sexta-feira, 16 de março de 2012

Ceia do Senhor


Lava pés: João 13
Talvez não exista advertência mais sábia a respeito do perigo de se experimentar o poder de Deus do que aquela registada na epístola de Paulo aos Coríntios. Eis aqui um povo que ele elogia e, ao mesmo tempo, disciplina de maneira muito firme.
Assim como Ele acolhe a experiência que eles vivem com os dons do Espírito, Paulo também exige que eles aprendam a graça do Espírito - o amor. O chamado para crescer em amor é fundamental para qualquer outro valor ou objetivo na vida cristã.

1 Co 13 indica este caminho, chamando a atenção para a ausência de valor em qualquer realização, dom ou sacrifício quando o amor não é a fonte e o tempero de todos eles.

O amor fraterno deve ser alimentado a tornar-se um fonte certa de serviço alegre.

Responsabilidade de uns pelos outros
"Disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Ele respondeu: Não sei; acaso, sou eu tutor de meu irmão?" Gén 4.9

O Amor aceita os que falharam contra nós
"Disse José a seus irmãos: Agora, chegai-vos a mim. E chegaram-se. Então, disse: Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito." Gén 45.4

O Amor cristão desinteressado em relação aos estranhos
"Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus." Lev. 19.34

Para aproximar-se de Deus, é necessário amar o próximo
"O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade." Sl 15.3

Amar os inimigos
"Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;" Mt 5.44

O amor tem espírito de servo
"Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará." João 12.26

O Amor fraternal procede da natureza divina
"Com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo." 2Pe 1.7-8

A AS PALAVRAS E AÇÕES DE JESUS NA CEIA DO SENHOR

Creio que é preciso ter em mente estes e outras porções da Palavra de Deus em toda a vida cristã para compreender o significado completo da Ceia do Senhor, temos que examinar cuidadosamente o que Jesus disse e fez na ceia última ceia com seus os discípulos.

"ESTE É O MEU CORPO"

Todas as fontes bíblicas dizem a mesma coisa sobre o que Jesus fez quando Ele começou a ceia (veja Mateus 26:26; Marcos 14:22; Lucas 22:19; 1 Coríntios 11:23-24).

Ele fez três coisas: depois de ter lavado os pés.
1. Ele pegou o pão
2. Ele agradeceu a Deus
3. Ele partiu o pão

Curiosamente, como vemos em Marcos 6;41 e Marcos 8:6, ele fez as mesmas três coisas quando ele alimentou os cinco mil e os outros quatro mil.

De acordo com os quatro relatos da última ceia, o que Ele disse quando pegou o pão foi "este é o meu corpo". Jesus estava a dizer que Ele daria o seu corpo em sacrifício para que nós tivéssemos vida.

Este pensamento encontra-se mais claro em 1 Coríntios 11:24, aonde está escrito "Este é o meu corpo que entregue por vós" (ou em alguns manuscritos mais antigos "Este é o meu corpo que é partido por vós").

"FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM"

Esta foi a forma que Jesus encontrou para dizer aos seus seguidores que repetissem essa ação como um sacramento, ou uma cerimónia religiosa, através dos tempos.

Para nós a comunhão não é para repetir o sacrifício de Cristo, mas para relembrar com gratidão que Cristo nos amou a ponto de morrer por nós.

Devemos enfatizar que "em memória" é mais do que simplesmente lembrar-se do que aconteceu no passado. No pensamento bíblico, "em memória" normalmente envolve tornar real no presente o que foi feito no passado (veja Salmos 98:3; Eclesiastes 12:1).

"ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA"

Jesus pegou uma taça de vinho, deu graças e deu aos seus discípulos para que todos eles bebessem. Esse foi o mesmo jeito que ele fez quando distribuiu o pão. Mas nas palavras de Jesus referentes ao vinho, ele introduziu um novo conceito na discussão sobre a aliança.

