sábado, 3 de agosto de 2013

Pensamento sobre a Morte

Possuis apenas aquilo que não perderás com a morte; tudo o mais é ilusão.
(Autor desconhecido)


A vida revela-se ao mundo como uma alegria. Há alegria no jogo eternamente variado dos seus matizes, na música das suas vozes, na dança dos seus movimentos. A morte não pode ser verdade enquanto não desaparecer a alegria do coração do ser humano. 
(Tagore, escritor indiano) 




O homem que envelhece vai tomando gradativamente consciência de que não é eterno. Agita-se menos e, assim, os sons das vozes que vêm do além se fazem ouvir. 
(Romano Guardini) 




Os homens são como ondas: quando uma geração floresce, a outra declina. 
(Homero)




Aconteceu-nos uma coisa realmente curiosa: tínhamo-nos esquecido de que temos de morrer. É esta a conclusão a que chegaram os historiadores depois de terem examinado todas as fontes escritas da nossa época. Uma investigação realizada nos cerca de cem mil livros de ensaio publicados nos últimos vinte anos mostraria que apenas duzentos deles (0,2%, portanto) tocavam o problema da morte. Livros de medicina incluídos.  
(Pierre Chaunu)




A morte é a coisa mais segura e firme que a vida inventou até agora.
(Emil Cioran)




A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos. 
(Salmo 90, Bíblia)




Aquilo que verdadeiramente é mórbido não é falar da morte, mas nada dizer acerca dela, como hoje sucede. Ninguém está tão neurótico como aquele que considera ser neurótico decidir-se a pensar sobre o seu próprio fim. 
(Philippe Ariès)




Entre a sociedade de hoje e os intelectuais medeia um entendimento tácito. «Conto contigo - dizem os leitores - para que me forneças os meios para esquecer, disfarçar, negar, em suma, a morte. Se não cumprires este encargo, expulso-te, ou seja, não te lerei». 
(Louis Vincent Thomas, antropólogo francês)




Esquecer-se da morte e dos mortos é prestar um péssimo serviço à vida e aos vivos. 
(Philippe Ariès)



Um túmulo basta agora àquele para quem não bastava o mundo inteiro.
(epitáfio de Alexandre Magno)




Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada. 
(Fernando Pessoa)



O homem fraco teme a morte, o desgraçado chama-a; o valente procura-a. Só o sensato a espera. 
(Benjamin Franklin) 



Como um mar, ao redor da soleada ilha da vida, a morte canta noite e dia a sua canção sem fim.
(Tagore)



Não é de morrer que tenho medo. É de não vencer. 
(Jacqueline Auriel) 


O coração humano recusa-se a acreditar num universo sem uma finalidade. 
(Kant)



Começamos a morrer no momento em que nascemos, e o fim é o desfecho do início. 

(Marcus Manilius)


Para avaliar a importância real de uma pessoa, devemos pensar nos efeitos que sua morte produziria. 
(François Gaston de Levis)




Os esqueletos dos reis são apenas esqueletos. 
(Mikhail Naimy)



Tentemos viver de tal modo que, quando morrermos, até o homem da agência funerária lamente a nossa morte.
(Mark Twain)




Quando morremos, deixamos atrás de nós tudo o que possuímos e levamos tudo o que somos.
(Autor desconhecido)




Congratulamo-nos, às vezes, no momento em que despertamos de um sonho lúgubre. Poderia ser assim no momento que se segue à morte. 
(Nathanael Hawthorne) 




Morremos um pouco cada vez que perdemos um ente querido. 
(Publilius Syrius) 




A certeza da morte tem menos influência sobre a conduta do homem do que seria de esperar. 
(A L. Gordon) 




Oito dias com febre! Poderia ter escrito mais um livro...
(Honoré de Balzac, antes de entrar em coma) 




Nada de monumento coberto de elogios. O meu epitáfio será o meu nome, nada mais. 

(Byron)



O que é belo não morre: transforma-se em outra beleza. 
(Balley Ardrich)



Not dead, but gone before - Não morreram, partiram primeiro.

(Ditado inglês)

A Cidade com Fundamentos

Abraão... peregrinou na terra da promessa... habitando em tendas... porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador. Heb. 11:8-10.

