar de alguma coisa, venha ter comigo e eu lhe mostrarei como pode passar sem ela!”
Abraão Lincoln seguia por uma rua abaixo com os dois filhos que choravam e brigavam.
“Que se passa com os rapazes?” – perguntou-lhe um amigo.
“A mesma coisa que acontece com toda a gente” – respondeu Lincoln. “Eu tenho três nozes e cada um deles quer duas!”

domingo, 10 de agosto de 2014

PARA TAL TEMPO COMO ESTE

 “…para tal tempo como este…” (Ester 4:14)
A história de Ester é mais frequentemente contada na escola sabatina das crianças do que apresentada como o centro de um Sermão para Adultos. No entanto esta parece ser uma história particularmente importante para a reflexão num sábado que calha exactamente no Dia Mundial da Luta Contra a SIDA, e em que a ADRA em todo o Mundo pediu às igrejas Adventistas que falassem sobre este tema.
Esta história é importante para nós como adultos seguidores de Jesus Cristo na primeira década do Século XXI, e em especial para os Jovens Adultos e Adolescentes. Ester é a história de uma jovem crente num ambiente muito mundano e que é apanhada no meio de uma luta de vida-ou-morte, e porque ela se envolveu como líder, salvou as vidas de um largo número de pessoas. Estaremos nós, como igreja, produzindo homens e mulheres capazes de fazer o mesmo hoje?
A história de Ester contém muitos aspectos contemporâneos. Por exemplo, descreve um dos primeiros programas governamentais contra os Judeus. Mas no entanto eu gostaria que nos focássemos na escolha moral que Ester teve que fazer porque esta tem um enorme paralelismo com a escolha moral que cada um de nós tem que fazer sobre uma ameaça mortal que diz respeito a todos neste mundo – pessoas de todos os grupos etnicos, e religiões, e classes sociais – a pandemia da SIDA.
Alguns de vós podem estar a pensar neste momento: Eu não vim há igreja para ouvir falar sobre isto. Isso está na notícia, TV, Radio o tempo inteiro. Já estou a ficar farto de ouvir falar sobre este assunto.
Eu estou também farto deste assunto. Mas o que me faz ficar farto, é o facto de muito provavélmente entre nós estarem sentadas pessoas que estão a viver este drama nas suas vidas pessoais, familiares ou de relacionamento. Posso também ficar farto de como muitas vezes podemos focar a nossa vida Cristã em certas coisas mas ignorar a miséria de millhões de pessoas que estão a passar pelo drama da SIDA, pessoas pelas quais Jesus também morreu. Olhemos para o exemplo de Jesus, Ele passou uma grande parte do seu tempo cuidando e mudando os preconceitos existentes sobre os leprosos no seu tempo, apesar de eles também serem uma minoria desprezada, posta de lado.
Se não falarmos sobre HIV-SIDA, estaremos contribuido para o problema. Temos que falar sobre isso na igreja para sermos verdadeiros seguidores do exemplo de Cristo.
A História
Ester tornou-se a rainha do mais poderoso império do mundo daquele tempo – o Império Medo-Persa. A sua ideade não está na Bíblia, mas a história e a arqueologia indicam que ela era provávelmente uma adolescente quando se encontrou no meio de importantes eventos públicos. Tanto ela como o seu tio deveriam ter uma forte confiança em Deus para a deixar participar, pois esses eventos deveriam ter muito pouco a ver com o ambiente religioso a que ela estava habituada ou que eles gostariam que ela participasse.
A rainha anterior, Vasti, foi deposta porque tomou uma decisão moral. O imperador tinha ordenado que ela, Vasti, aparecesse em frente de um grupo de politicos corruptos e bebados, para que eles pudessem apreciar a beleza legendária da Rainha. Ela recusou. Os líderes do império pensaram que esta desobediência da Rainha poria a ordem social em perigo, pois naquele tempo os homens mandavam na vida das suas mulheres e filhas com autoridade total. Eles aconselharam o imperador para que ele a banisse, e ele assim fez. (Ester 1)
Para encontrar uma nova rainha, os conselheiros do imperador organizaram um grande concurso de beleza. Um grande número de jovens mulheres solteiras foram trazidas para o harém do imperador, e ele tomou o tempo de examinar cada uma das mulheres e de escolher a que mais lhe agradava. O processo inteiro durou mais do que um ano. Agora deixem-me parar um pouco e perguntar aos pais de meninas de 16 anos na congegação, se eles autorizariam as suas filhas a participar nisto? Nós não temos nenhuma indicação na história que Ester ou o seu tio tenham resistido. (Ester 2:1-18)
Então tudo isto levou Ester a tornar-se a mulher mais famosa do mundo daquele tempo, o centro da sociedade, a rainha do mais poderoso império do mundo. Isto teria sido uma história de conto de fadas se terminasse já aqui, mas nós estamos ainda apenas no inicio da história. Ainda temos que ir para a parte mais importante.