Mateus e Marcos recordam as palavras de Jesus como "isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança" (Mateus 26:28; Marcos 14:24). Lucas 22:20 fala "Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado por vós" e 1 Coríntios 11:25 é semelhante a isso.
Todas essas referências à aliança levam-nos de volta ao ritual do Velho Testamento de fazer uma aliança (um acordo ou tratado) com sacrifício, como na aliança entre Deus e Israel depois do Êxodo (Êxodo 24:1-8). Eles também sugerem que a esperança de uma nova aliança, descrita em Jeremias 31:31-34, foi realizada em Cristo.

"É DERRAMADO PARA PERDOAR OS PECADOS DE MUITOS"

É importante que nós reconheçamos que a ceia do Senhor também está ligada com o que Isaías 53 diz sobre o Servo sofredor do Senhor se colocou "por expiação do pecado" (Isaías 53:10).

Lucas 22:37 inclui entre as palavras de Jesus: "Porquanto vos digo que importa que se cumpra em mim isto que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Pois o que me diz respeito tem o seu cumprimento." O verso que Jesus cita - Isaías 53:12 - também diz que "derramou a sua alma até a morte," e que ele ; "levou sobre si o pecado de muitos". Mateus 26:28 diz que o sangue de Jesus foi "derramado por muitos para remissão dos pecados". A taça da comunhão, então, deve lembrar- nos o sangue de Jesus foi derramado como uma oferta para cuidar/resolver os nossos pecados.


“Cristo não atraiu a atenção para o Seu ato a fim de receber admiração pública. Desejava ensinar uma importante lição. Não fez nem usou vinho fermentado. ... Cristo transformou água em vinho, mas usou vinho fresco das uvas, e nunca algum outro. Ele é nosso exemplo em todas as coisas e, antes de Sua morte, deixou como último legado à Sua igreja o pão, representando Seu corpo oferecido pelos pecados do mundo, e o vinho, representando Seu sangue derramado. Nada se poderia usar, a não ser pão não levedado e vinho sem fermento. Nada se deve usar de natureza fermentada na cerimónia da Santa Ceia, pois o vinho fermentado destruiria o símbolo que representa o sangue de Cristo. Podemos todos considerar essa questão como esclarecida para sempre.”
Cristo Triunfante, Meditações 2002, p. 229

sexta-feira, 9 de março de 2012

Reações Negativas ao Sofrimento

Êxodo - 14 : 8 -14
A reação ao sofrimento é, talvez, o fator mais determinante e marcante para distinguir o tipo e a característica da personalidade humana. Ou seja, a maneira como reagimos ao sofrimento e problemas vai informar a característica da nossa personalidade!
Enquanto algumas pessoas se deixam abater e chegam mesmo ao desespero, diante das dificuldades da vida, outras, enfrentam situações dificílimas e superam o problema e a dificuldade.
Por que acontece isto?.... Por que as pessoas reagem de forma diferenciada? Por que alguns fazem do problema um trampolim para a vitória, enquanto outros fazem dele um “escorrega” para a derrota?
Há fatores de ordem emocional, física, disciplinar e espiritual que atuam interagindo no interior do ser humano, levando-o ao equilíbrio ou ao descontrole diante dos fatos negativos que o acometem.
A palavra de Deus nos mostra exemplos de dois casos. Exemplos que podem servir de ensinamento e advertência para nós hoje. Portanto, vamos procurar retirar de reações negativas ao sofrimento, os ensinos que a Bíblia contém para cada um de nós.

Reação Negativa ao sofrimento - SENTANDO E CHORANDO.