Alguns anos atrás, os editores de mapas dos Estados Unidos pesquisaram as condições de vida em todas as grandes cidades daquele país e chegaram à conclusão de que a cidade de Yuba, na Califórnia, tinha as piores condições. Por outro lado, Pittsburgh, na Pensilvânia, foi colocada como a melhor. Compreensivelmente, os habitantes de Yuba não ficaram felizes ao tomar conhecimento da pesquisa, e isso se justifica.

Não faz muito tempo, li que as cidades do mundo todo estão-se deteriorando rapidamente no aspecto físico. Em Nova Iorque, por exemplo, os canos que levam a água para a cidade estão num estado tão lamentável que, se eles se rompessem, a cidade enfrentaria uma catástrofe de grandes proporções. Substituí-los seria tão dispendioso, que essa solução foi posta de lado como virtualmente inviável.

Mas as cidades não estão enfrentando meramente a deterioração física. Estão declinando moral e espiritualmente também - e por infelicidade essa deterioração infecta as cidades pequenas do mesmo modo. Segundo uma pesquisa divina, feita nas grandes cidades da Terra há muitos anos, nenhuma delas é um lugar ideal para se viver - e o conselho é sair delas do modo mais rápido e prudente possível. (Ver o livrinho Vida no Campo, de Ellen G. White.)

Atente para estas palavras de conselho e advertência: "Nossas cidades estão se tornando cada vez mais ímpias, e cada vez mais se torna evidente que os que desnecessariamente nelas permanecem, fazem-no pondo em perigo a salvação de sua alma." - Vida no Campo, pág. 14.
A cidade na qual Abraão esperava morar tinha "fundamentos". Isso é entendido como referência à Nova Jerusalém (ver Apoc. 21). A Palavra de Deus nos assegura que "nela nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no livro da vida do Cordeiro". Apoc. 21:27.
Que prazer será viver naquela cidade! Nossa peregrinação aqui na Terra é o preparo para nos tornarmos habitantes daquela grande metrópole.

A Visão do Quadro Completo
Sois... edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito. Efés. 2:19-22.

Christopher Wren, o famoso arquiteto inglês que projetou a Catedral de S. Paulo, em Londres, caminhava certo dia pelo prédio em construção e perguntou a cada operário o que estava fazendo. Um deles disse que estava assentando tijolos; outro, que estava colocando os vitrais no lugar; outro ainda, que estava fazendo trabalho de carpintaria para a construção. Nenhuma das respostas foi a que o Sr. Christopher desejava ouvir.

Quando o grande arquiteto estava para deixar o local da construção, passou por um homem que misturava argamassa. Fez-lhe a mesma pergunta.

Erguendo-se acima da sua humilde tarefa, o operário respondeu com orgulho: "Estou construindo uma grande catedral, senhor!"

Que resposta! Que visão! Um artesão medíocre não via nada além da tarefa específica na qual estava envolvido, mas ali estava um homem que, embora executando um trabalho de subalterno, olhava para além da argamassa e conseguia divisar o quadro completo.

Quando eu era adolescente, cantávamos um hino intitulado "Construindo Para a Eternidade". A primeira estrofe era mais ou menos assim:

Com alegria ou tristeza, estamos edificando
um templo que o mundo pode nem ver;
o tempo não pode danificá-lo nem destruí-lo;
construímos para a eternidade. - N. B. Sargent

Quer nos demos conta, quer não, todos estamos envolvidos na construção de um templo. Nossa tarefa pode não parecer importante, mas segundo o nosso texto estamos moldando a vida para ocupar um lugar no templo espiritual de Deus. Pergunte a si mesmo assim como eu me pergunto: "Sou eu como os pedreiros comuns na construção da Catedral de S. Paulo ou como o misturador de argamassa, que captou a visão do quadro completo?"



Bênçãos de Deus sobre Pessoas Idosas

História do velho criado que ia buscar água à fonte com dois potes, um deles rachado. Derramava água sobre o caminho e lindas plantinhas embelezavam o caminho com as suas flores. Eram o consolo e o motivo do velho criado não se desfazer dele. Podemos e devemos ser sempre úteis.
A parábola:

A Parábola dos dois Cântaros.