Ester não vinha de uma das classes mais baixas da sociedade. O seu tio era um oficial do governo e um membro do pessoal do imperador. Os arqueólogos encontraram o seu nome listado num documento – essencialmente era uma lista dos assalariados da casa do imperador. Na realidade, existem todas as indicações que nos permitem assegurar que Ester era uma jovem mulher, inteligente, educada, e com sabedoria.
Não sabemos exactamente quanto tempo ela pôde desfrutar do seu novo poder e fama, mas logo os problemas chegaram. O seu tio Mordoqueu veio dizer a Ester que o imperador fora levado a assinar um decreto autorizando a chacina de toda a sua raça. Todo homem, mulher, e criança Judeia deveria ser morto num determinado dia. A propria Rainha corria o risco de ser executada (Ester 3 e 4).
Escolhas Morais
O decreto de morte forçou Ester a fazer algumas escolhas morais
A primeira escolha que ela teve que fazer foi a de saber se ela se ia ou não identificar com o povo que estava marcado para morrer. Ela poderia ter tomado a posição de dizer que ela era agora a Rainha dos Medo-persos e que por isso tinha perdido a identidade de judia e tomado uma nova. Ela estaria a salvo enquanto continuasse a agradar o imperador e permanecesse no harém. Parece mesmo que o imperador não pensava nela como uma judia e não a tinha relacionado com Mordoqueu. Ela poderia ter facilmente passado por uma “gentia” e ter virado as suas costas ao seu povo.
A segunda escolha era a de se sim ou não ela se deveria por em risco por agir em favor dos que estavam marcados para morrer. Ela era uma esposa leal ao seu marido. Ele tinha assinado uma lei. Se ela se opusesse a esta lei ela tornar-se-ia traidora da pátria, desleal ao seu marido, e em rebelião com a autoridade legal. Lembrem-se que ela estava a lidar com um imperador que tinha deposto a anterior rainha unicamente porque ela não tinha querido entrar dentro de uma sala cheia de políticos bêbados e soldados, certamente o acto de Ester seria visto como muito mais sério. Isto levaria provavelmente a fortalecer o caso do político que queria a exterminação dos judeus. Ele poderia dizer que a própria rainha estava em rebelião.
Ester era humana. Ela hesitou. Sem dúvida, ela sentiu que era demasiado nova, não estando preparada para lidar com uma tão complicada e perigosa situação política. Ela voltou-se para Deus em jejum e oração. (Ester 4:16).
Vamos ler estes versos da Bíblia – Ester 4:14-16
Esta jovem mulher não só era muito bonita, mas também era muito corajosa. Ela tinha também um instinto político apurado e um conhecimento exaustivo dos procedimentos do palácio. Ela conseguiu mudar a direcção da história, salvando as vidas de milhares de pessoas.
Estaremos nós como igreja produzindo jovens hoje com o mesmo tipo de coragem moral e capacidade de liderança?
Milhões de pessoas no mundo de hoje estão afectadas ou morrendo de HIV e SIDA. Alguns grupos de pessoas são mais vulneráveis de morrer em largos números. Será que existem adventistas prontos a liderar “num tempo como este” tomando passos para fazerem as coisas mudarem de direcção?
Temos Escolhas Morais para fazer:
  1. Será que nos vamos identificar com os que estão doentes e a morrer ou será que vamos decidir que eles não são o nosso tipo de pessoa?
  2. Será que tomaremos o risco de fazer algo, ou será que vamos decidir que esta não é a nossa missão?
Os líderes da Igreja Adventista mundial lançaram um chamado à compaixão e pediram a Adventista-do-sétimo-dia de todo o mundo para que se envolvessem. A ADRA tem projectos em muitos países trabalhando para prevenir as infecções pelo HIV e tratar os que já estão a viver com SIDA. Muitos adventistas já tomaram um papel de liderança nesta luta (ver o What your Church can do e o What you can do).
A Igreja Adventista chega a este momento da história com uma oportunidade especial. Nós somos um povo com uma mensagem única sobre saúde. Nós somos um povo com uma presença internacional muito importante e com um grande número de membros em Países em que o HIV-SIDA é muito prevalente. Nós como Igreja mundial temos hospitais, clínicas, e programas de saúde em todo o globo.
Apelo Final
Que escolha morais vamos nós fazer? Que escolhas morais faremos como congregação? O que concluirá a nossa juventude olhando para os líderes desta igreja  “para tal tempo como este” – o tempo da pandemia do HIV e SIDA? Será que as nossas acções estão a mostrar um retrato fiel da SUA compaixão, o SEU perdão e misericórdia? Ou estaram as nossas vidas contando histórias sobre negligencia e medo, histórias de olhar para o lado e falhar em agir?
(Voltar a mencionar ideias de como podem intervir como Igreja)