Veja o caso do apóstolo PEDRO por exemplo. No Evangelho de Mateus 14:66-72, nós temos a história do discípulo mais dedicado e desprendido, que diante do sofrimento que o atingiu ao constatar que tinha traído seu Mestre, vai retirar-se, e a sós, chorar copiosamente!
Aliás, no choro, propriamente, não há nenhum mal. Afinal de contas, as situações difíceis atingem o nosso equilíbrio emocional, levando-nos às lágrimas diante de problemas tristes ou trágicos
... isto é natural, e, de acordo com o grau de sensibilidade da pessoa, até benéfico do ponto de vista psicológico, segundo os entendidos, pois de alguma forma descarregamos emoções que, contidas, poderiam trazer consequências prejudiciais ao nosso organismo como um todo.
O NEGATIVO reside no fato de sentar-se apenas! .... que este sentar-se venha acompanhado do choro, ... sem problema algum. O que é extremamente negativo, é quando este “sentar-se e chorar” não conduz a qualquer outra reação a não ser lamentação e lamúria!
Que você chore, que você se constranja com os momentos difíceis que te abate, isto é muito natural...... mas o que não pode acontecer é ficarmos indefinidamente sentados, chorosos, lamentando e atraindo para nós a comiseração de terceiros. E felizmente, para a história do Cristianismo não foi isto que aconteceu com o apóstolo Pedro!!!

Reação Negativa ao sofrimento: fugir do problema.

Você se lembra do aconteceu com o profeta Jonas? - Em seu livro, principalmente nos primeiros versículos, nós temos a história de sua angústia diante do problema desafiante que o Senhor lhe lançou. - Sofrendo com o que lhe poderia acontecer ao pregar a uma cidade estranha a mensagem que Deus tinha para ela, JONAS embarca em um navio em direção contrária.
O restante da história todos nós sabemos. As consequências de sua fuga foram extremamente negativas para ele, até que o Senhor foi ao seu encontro, tirou-o do fundo do mar em que afundara, e lhe deu uma nova oportunidade.
Não podemos fugir do sofrimento, não podemos driblá-lo ou ocultá-lo em nosso viver! Não podemos fazer, como muitos sugerem, uma simulação de vida normal e alegre, quando no fundo o seu coração está em frangalhos por algo que o atormenta e acusa.
Enfrentar o problema de frente: Confessar o erro, se for este o problema. Enfrentar o tratamento médico, se for esta a receita. Fazer contato com nossos credores e programar o acerto de contas. Sentar e pedir perdão à quem ofendemos ou magoamos. Chorar a perda e a tristeza da partida do ente querido, guardá-lo na saudade, e seguir em frente, inclusive para honrar sua memória. Enfim, o que não pode acontecer com você é “embarcar em um navio para Tarsis”, quando o Senhor esta querendo você em Nínive!!!


Reação negativa ao sofrimento: esconder-se.

As vezes as pessoas não foge aos problemas como no caso de Jonas, mas procura esconder-se, camuflar-se. É mais ou menos como a figura do avestruz que, para não ver o perigo, enfia a cabeça na areia.
... os discípulos de Jesus fizeram isto! O Evangelho de Mateus 26:47-56 conta a história da prisão de Cristo e termina de forma triste e melancólica, informando que todos os seus discípulos desapareceram, esconderam-se na mata ao redor de Getsémani.
E além deste texto, O evangelista Lucas (23:49) nos informa que diante da crucificação de Cristo, “todos os conhecidos de Jesus, e as mulheres que o haviam seguido desde a Galileia, estavam de longe vendo estas coisas”. ..... esconderam-se!
O cristão não pode esconder-se diante do sofrimento. Não pode olvidá-lo (esquece-lo) como se ele não existisse. - Como podemos nos esconder do sofrimento?...
...Se o motivo da tristeza é algum relacionamento rompido, simplesmente desaparecer diante da pessoa atingida ou que o atingiu. Se é algum desenlace negativo com o filho ou filha, pai ou mãe, irmão ou irmã, tornar-se indiferente diante deles. Se é o trauma da morte de algum ente querido, passar e querer a viver como se ele estivesse ainda presente, sem enfrentar as mudanças necessárias.
O estudiosos da psiquê humana afirmam que este comportamento pode ser gerador de traumas e mesmo reações extremadas no futuro, simplesmente porque procurou-se conviver com o problema sem solucioná-lo, tentando esconder-se ou escondê-lo, enquanto ele pode estar gerando um temporal maior no futuro.

Reação negativa ao sofrimento: falta de fé.