Hoje trago-lhe uma parábola que mostra que as limitações apenas são limitações quando as encaramos como tal.
Todos os dias de manhã um agricultor ia ao rio buscar água com dois grandes cântaros de barro, ambos pendurados na ponta de uma vara que carregava. A água que o agricultor trazia servia para cozinhar e para regar as hortaliças.
Um dos cântaros era perfeito, já o outro era defeituoso, tinha uma fenda e perdia metade da água pelo caminho.
Passados alguns meses do agricultor trazer a água nos dois cântaros de barro, o cântaro perfeito estava orgulhoso do seu trabalho. Por outro lado, o cântaro defeituoso sentia-se envergonhado por não conseguir desempenhar a sua missão.
Um dia, a caminho do rio o cântaro defeituoso decidiu conversar sobre a situação com o agricultor.
- Estou envergonhado com esta situação e quero-lhe pedir desculpa. – disse o cântaro.
- Porque é que estás envergonhado? – perguntou o agricultor.
- Nos últimos meses que transportei água não fui capaz de desempenhar a minha função da melhor forma e desperdicei muito água pelo caminho. – disse o cântaro.
O agricultor sorriu e disse-lhe:
- Quando voltarmos para casa olha para o caminho onde largas água.
Ao chegar a casa o cântaro defeituoso ainda estava bastante triste e o agricultor pergunta-lhe:
- Reparaste no teu caminho?
- Sim reparei. – disse o cântaro.
- E o que é que viste? – perguntou o agricultor.
- Vi flores a nascer e vários tipos de hortaliça criada. – disse o cântaro.
- Pois é, como reparei que eras defeituoso e largavas água pelo caminho, aproveitei para semear algumas sementes pelo teu caminho e por cada vez que íamos ao rio buscar água tu regavas essas sementes. As sementes cresceram e em breve podemos apanhar os vários tipos de hortaliça para vender no mercado. – disse o agricultor
Será que as suas limitações são um impeditivo para o sucesso?
Não.
A partir do momento em que encara as suas limitações com naturalidade e deixa de se sentir envergonho, vai encontrar no seu caminho grandes oportunidades de êxito.
Levante a cabeça, seja criativo e não tenha medo de arriscar.
 “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Plantados na Casa do SENHOR, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos, serão viçosos e florescerão, proclamarão: O SENHOR é recto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça. ” (Salmos 92:12-15 RA)
1) Introdução
É realçado a palmeira pelas suas características de permanecer verde no inverno e no verão. É uma árvore flagelada pelos ventos destas duras estações, verga, dobra-se, parece até que se vai quebrar. As procelas fazem que se torne uma árvore “mais bela, mais amiga, vencedora da idade e das procelas”, tem compridas raízes. O ser humano na terceira idade também pode ter beleza e partilhar experiencia de vida com as gerações mais novas.
Precisamos compreender que cada etapa da vida tem os seus encantos e desafios, porque a vida é um presente de Deus. Aqueles que conseguem chegar à chamada terceira idade são privilegiados, pois conseguiram sobreviver às lutas e tempestades de toda uma existência.
Infância, adolescência, juventude, maturidadeo tempo passa depressa. No dizer do escritor sagrado “tudo passa rapidamente e nós voamos”. As transições da vida são normais e inevitáveis. E a Bíblia dá alguns exemplos de pessoas que chegaram à terceira idade e nesta fase viveram felizes e realizados.