Nós contamos a história da rainha Ester aos nossos filhos. Antes de eles serem capazes de ler, muitos deles até já memorizaram a frase “para tal tempo como este”. Num momento em que eles crescem e se tornam jovens adultos, o que será que eles vêm em nós? Que histórias lhes estamos a contar com o nosso dia-a-dia? Quero convidar esta manha esta Igreja a aceitar tornar-se uma força de liderança sobre este assunto sendo um exemplo na nossa sociedade. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

OS SINAIS DE MORTE NA VIDA DO CRENTE

1º - Sinal;  O SILÊNCIO Apoc. 4:8.
No céu não há mais silêncio. Aquele que está vivo não deve se cansar de glorificar a Deus, pois no céu existe adoração constante dia e noite. Músicas do mundo só satisfazem a alma. Quando o crente parar de ouvir e ler a Palavra, é um sinal que a morte entrou na vida espiritual dele. Crente que não lê a Bíblia, simplesmente não está alimentando o espírito, e por isso acaba deixando a morte entrar na sua vida.
2º- Sinal; A FRIEZA Rm.12:11 - Mateus 6:21
O crente que permitiu a morte começa a esfriar com as coisas do Reino: os cultos, a escola dominical e até os irmãos. Se a sua fome por Deus tem diminuído no decorrer dos dias, meses ou anos é um sinal que ela tem aumentado em outra direção.
Onde está teu tesouro, lá está o teu coração, o teu fervor.
Ninguém vive sem comer, então muito cuidado com o que está lhe alimentando. Comer é um princípio espiritual. Você se alimenta daquilo que você valoriza, investe e aplica o coração. O teu tesouro fala da tua fome, das tuas prioridades. Quais são elas?
3º - Sinal; A IMOBILIDADE.
Tudo vira Mesmice. Um sinal que alguém morreu é ausência de movimentos. Passividade é sinónimo de morte. Aquilo que era prazer virou fardo porque a morte entrou. Todos os eventos da igreja não lhe despertam entusiasmo. Ficar parado nos leva a ausência de crescimento espiritual. A imobilidade sempre vem com a finalidade de paralisar o crente por completo, trazendo também enfraquecimento das forças morais, apatia, indiferença e estagnação.
4º - Sinal; O ENDURECIMENTO
Quando uma pessoa morre espiritualmente, os seus membros de endurecem. Não muda de opinião mesmo sabendo que está errado. Não aceita ser confrontado ou discipulado, pois prefere o isolamento. Não se abrir com os irmãos, especialmente com sua liderança, é sinal e de dureza, consequentemente a morte espiritual já tomou conta da sua vida.
5º - Sinal; O ISOLAMENTO Gén 3:9
O pecado produz isolamento, mas a santidade produz comunhão. Uma pessoa morta deve ser enterrada, isto é, isolada daqueles que estão vivos. Quando um irmão se isola é sinal que a morte está avançando. O pecado tem a tendência de ser escondido, às escuras, mas a verdade é clara e não se esconde.