É impressionante o que lemos em Êxodo 14:8-14. O povo de Israel havia acabado de assistir coisas maravilhosas ocorrerem em seu favor, pela instrumentalidade de Moisés e a operação do Senhor.
Um cativeiro de 430 anos havia terminado. Faraó com todo o seu poder, havia sido derrotado. Os despojos retirados do povo egípcio como pagamento pelo trabalho escravo que os judeus prestaram. A prova de amor de Deus dirigindo o povo, já no início da jornada, estava patente na nuvem que guiava durante o dia e no fogo que iluminava a caminhada noturna.
....ainda assim, diante do primeiro sinal de perigo, do primeiro indicador de medo e pânico, este mesmo povo tão abençoado dá uma demonstração imensa de falta de fé e confiança no Senhor que o guardava. - Reclamam de Moisés, indagam o porque os tinha tirado do Egito. E ironicamente criticam Moisés dizendo:
“Seria melhor a gente ter morrido lá no Egito...”
Diante do primeiro sintoma de problema, a falta de fé e confiança nos aniquilaram e os abateram. O povo reage negativamente ao sofrimento pela sua incredulidade!
Na vida cristã não podemos enfrentar o sofrimento desta forma. Diante da dificuldade e da dúvida, nosso primeiro impulso há que ser o de confiar em Deus! Esperar suas promessas. Aguardar a providência DELE. Fazer a nossa parte, fazer o que nos compete, e orar para que ELE conduza todo o processo e a vitória seja alcançada. .... - Quando o povo clamou, o Senhor apenas disse a Moisés: “DIGA AO POVO DE ISRAEL QUE MARCHEM!”.

Reação negativa ao sofrimento: o desejo de morrer.

Um dos momentos mais marcantes da vitória de um profeta de Deus sobre o sofrimento foi o de ELIAS. O que aconteceu no Monte Carmelo (ou seja, a vitória sobre os 450 profetas de Baal), foi sem dúvida, uma das maiores comprovações do poder de Deus na vida de seu servo diante do sofrimento!
Entretanto ELIAS pagou um preço para conquistar sua vitória. Jezabel, a esposa pagã de Acabe, desejou a vingança e começou seu trabalho de perseguição a Elias. Bastou ela iniciar seu trabalho de vingança e Elias, o grande vitorioso de Carmelo saiu em fuga, abatido e vencido, desejando morrer. O livro de 1 Reis 19:1-7 registra a narrativa deste triste momento: “... Elias foi sentar-se debaixo de um zimbro, e pediu para sí a morte, dizendo: Já basta, ó Senhor, toma agora a minha vida”.
O cristão não pode proceder assim. Diz o ditado que “enquanto há vida, há esperança”. Para o cristão o significado deste ditado é muito mais profundo, porque o cristão sabe que mesmo depois da morte, para nós há vida e esperança. A vida não termina com a morte, mas começa exatamente aí.
Sentar e aguardar a morte foi um deslize na vida do profeta que, diante de uma nova prova de sofrimento e angústia, esqueceu-se do poder do Senhor que esta por trás dele. - Tanto é que a Palavra de Deus nos diz que o SENHOR vai levar Elias até Horebe, vai falar com ele, e Elias vai sair dali revigorado e pronto para enfrentar novos desafios na vida.

Conclusão:

O que nos compete como cristãos é reagir com coragem e resistência ao sofrimento. Sabemos que isto não é fácil! Fica inclusive muito difícil e injusto julgar como os outros reagem às difíceis provas em suas vidas.
Cada um de nós, no fundo do seu coração e nos seus exames íntimos com o Senhor, sabe o quanto lhe custa enfrentar tais momentos...
No entanto, o que podemos afirmar pelo que a Bíblia nos ensina é que diante do sofrimento, não cabe apenas sentar e chorar, fugir ou esconder-se, perder a fé ou desejar a morte, mas sim, confiar em Deus e, redobrar o ânimo e seguir em frente.

A SÚPLICA QUE DEUS OUVE

Já sentiram o peso terrível do pecado? Alguma vez a vossa consciência vos acusou tanto que sentiram que estavam perdidos para sempre?