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2) Abraão foi um homem que viveu a terceira idade com um sentimento de realização. Quando lemos o que a bíblia diz sobre a vida de Abraão compreendemos qual era o segredo da sua felicidade:
· a) Abraão foi um homem de FÉ em toda a sua vida.
Desde o dia em que Deus o chamou para sair de sua terra e ir peregrinar em uma terra distante, Abraão aprendeu a confiar em Deus e a depender das Suas promessas. Não é em vão que Abraão ficou conhecido como o pai da fé e “amigo de Deus” (Tiago 2.23; Hebreus 11.8-19).
b) Abraão foi um homem OBEDIENTE a Deus em toda a sua vida.
Fé e obediência andam juntas. Abraão cria em Deus e portanto, obedecia. A maior demonstração que deu disso foi quando se dispôs a sacrificar o seu próprio filho Isaque por determinação de Deus (Génesis 22.1-14).
Quem aprende desde cedo na vida a obedecer a Deus incondicionalmente, tem na terceira idade uma consciência tranquila de que Deus, a quem procuramos servir, jamais nos desamparará.
 c) Abraão ANDOU COM DEUS toda a sua vida.
Através dos anos, ele desenvolveu um relacionamento pessoal e significativo com Deus. Deus fazia parte integrante da sua vida. Diariamente Abraão orava, falava com Deus, procurava ouvir e entender Sua vontade e segui-la.
Abraão partilhava continuamente com Deus as alegrias e dificuldades. Basta ler a história de sua vida para ver como isso é verdade. Não pensem que Abraão foi um privilegiado que diariamente tinha uma visão onde Deus lhe aparecia e falava diretamente com ele. As visões que Abraão teve foram poucas e muito espaçadas entre si, as vezes por anos a fio. Abraão aprendeu a andar com Deus pela fé.
Quando chegou a terceira idade, Abraão já tinha andado o suficiente com Deus para saber que o Senhor estava ali, ao seu lado. Que conforto extraordinário nos momentos de solidão!
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“”””Muitos irmãos da terceira idade sofrem o que a psicologia chama de “o Síndrome do Ninho vazio”. Isto acontece quando os filhos crescem e ao tornarem-se adultos saem de casa. Com o passar do tempo todos os filhos já não estão em casa. E agora na terceira idade os pais sentem saudades dos tempos em que todos estavam juntos. Nesta etapa a solidão atinge e muitos sofrem com isso.
Mas para os que sentem a solidão Jesus promete: “Eis que estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.
3) No Salmo que lemos o salmista declara: “Na velhice ainda darão frutos”. Vejamos então exemplos de homens e mulheres da Bíblia na terceira idade e seus frutos:
Calebe aos 85 anos falou do seu vigor.
Ana, com 84 anos não deixava o templo, mas adorava a Deus em Lucas 2:36-37
Abraão, na sua velhice, creu em Deus e ainda viu Sara ter um filho.
Josué, na terceira ainda conquistou muitas terras.
Barzilai, semeou generosidade e colheu gratidão na terceira idade. 2 Sam. 19:32.
David, experimentou a fidelidade de Deus na terceira idade. Ele declara no Salmo 37:25: “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão.”
4) Na revista “família – um presente de Deus existem algumas recomendações para aqueles que estão na terceira idade:
* Exercitem a vossa comunhão com o Senhor todos os dias.
* Dê um lugar especial ao Espírito e experimente a renovação.
* Aceitem de bom grado o que a vida vos oferece, sem viver a reclamar, porque como diz a palavra: “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.
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* Mantenham-se activos, usem o tempo com coisas úteis e que tragam benefícios ao próximo.
* Tenham uma vida produtiva tanto no seio da família como na casa do Senhor. Aqui no LAR
* Evitem o isolamento. Procurem ter amigos e mante-los através do vosso comportamento cristão.
* Acarinhem os vossos filhos; mesmo que que eles não vos tenham dado o que vocês esperavam, pois eles são parte do plano de Deus para vossa vida.
* Vivam simplesmente com um coração sempre agradecido.
5) Conclusão
Tenho visto algumas pessoas que aceitam a terceira idade como uma fase difícil. Outros aceitam como uma etapa da vida para se viver bem, com alegria e felicidade. Tudo depende de como se encara a realidade.
Como Cristãos, temos motivos para agradecer ao Senhor por nos ter concedido uma longa vida.
Mesmo que a vida não nos tenha proporcionado a realização de todos os nossos sonhos, a vida é um dom de Deus, um presente dado pelo Senhor. Por isso, tenham fé e sejam gratos, pois como diz Paulo aos Filipenses 1:6, “….aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.”
Que Deus vos abençoe.
 Culto apresentado no Lar Pessoas Idosas - Avintes

José Carlos Costa, pastor

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

DORMIR EM JESUS

Intr.: palavras de elogio fúnebre. Como homem,
Como esposo/a,
Como pai/mãe,
Como amigo/a,
Como cristão/ã.
1. Ler Rom. 1:16,17
 2. "Salvação, oh alegre som, que apraz aos nossos ouvidos! Excelente bálsamo para cada ferida, suave e calmante para os nossos temores."
 3. Sim, a glória do Evangelho é que ele satisfaz completamente a condição e a exigência da situação do pecador.
4. Ao homem culpado, ele revela perdão, regenera e santifica.
5. Ao aflito, comunica paz duradoura. Revela a existência de um mundo melhor.
6. Ao homem que estava destinado a permanecer para sempre no pó, ele comunica a gloriosa esperança da ressurreição. O evangelho oferece aos feridos pelas garras impiedosas da morte, ele diz as confortadoras palavras encontradas em I Tes. 4:13, 14...