Quando Adão pecou, ele se escondeu tentando se isolar de Deus. Por que ele fez isso? Porque essa é a reação de todo crente quando a morte entra. Quando erramos não queremos ser vistos, não queremos conversar, muito menos ser confrontado. Quando fazemos isso a morte avança ainda mais.
6 – Sinal; OLHOS FECHADOS
Quando um crente está morrendo ele vai perdendo a visão. Só fala de coisas naturais. Não tem revelação. Sua alma é vazia. Não tem mais a visão que quanto mais vida em Deus, mais Luz, mais Clareza, mais Revelação.
Visão nos fala de enxergar o Senhor nas circunstâncias da vida.
Aqueles que estão morrendo são naturais, só enxergam as circunstâncias e não Deus através das circunstâncias. Não enxergamos mais com benignidade e amor, mas com desconfiança. A igreja, os irmãos, os pastores são sinónimos de cobrança e fardo. Isso é sinal de morte.
7º - Sinal; A TRISTEZA
Quando um crente é contaminado pela morte espiritual, perde a alegria, a fé, o ânimo, o vigor então começa a diminuir. Um dos sinais da morte na vida do crente é o cansaço da alma. O cansaço físico tem relação com o corpo e mente, mas o cansaço da alma é um sinal da morte espiritual. O desânimo para com tudo e a apatia são evidências que a morte está inundando a nossa alma.
8º - Sinal; A DECOMPOSIÇÃO
A igreja, o discipulado começa a perder a importância. Um corpo entra em decomposição por falta de alimento. Não se alimenta da Palavra, da oração, da Ceia do Senhor. O crente em decomposição deixa as coisas de a sua vida espiritual morrer aos poucos: perde a liderança, perde seu ministério, perde o prazer de voltar para a casa, perde o governo do seu lar. Sua vida espiritual muda completamente. Embora possamos estar vivos as nossas virtudes estão corrompidas, apodrecidas, se decompondo.
9º - Sinal; O SEPULTAMENTO (Mat 25:24)
O sepultamento dos sonhos, dos projetos, do ministério, da igreja, da família, e por fim do chamado. A morte é inimiga de Deus (I Co. 15.26) - Um dos sinais de Deus é a vida. Quando um crente cultiva a morte em sua vida, em sua casa, no seu trabalho ele desperta a ira de Deus porque Deus é contra a morte.
O Senhor não irá remover a morte da sua vida a não ser que você se posicione em favor da vida. Vença a morte espiritual se posicionando em favor da vida, através do Sangue de Jesus. Vença a morte espiritual se posicionando em favor da vida, através do Sangue de Jesus.

Conclusão:
Hoje o Senhor te pergunta: como anda a tua vida espiritual? Há algum sintoma de morte? O que você precisa é do fogo de Deus. Seja ousado para pedir a Deus mais fogo na sua vida. A melhor maneira de não morrermos, é conhecer mais a Deus e gastar o nosso tempo na sua presença. A Bíblia fala que quanto maior for o nosso interesse em aproximarmos D’Ele, mais Ele se aproximará de nós (Sal.9:10).
Todo aquele que se aproximar de Deus, com o coração sincero, será bem recebido e a morte espiritual vai passar longe de você. Portanto vença os nove sinais que querem matar a sua vida com Deus.