Não há sentimento pior do que sentir o peso do pecado. Talvez a principal causa das incertezas e angústias desta vida seja uma consciência condenada pelo vivo sentimento do pecado.

O salmista estava tão angustiado e experimentava tanta aflição que escreveu: “Das profundezas clamo a ti, Senhor. Escuta, Senhor, a minha voz, estejam abertos os teus ouvidos às minhas súplicas.” Salmo 130:1, 2

O salmista sentia o peso do seu pecado, sentia desespero. O peso da culpa eram como águas profundas que o cobriam e o afogavam.

Na verdade é nas profundezas que está todo o que vive no pecado. O pecador não vê a realidade. Todo pecador desce a essas profundezas, quando em pecado.

Embora haja quem pense que não pecam, as Escrituras Sagradas declaram: “Não há homem que não peque”. Iª Reis 8:46. E em I João 1:8 lemos: “Se dissermos que não temos pecado, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.”

Por outro lado há muitas pessoas hoje, que pensam que o pecado é uma coisa trivial, sem consequência. Mas a Bíblia afirma que o pecado é na realidade excessivamente mau. Eis o que diz o profeta Isaías: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros.” Isaías 6:5

O mesmo profeta Isaías diz no capítulo 59 no verso 2: “As vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus.”

Perguntamos: o que é pecado? As Escrituras Sagradas definem o pecado como “Transgressão da Lei”. I João 3:4.

É muito importante conhecermos os Dez Mandamentos, que se encontram em Êxodo 20. Devemos conhecer a Bíblia e tudo o que nela contém. Esse conhecimento é protecção contra o pecado.

O salmista escreveu: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti.” Salmo 119:11. Não há esperança para o homem se Deus o tratar segundo os seus pecados. Mas o Senhor não observa o pecado, não o toma em conta, quando nos arrependemos.

Foi quando David disse a Natã: “Pequei contra o Senhor”, que o profeta lhe pôde assegurar: “Também o Senhor te perdoou o teu pecado.” II Samuel 12:13

O reconhecimento do pecado é o princípio da salvação. Quando descemos às profundezas da confissão é que subimos às alturas do perdão. Quando reconhecemos a nossa culpa, o nosso pecado; é quando alcançamos perdão.

Pela riqueza da Sua graça em Cristo, Deus perdoa todo o pecado, mesmo o mais vil, o mais hediondo.

Jesus deu a dimensão do perdão de Deus ao seu discípulo Pedro, que lhe perguntou se deveria perdoar até sete vezes. Então Jesus lhe disse: “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. Mateus 18: 22

Todas as vezes que pecamos, não importa a quantidade; se nos arrependemos e confessamos o nosso pecado a Deus, ele nos dá perdão, pleno perdão. A promessa é: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.” I João 1:9

Deus ouve a súplica de perdão, mas essa súplica deve ser sincera, deve ser um grito da alma arrependida. “Das profundezas clamo”, disse o salmista.

A sua oração não era um pedido dúbio, mas um veemente apelo, em que ele colocava toda a sua alma. Deus diz: “Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração.” Jeremias 29:13

Se fizermos isso, suplicando o perdão, Deus perdoa e esquece. “Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.” Jeremias 31:34

O perdão de Deus é dado sob a condição do pecador estar desejoso e decidido a deixar o pecado. O perdão de Deus envolve a recuperação do homem.

Deus não pode perdoar se persistirmos em continuar no pecado. “Cessai de fazer o mal”, foi a condição colocada por Deus, diante do Seu antigo povo, num tempo de grandes pecados, para que Deus lhes perdoasse. (Isaías 1:16).

Deus dá perdão quando vê a disposição do pecador de não voltar a pecar. O perdão divino deve despertar temor pelo Deus perdoador. Temor que nasce da gratidão e que leva o pecador a envergonhar-se de ofender a Deus: e é levado a uma espontânea obediência.

Muitos não se importam com essa salvação. Não a desejam, só querem de Deus o libertação da dor. Só, querem a solução dos problemas, a prosperidade nos negócios. Mas não buscam o perdão. Não estão interessados na salvação. Que tragédia!