I. Observemos a metáfora usada para descrever a morte.
A. Paulo diz que eles "dormem".
1. Esta ideia é frequentemente apresentada na Bíblia.
2. A metáfora representa a morte como um estado de repouso.
a. Está em perfeito contraste com a vida do cristão.
b. Durante os dias da sua vida, ele é um servo que trabalha na vinha do Senhor.
c. Mas chegado o tempo de Deus, o Mestre diz: "É suficiente; bem está servo bom e fiel".
3. A metáfora denota também (dormir) um estado de inconsciência.
a. Durante o sono, as avenidas dos sentidos estão fechadas.
b. Não vemos, não ouvimos, etc.
c. Somos insensíveis aos acontecimentos que nos cercam.
d. Disse o sábio Salomão: "... os vivos sabem que hão-de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma..." Ecl. 9:5.
4. A metáfora mostra também a duração limitada deste estado.
a. Algumas horas de sono, e o que dorme desperta revigorado.
b. Do mesmo modo a morte não é perpétua para os salvos.
c. A morte detém durante um curto espaço de tempo, e então será vencida para sempre (I Cor. 15:54, 55).

II. As palavras escritas por Paulo aos Tessalonicenses mostram uma importante característica dos justos.
A. Eles dormem em Jesus.
1. Isto significa que eles aceitaram a salvação enquanto viviam.
2. Deduzimos também que eles morreram em Cristo, assim como viviam n´Ele.
3. "Dormir em Jesus" significa que eles dormem na segura certeza do interesse pessoal que o Salvador tem por eles.
O vosso e nosso Mário Santos viveu em Cristo e para Cristo.

III. Observemos a gloriosa declaração feita a respeito daqueles que "dormem em Jesus".
A. "Deus os trará à vida" I Tes. 4:16 (The New English Bible).
1. Isto acontecerá no segundo advento de Cristo (v.16).
2. Jesus ressuscitará os Seus santos que dormem no pó da terra e os levará consigo, como um glorioso troféu; e assim, eles viverão para sempre com Ele...
3. Devemos realçar que aqueles que "dormem em Jesus" ressurgirão na primeira ressurreição. a. A Bíblia considera-os "bem-aventurados e santos" (Apo. 20:6).
4. Eles possuirão um corpo glorioso, semelhante ao de Cristo Jesus.
a. Ler Filip. 3:20, 21.
5. Eles serão co-herdeiros com Cristo para todo o sempre. (Rom. 8:17).

Conclusão:
1. O grande objectivo do Evangelho é preparar-nos para a vida presente, para a morte, para a sepultura, e mui especialmente para a eternidade.
2. Dá a consolação quando a morte ceifa os nossos entes queridos.
3. Apresenta a gloriosa certeza de uma família completa no último dia.
4. Mostra o caminho para um mundo onde não haverá mais doenças, lágrimas, morte nem dor.

Hinos 570, 571, 563, 554, 272, 274.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SERMÕES - ESPERANÇA PARA AS FAMÍLIAS


ESPERANÇA PARA AS FAMÍLIAS
(APRESENTAÇÃO)
A semana da família em 2008 coloca duas palavras juntas: “esperança” e
“famílias”. Falar de esperança é o compromisso mais importante de todos os
cristãos. Nisso se resume o plano de Deus para reconciliar o mundo consigo
através de Cristo. As “famílias” representam a estrutura social mais importante
do mundo, e elas são instrumentos de Deus nesse processo de reconciliação.
“Nossa obra para Cristo deve começar com a família, no lar… Não existe
campo missionário mais importante do que esse” (O Lar Adventista, pg. 35).
N essa semana desejamos explorar conceitos de família e de missão que
incluem: (1) evangelização dos membros da família no lar e (2) evangelização
realizada pelos membros da família em outros lares.
Chegou a hora de nossas famílias se unirem à longa fila de mensageiros que
proclamam: “Jesus ressuscitou”. (Mateus 28:7) Essa pratica dará às nossas
famílias o status de famílias com propósito.
As Escrituras nos mostram de maneira distinta como as primeiras famílias
foram atuantes na proclamação do Evangelho. “Diariamente perseveravam
unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições
com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia
de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que
iam sendo salvos” (Atos 2: 46 e 47).
Quando alguém realmente tem boas novas à contar, elas simplesmente têm
que ser transmitidas àqueles que estão próximos e que nos são queridos. Os
recipientes naturais de nosso empenho de partilhar o evangelho são as pessoas
que vivem perto de nós. (Deut. 6: 6 - 9) e (Rute 1: 14 - 18) Para entender o