Supere a sua vontade natural, e para superar, é preciso uma certa força, para que através de ouvir a Palavra venha a fé, e através da fé o Senhor Jesus, e através D’Ele você possa conseguir sair vitorioso contra a morte espiritual.

domingo, 13 de julho de 2014

O MORDOMO, SERVO FIEL

“Porque por Ele foram criadas todas as coisas, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra; quer visíveis, quer invisíveis, sejam tronos, domínios, principados, ou potestades; tudo foi criado por ele e para ele." Colossenses 1:16
A palavra “mordomia” define a relação entre o homem e Deus. O homem há de usar as dádivas confiadas por Deus para promover os interesses de Deus no mundo. Um mordomo é aquele a quem são confiados os bens de outros.
O termo grego “mordomo” significa “administrador da casa” (Lc 16:2)
Características distintas do mordomo cristão:
a) Aceita Cristo como o Senhor (Mt 6:33)
b) Reconhece que Deus é o legítimo dono de tudo (Sl 24:1, Dt 10:14) 
c) Esforça-se por descobrir o propósito de Deus para o uso adequado de cada bem que possua (Lc 12:42, 43). 
d) Segue os propósitos de Deus em toda a sua maneira de viver:
1. Reflete o controlo de Cristo na aquisição de bens;
2. Dá testemunho do seu amor a Cristo através do uso dos bens materiais (Rm 10:13, Mc 12:41-44).

O Mal da Filargyria:
O termo grego “filargyria” aparece em I Timóteo 6:10, onde a Bíblia nos ensina que o “amor ao dinheiro” é a raiz de todos os males. O verbo “fileo” conjugado neste termo significa amar com emoção, ter amizade por alguém. É justamente esta a doença que Jesus afirmou encontrar nos fariseus, dizendo que os que dela sofrem não podem servir a Deus (Lc 16:13, 14).
O Mal da Pleonexia:
Realmente, a avareza é igual à idolatria, não somente na sua expressão emocional, mas nos seus resultados. Onde existe avareza, não há lugar para o amor Agápe, para o amor de Deus, e a ausência do amor de Deus é a raiz de todos os males (leia Rom 13:8-10).

O Mordomo e o “seu” Corpo
Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? I Coríntios 6:18 e 19
Que maravilhoso o corpo que o Senhor nos deu!
Os nossos olhos, por exemplo; quanta perfeição! Cada olho humano contém 107.000.000 de células. Destas, sete milhões são “cones”, sendo que cada uma delas encarregada de transmitir uma mensagem ao cérebro quando uns poucos fótons de luz as atravessarem. Os “cones” nos dão a plena percepção do aspecto das cores e, são eles, que no permitem distinguir mil nuances de cores. As outras cem milhões de células do olho são “bastões”, usadas especialmente na penumbra. Quando apenas os “bastonetes” estão a funcionar não vemos as cores (como numa noite de luar, quando tudo aparece indistintamente em sombras de cinza), mas podemos distinguir um espectro de luz tão amplo que a luz mais brilhante que percebo é um bilião de vezes mais brilhante do que a mais obscura.
E os nossos ouvidos, então! As frequências sonoras produzidas por uma orquestra fazem vibrar os meus tímpanos tão debilmente quanto um bilionésimo de centímetro (a distância de um décimo do diâmetro de um átomo de hidrogénio). Esta vibração é transmitida para o meu ouvido interno por três ossos familiarmente conhecidos como martelo, bigorna e estribo. Quando a frequência do dó médio do piano se faz ouvir, o pistão dos ossos do nosso ouvido interno vibra 256 vezes por segundo. Mais para dentro há pestanas individuais, comparáveis aos bastonetes e cones do olho, que transmitem mensagens sonoras específicas ao cérebro, que combina essas mensagens.

I. O corpo é um bem precioso que nos é confiado por Deus. Não é correto, portanto, lhe causar dano. Alguns exemplos de falta de mordomia do corpo:
a) A exposição do corpo à fadiga excessiva;
b) O esforço físico ou mental que penalize a vida;
c) A retaliação da saúde no trabalho pela ambição de lucro maior;
d) A prostituição; 
e) As relações sexuais fora do casamento;
f) Vícios (drogas, álcool, fumo, comida, remédios).

II. O mordomo cristão jamais aceitará participar de um trabalho que comprometa a saúde ou que reduza a qualidade de vida do seu próximo, ainda que esse trabalho seja o único disponível.

Pode um médico cristão praticar aborto? Ou diagnosticar operações cirúrgicas desnecessárias com fins lucrativos, ou ainda praticar atos cirúrgicos ou terapêuticos que coloquem a vida em risco desnecessariamente, com finalidade de lucro? Pode um cristão permitir que um veículo da sua propriedade circule sem condições de segurança, pondo em risco a vida dos usuários ou do público? O lucro de uma indústria justifica o derrame de ácidos, resíduos tóxicos ou elementos poluentes nos rios ou lagos? Deve um operário cristão trabalhar em funções de risco sem utilizar instrumentos de proteção?  

O MORDOMO, SERVO FIEL

“Porque por Ele foram criadas todas as coisas, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra; quer visíveis, quer invisíveis, sejam tronos, domínios, principados, ou potestades; tudo foi criado por ele e para ele." Colossenses 1:16
A palavra “mordomia” define a relação entre o homem e Deus. O homem há de usar as dádivas confiadas por Deus para promover os interesses de Deus no mundo. Um mordomo é aquele a quem são confiados os bens de outros.
O termo grego “mordomo” significa “administrador da casa” (Lc 16:2)
Características distintas do mordomo cristão:
a) Aceita Cristo como o Senhor (Mt 6:33)
b) Reconhece que Deus é o legítimo dono de tudo (Sl 24:1, Dt 10:14) 
c) Esforça-se por descobrir o propósito de Deus para o uso adequado de cada bem que possua (Lc 12:42, 43). 
d) Segue os propósitos de Deus em toda a sua maneira de viver:
1. Reflete o controlo de Cristo na aquisição de bens;
2. Dá testemunho do seu amor a Cristo através do uso dos bens materiais (Rm 10:13, Mc 12:41-44).

O Mal da Filargyria:
O termo grego “filargyria” aparece em I Timóteo 6:10, onde a Bíblia nos ensina que o “amor ao dinheiro” é a raiz de todos os males. O verbo “fileo” conjugado neste termo significa amar com emoção, ter amizade por alguém. É justamente esta a doença que Jesus afirmou encontrar nos fariseus, dizendo que os que dela sofrem não podem servir a Deus (Lc 16:13, 14).
O Mal da Pleonexia:
Realmente, a avareza é igual à idolatria, não somente na sua expressão emocional, mas nos seus resultados. Onde existe avareza, não há lugar para o amor Agápe, para o amor de Deus, e a ausência do amor de Deus é a raiz de todos os males (leia Rom 13:8-10).

O Mordomo e o “seu” Corpo
Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? I Coríntios 6:18 e 19
Que maravilhoso o corpo que o Senhor nos deu!
Os nossos olhos, por exemplo; quanta perfeição! Cada olho humano contém 107.000.000 de células. Destas, sete milhões são “cones”, sendo que cada uma delas encarregada de transmitir uma mensagem ao cérebro quando uns poucos fótons de luz as atravessarem. Os “cones” nos dão a plena percepção do aspecto das cores e, são eles, que no permitem distinguir mil nuances de cores. As outras cem milhões de células do olho são “bastões”, usadas especialmente na penumbra. Quando apenas os “bastonetes” estão a funcionar não vemos as cores (como numa noite de luar, quando tudo aparece indistintamente em sombras de cinza), mas podemos distinguir um espectro de luz tão amplo que a luz mais brilhante que percebo é um bilião de vezes mais brilhante do que a mais obscura.
E os nossos ouvidos, então! As frequências sonoras produzidas por uma orquestra fazem vibrar os meus tímpanos tão debilmente quanto um bilionésimo de centímetro (a distância de um décimo do diâmetro de um átomo de hidrogénio). Esta vibração é transmitida para o meu ouvido interno por três ossos familiarmente conhecidos como martelo, bigorna e estribo. Quando a frequência do dó médio do piano se faz ouvir, o pistão dos ossos do nosso ouvido interno vibra 256 vezes por segundo. Mais para dentro há pestanas individuais, comparáveis aos bastonetes e cones do olho, que transmitem mensagens sonoras específicas ao cérebro, que combina essas mensagens.