terça-feira, 30 de julho de 2013

O PÃO DA VIDA

Pão é uma das palavras mais populares em qualquer idioma e um dos mais populares alimentos em qualquer nação.
A Bíblia refere-se a pão em nada menos de 392 versículos, sendo 315 na forma singular.
A célebre oração do Pai Nosso menciona o pão como sendo a necessidade básica da pessoa humana e deve ser buscado quotidianamente: “o pão nosso de cada dia nos dá hoje”, Mt 6.11.
A celebração da Senhor, instituída por Jesus após a última páscoa, incluiu dois elementos inseparáveis e insubstituíveis: pão e vinho.
Em qualquer parte do mundo é possível encontrar pessoas nos mercados, padarias, lojas de conveniência, quiosques, etc., à procura de pão.
Pão é um dos mais antigos e mais valiosos alimentos.
No capítulo seis e versículo 35 do Evangelho de João, o Senhor Jesus Cristo Se chama a Si mesmo de PÃO DA VIDA.
Das sete mais importantes declarações do Mestre, descritas no quarto Evangelho e conhecidas como os sete eu sou, essa é precisamente a primeira.
Essas sete declarações não são insignificantes. Jesus as expôs com o propósito de evidenciar Sua divindade pessoal. Ele não é como nós somos. Nós somos, a partir de nossa criação. Ele é eternamente, visto ser incriado e Criador.
Quando Jesus declarou aos judeus EU SOU, em Jo 8.58, o texto seguinte declara que os Seus ouvintes pegaram em pedras para atirar sobre Ele. Eles entenderam que Jesus estava expressa e claramente a referir-Se à Sua divindade, ou seja, Ele é o Jeová do Antigo Testamento.
Um texto relacionado, que merece ser lido, é Isaías 41.4,22.
Que significa ser Jesus o Pão da Vida?
1.   Em primeiro lugar, significa que Ele veio ao mundo a fim de suprir nossas mais profundas necessidades. Essas necessidades começam pela própria vida e passam necessariamente pelos alimentos.
2.   Em segundo lugar, significa que não existe vida sem Cristo. Ele é a própria vida, Jo 14.6. “Nele estava a vida”, Jo 1.4. Ele é o doador da vida, incluindo a ressurreição, Jo 11.25. Ele nos dá vida em todas as dimensões, incluindo física, espiritual e eterna, Jo 10.10.
3.   Em terceiro lugar, significa que devemos nos alimentar Dele, numa dimensão espiritual. O corpo se alimenta do pão natural; o espírito, do pão espiritual, que é Jesus. O corpo se alimenta pela boca; o espírito pelo ouvido, Rm 10.10. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”, Mt 4.4. Jesus é o Pão da Vida, que é também a própria Palavra de Deus, Ap 19;13. O capítulo seis de João abre com o extraordinário milagre da multiplicação de pães e consequente alimentação de uma grande multidão. Esse milagre tem o caráter de sinal e aponta transparentemente para a glória pessoal de Cristo, Jo 2.11; 20.30,31.
4.   Em quarto lugar, significa que Jesus tanto pode prover alimento natural quanto espiritual. A multidão no deserto (Mc 6) foi duplamente alimentada. Fartou-se do pão nosso de cada dia e do alimento que edifica a alma. Jesus declarou ser o Pão vivo que desceu do céu, ou seja, Sua capacidade de alimentar as multidões resulta do fato de ser Ele um Ser divino e celestial.
5.   Em quinto lugar, significa que Jesus é infinitamente superior a Moisés. Jesus é por excelência o supridor de nossas necessidades. Ele satisfaz completamente. Ele é um alimento superior ao temporário maná que caía no deserto, impossível de anular a mortalidade inerente a cada ser humano. Como PÃO VIVO Ele assegura imortalidade aos que Nele crêem. Essa imortalidade é plenitude da vida eterna. Jesus esclareceu aos judeus que não foi Moisés quem doou o maná. O maná era um símbolo, um tipo, uma figura do próprio Cristo, no período de Sua encarnação. Qualquer pessoa podia recolher o maná que caía no deserto e isto não requeria fé. Mas para ser espiritualmente alimentado por Jesus a fé é absolutamente indispensável. Além disso, como Pão, Jesus satisfaz a fome e também a sede, Jo 6.35. Isto não deve ser ignorado pelos que lêem a Bíblia Sagrada.
6.   Em sexto lugar, significa que podemos e devemos nos identificar com Cristo. Quando comemos pão, ingerimos todo o seu conteúdo e permitimos que todos os seus elementos nutrientes se associem ao nosso organismo. Quando nos alimentamos espiritualmente de Cristo, recebemos que Dele provém. Nós passamos a nos tornar parte Dele. Há séculos se costuma dizer que “a pessoa é aquilo que come”. Pessoas que se alimentam mal vivem mal. O crente se destaca no mundo especialmente por bem alimentado no mundo espiritual. E quanto mais nos alimentamos, tanto mais crescemos e prosperamos. O verso 57 de João 6 deve ser objeto de profunda meditação, devido as riquezas espirituais que o envolvem.

7.   Em sétimo e último lugar significa que Jesus estava apontando para o Calvário, ao apresentar-Se como pão vivo que desceu do céu. Cada vez que celebramos a Ceia do Senhor, em comemoração à Sua morte redentora lembramos os Seus sofrimentos, que podem ser avaliados ao pensarmos no penoso processo de fabricação do pão que vem para as nossas mesas. O pão moído, amassado, triturado e levado ao fogo torna-se um alimento vivo para nós. A morte de Cristo nos concede vida. A vida de Cristo nos sustenta. As palavras de Cristo nos vivificam. Graças ao Pai que nos permitiu conhecer a Cristo, o maravilhoso PÃO DA VIDA.

domingo, 28 de julho de 2013

O Propósito de Deus para a Família

Deus, em sua infinita bondade, quer que todos os seres se façam sua imagem e semelhança para assim herdar o Reino dos Céus. Para isso, desde o inicio dos tempos, fez um propósito para que todas as famílias se tornem seguidoras de seus ensinamentos.
Após criar Adão e Eva, Ele os uniu como marido e mulher, abençoou-os e então lhes disse: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a Terra e sujeitai-a.” Génesis 1:28. Era propósito de Deus que a Terra fosse povoada com seres criados à Sua própria imagem, compondo famílias que trariam glória a Ele e se tornariam membros da família maior no céu. Isaías 45:18; Efésios 3:14 e 15.
Apesar de o propósito original de Deus haver sido posto de lado como resultado do pecado humano, seu cumprimento final é certo. Romanos 8:28; Apocalipse 21:3 e 5.
A família é a génese da sociedade.
A família cristã é aquela em que Deus é reconhecido como objeto supremo de adoração. Ele é a cabeça, protetor, guia e instrutor de famílias assim. A família cristã é a menor unidade orgânica da igreja de Deus na Terra. Mateus 18:20. Também é escola onde os membros são professores e alunos que compartilham conhecimento e aprendem uns com os outros. A Palavra de Deus, juntamente com o livro da natureza, deve ser a principal fonte de instrução na escola da família. O objetivo da empresa familiar deve ser preparar estudantes para utilidade nesta vida e graduá-los para a escola de cima. Deuteronómio 6:4-9; Salmo 128:1-6.Uma obra especial de restauração na família foi profetizada para ter lugar antes da segunda vinda de Cristo. Malaquias 4:5 e 6.
I – O marido e pai
O marido cristão, como pai e sacerdote da família, é o seu protetor, instrutor, guia e provedor. Génesis 3:19; 1 Coríntios 11:3. Essa é a função é-lhe atribuída por Deus. Ele é responsável pelo bem-estar espiritual, mental e físico da sua família. Efésios 6:4; 5:28-31 e 33; 1 Timóteo 5:8; 1 Pedro 3:7.
Em conjunto com a esposa, deve ensinar os filhos a amar e obedecer a Deus, e criá-los para utilidade nesta vida e na vida porvir, de acordo com as instruções dadas na Bíblia. Como sacerdote na família, o pai é o chefe responsável pela instrução e treino religioso dos filhos. Também é o dirigente dos cultos de adoração matutinos e vespertinos. Génesis 18:19; 35:2-4; Josué 24:15; Colossenses 3:21.
II – A esposa e mãe
A esposa cristã, como mãe, é a principal instrutora dos filhos na família, especialmente nos tenros anos. Tem grande e importante responsabilidade em instruí-los e educá-los de acordo com as instruções dadas na Palavra de Deus. Juntamente com o marido, é responsável pelo bem-estar espiritual, mental e físico, e por desenvolver nos filhos caráter em semelhança divina para o tempo e a eternidade. Enquanto o pai é o laço de união da família, a mãe é a administradora do lar. Provérbios 31:10-31; Efésios 5:22-24, 33; 1 Tessalonicenses 5:23; 1 Timóteo 5:4; Tito 2:4 e 5.