I. O corpo é um bem precioso que nos é confiado por Deus. Não é correto, portanto, lhe causar dano. Alguns exemplos de falta de mordomia do corpo:
a) A exposição do corpo à fadiga excessiva;
b) O esforço físico ou mental que penalize a vida;
c) A retaliação da saúde no trabalho pela ambição de lucro maior;
d) A prostituição; 
e) As relações sexuais fora do casamento;
f) Vícios (drogas, álcool, fumo, comida, remédios).

II. O mordomo cristão jamais aceitará participar de um trabalho que comprometa a saúde ou que reduza a qualidade de vida do seu próximo, ainda que esse trabalho seja o único disponível.

Pode um médico cristão praticar aborto? Ou diagnosticar operações cirúrgicas desnecessárias com fins lucrativos, ou ainda praticar atos cirúrgicos ou terapêuticos que coloquem a vida em risco desnecessariamente, com finalidade de lucro? Pode um cristão permitir que um veículo da sua propriedade circule sem condições de segurança, pondo em risco a vida dos usuários ou do público? O lucro de uma indústria justifica o derrame de ácidos, resíduos tóxicos ou elementos poluentes nos rios ou lagos? Deve um operário cristão trabalhar em funções de risco sem utilizar instrumentos de proteção?  

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Mordomo e o ‘seu’ Tempo

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Efésios 5: 16 e 17
  O que costumamos fazer com o tempo?
  Pesquisadores do Comité para o Desenvolvimento Humano, da Universidade de Chicago, desenvolveram estudos neste sentido, recrutando um grupo de voluntários adultos, a fim de estudar como eles utilizavam o tempo e como se sentiam a respeito do que estavam a fazer. Os voluntários foram equipados com diários, para registarem as suas atividades durante uma semana. Também receberam bips, que funcionavam em determinados horários. Quando os voluntários eram xecados, eles deviam registar o que estavam a fazer naquele momento e como se sentiam.
Os pesquisadores não se surpreenderam ao descobrir que os voluntários passavam mais tempo vendo TV do que em qualquer outra atividade de lazer.  A surpresa veio ao descobrir que aquelas pessoas, enquanto viam TV, tendiam a sentir-se fracas, passivas, sonolentas, solitárias, desconcentradas e rejeitadas. Nenhuma outra atividade praticada por elas fazia com que se sentissem tão mal. Outros estudos têm sido realizados para determinar até que ponto o excesso de dependência da TV se relaciona com a depressão.
I. Uma simples verdade que temos dificuldade em admitir: ninguém tem mais tempo do que você! A questão fundamental é aprendermos a usar o tempo que temos de forma sábia. Em Lucas 10:41- 42 aprendemos com Jesus e Marta o que é mais prioritário:
E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.  
II. Devemos utilizar o tempo que temos para operar o bem. (Leia Gálatas 6:9 e 10)
III. Precisamos aproveitar as oportunidades que Deus nos concede. A expressão “remir o tempo” tem este significado. (Leia Colossenses 4:5)
IV. O pecado da PROCRASTINAÇÃO. Você tem caído neste pecado? Um exemplo de como este pecado prejudica o povo de Deus está em Números 13:28ss.  Lembro-me de um desenho animado do Pica-Pau, que tinha um cartaz enfeitando uma sala com os seguintes dizeres: “Para que deixar para amanhã o que se pode fazer depois de amanhã?”.
V. Que tal fazer um inventário do seu tempo e, com sinceridade, reconhecer o quanto dele tem sido desperdiçado?