III – Os filhos
Os filhos são herança do Senhor. Salmo 127:3-5; Provérbios 17:6. São o futuro da sociedade e da igreja de Deus na Terra. Foram confiados a pais e mães com o objetivo de serem instruídos e educados por eles para se tornarem membros da família de Deus no céu, e membros úteis da sociedade enquanto aqui na Terra. Salmo 144:12; Isaías 8:18. Os filhos devem aprender a amar, honrar e respeitar seus pais e a obedecer-lhes como apropriado no Senhor. Êxodo 20:12. Devem também aprender a amar e obedecer a Deus, e a respeitar ministros, professores, autoridades e todos os outros a quem Deus delegou autoridade. Os filhos devem ser educados e motivados a preparar-se para se tornarem coobreiros de Deus na Terra, aprendendo trabalhos e/ou profissões que possam ajudar a promover Seu reino e apressar a vinda de Cristo. Levítico 19:32; 2 Reis 2:23 e 24; Salmo 78:2-7; Provérbios 22:6; Efésios 6:1-3; Colossenses 3:20.
Deus criou o homem para a Sua própria glória, para que depois de testada e provada, a família humana pudesse tornar-se uma com a família celestial. é o propósito de Deus repovoar a Nova Terra com a família humana, caso se revele obediente a toda Palavra. Adão devia ser provado, para ver se seria obediente como os anjos fiéis, ou desobediente.
Nos tempos primitivos o pai era o governador e sacerdote da família. Exercia autoridade sobre os filhos, mesmo depois que estes tinham a própria família. Os descendentes eram ensinados a considerá-lo como chefe, tanto em assuntos religiosos como seculares. Abraão esforçou-se por perpetuar esse sistema de governo patriarcal, já que o mesmo favorecia a conservar o conhecimento de Deus. Era necessário ligar os membros da casa conjuntamente, para ser edificada barreira contra a idolatria que se havia tornado tão espalhada e profundamente estabelecida. Abraão procurou por todos os meios ao seu alcance guardar os domésticos no seu acampamento e evitar que se misturassem com os gentios e de participarem das suas práticas idólatras, pois sabia que a familiaridade com os maus corromperia insensivelmente os princípios. O máximo cuidado foi exercido para excluir toda forma de religião falsa, e impressionar o espírito com a majestade e glória do Deus vivo como o verdadeiro objeto de culto.
Para que os pais e mestres façam essa obra [educar os filhos], eles próprios devem compreender ‘o caminho’ em que a criança deve andar. Isso abrange mais que mero conhecimento de livros. Envolve tudo quanto é bom, virtuoso, justo e santo. Compreende a prática da temperança, piedade, bondade fraternal e amor para com Deus e de uns para com os outros.
“Nunca se pode acentuar demasiado a importância da educação ministrada à criança em seus primeiros anos de existência. As lições aprendidas, os hábitos formados durante os anos da infância, têm mais que ver com o caráter e a direção da vida do que todas as instruções e educação dos anos posteriores.
Os pais devem considerar isso. Eles precisam compreender os princípios que fundamentam o cuidado e a educação das crianças. Devem ser capazes de criá-las sadias física, espiritual e moralmente. Os pais devem estudar as leis da natureza. Cumpre-lhes familiarizar-se com o organismo humano. Devem conhecer as funções dos vários órgãos, suas relações e dependências mútuas. Devem estudar a relação entre as faculdades mentais e físicas, e as condições exigidas para a ação saudável de cada uma delas. Assumir as responsabilidades da paternidade sem esse preparo é um pecado.”
Ciência do Bom Viver, p. 380 – Ellen G. White
José Carlos Costa, pastor