Reflexão: “Se o tempo que é mais que desperdiçado na tagarelice, na satisfação do orgulho e do apetite, fosse, com igual interesse, dedicado ao estudo da Bíblia, que animação seria dada às nossas Escolas Sabatinas! Mas, se os pais estão mais ansiosos em vestir os filhos à moda, que em lhes armazenar na mente as verdades da Palavra de Deus, os próprios filhos logo aprendem a considerar o vestuário e o ornamento de maior importância que as coisas que dizem respeito à sua salvação. ...”{CES 42.1}


“Assumi vossas responsabilidades e trabalhai para o tempo e a eternidade. Não deixeis passar nem um dia mais sem confessar a vossos filhos a vossa negligência. Dizei-lhes que pretendeis agora fazer a obra designada por Deus. Pedi-lhes que convosco lancem mão da reforma. Fazei esforços diligentes para remir o passado. Não permaneçais por mais tempo no estado da igreja de Laodicéia. Em nome do Senhor rogo a toda família que mostre suas verdadeiras cores. Reformai a igreja que está em vossa própria casa.”{CSa 429.2}

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O Mordomo e os ‘Seus’ Talentos

E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. Mateus 25:15
José era um homem simples, varredor de uma rua numa grande cidade.  A sua rua era a mais limpa do bairro. Os moradores ficavam admirados com tanto zelo.  Um dia, uma senhora perguntou: “Sr. José, por que é que o Senhor varre a nossa rua tão bem? Não fica nem uma ponta de cigarro na calçada!” Ela falava olhando ao longo da calçada diante da sua casa. José soltou uma das mãos do varal da carroça, tirou o suado boné da cabeça num gesto de reverência, e respondeu: “Olhe, minha senhora, todos os dias, quando me levanto, eu peço a Deus que me ajude no meu trabalho. Porque eu sei como é importante o meu trabalho aqui, eu pergunto - Será que é hoje que Jesus vai voltar? Durante o dia eu peço que seja o dia de Jesus voltar.” E abrindo um largo sorriso com os olhos cheios de emoção em forma de lágrimas, José suspirou fundo e completou: “cada dia eu penso se o meu Jesus voltar hoje, e passar na minha rua, eu quero que Ele encontre a minha rua bem limpa para Ele passar”.  Quantas lições podemos tirar desta história!

I.         Os “talentos” são “dons naturais”.
a) alguns deles são inatos, têm a ver com herança genética. 
b) outros revelam-se com capacitação mental e física. 
c) todos têm talentos. 
d) são capacidades controladas por quem as têm. 
e) são usados para fins pessoais. 
f) o Deus que nos criou, na verdade, é o responsável pelos dons naturais que temos.
 
II.  Como tornar os “talentos”  em louvores a Deus:
a) Deixando que a vida seja conduzida pelo Espírito Santo (Leia Efésios 2:10). 
b) Fazendo todas as coisas como que “ao Senhor” (Leia Efésios 6:6-7 e Colos 3:17). 
c)  Preocupando-se em testemunhar de Cristo através do exercício dos talentos (Leia Filip 2:14 e 15).
Uma irmã de uma igreja (adventista) precisava ganhar o seu sustento com algum tipo de trabalho. Depois de orar decidiu cursar corte e costura, iniciando depois um negócio próprio na sua residência. Logo apareceram as clientes e aquela irmã continuava o seu trabalho. Um dia uma senhora com razoável poder aquisitivo fez uma encomenda desafiadora àquela irmã. Tratava-se de um vestido muito complicado, com tecido caro o que levou a costureira crente a orar a Deus pedindo auxílio. No dia da prova da roupa a cliente exigente surpreendeu-se com a qualidade da confecção. Confessou à costureira sua insegurança quando requereu aquele serviço e a sua satisfação ao ver o vestido tão bonito. Aquela irmã testemunhou então da sabedoria que buscara em Deus através da oração o que sensibilizou ainda mais aquela cliente. Este foi o primeiro passo para que aquela serva do Senhor transformasse o seu trabalho num braço missionário capaz de levar muitas almas a Jesus.
Quantas almas poderão ser levadas a Jesus se os seus talentos estiverem colocados à disposição do Senhor!