Jesus disse: “... que aproveitará ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Mateus 16:26

A redenção de Deus traz libertação do peso esmagador da tristeza. O Salvador Jesus Cristo, é revelado como conhecendo as nossas dores e tendo empatia por nós.

Ele passou pelo caminho por onde nós passamos, sofreu como qualquer membro da família humana, sofreu até o sangue, até a morte. E “naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados”. Hebreus 2:18

A redenção de Deus inclui o suprimento das necessidades da vida. Por isso lemos: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com acções de graças. E a paz que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus.” Filipenses 4: 6 e 7.

A copiosa redenção de Deus envolve também a libertação do poder da morte. “Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá.” João 11:25.

Para o crente a morte nada mais é que um sono, um momento de silêncio no sepulcro, até se cumprir a promessa do Senhor: “Eu o ressuscitarei no último dia” João 6:40

Prezado amigo, se nos sentimos nas profundezas do abismo, perdidos, e com dor no coração, clamemos a Deus, e Ele nos ouvirá em Cristo. Deus ouvirá e perdoará.

Jesus continua a dizer: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” Mateus 11:28

Neste instante podemos abrir o coração a Deus em oração e colocar diante dEle toda a nossa vida? Jesus espera por si. Digamos agora a Deus o que está no nosso coração. Tenho plena certeza que Deus nos ouvirá e ajudará!

JOÃO BATISTA

Alguma vez você seguiu o caminho cristão mesmo sob forte ameaça de morte? Será que estaríamos prontos para a condenação, por sermos cristãos e seguirmos firmemente o nosso caminho? Será que quando as coisas ficarem mais difíceis e o mundo instituir pena aos cristãos você ficará firme nos caminhos de Jesus?

Não temos muito conhecimento ou tantas informações sobre a importante figura de João Batista. A Bíblia relata em poucas palavras a jornada deste homem de Deus, Evangelista por natureza.
Hoje nós conhecemos algumas pessoas que lutaram pelo que criam. Joana D’Arc é uma dessas pessoas. Lutou e morreu crendo em algo, mesmo quando as pessoas ao seu redor, que se sentiram ameaçadas, destruíram a sua vida, crendo que ela seria um problema.
Acreditavam alguns que ela não via nada do que imaginava. Não via a Cristo e muito menos era cristã. Alguns, com medo de sua influência a consideraram como bruxa. Morreu em uma época triste e é relembrada até hoje, por livros e filmes.
Martin Luter King foi um exemplo de guerreiro da virtude. Pregava a liberdade e igualdade entre os homens. Sonhava com um mundo onde a paz reinaria.
Acreditou que poderia passar, pelo menos a alguns, o verdadeiro significado do viver, mesmo existindo intrigas e rebeliões ao seu redor. Seu sonho de um mundo pacífico não morreu com ele após seu assassinato, pois sua história é relembrada e tida como a história de um revolucionário do bem.
Mais próximo de nós temos Tiradentes. Ele é um marco da liberdade e do sonho. Foi o líder da Inconfidência Mineira. Apesar de morrer e ser esquartejado trouxe ao Brasil a vitória e a liberdade. Também é um marco histórico na vida de nosso país.
O mundo está repleto de histórias e ficções de heróis que se tornaram marcos na vida humana e pontos de referência ao mundo. Quando se pensa em liberdade, lembra-se de alguém; Quando se pensa em conquistas, pensa-se em outro alguém. Mas e quando se pensa em vitória cristã e na pregação? E quando se pensa em morrer sabendo que o Deus do Universo usou-o para batizar Seu Filho?
Pensa-se na figura de João, conhecido como o Batista. Ele era um grande evangelista. Sua missão era preparar o caminho para o povo receber Jesus, o Filho de Deus, e em seus sermões convertia multidões.
O próprio Cristo referiu-se a João como um marco da história. “Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista”. Mateus 11:11
Para ser referencia do próprio Cristo, o Filho do Altíssimo, deveria ser um grande homem. Provavelmente o maior até os dias de hoje.
João era muito mais do que um profeta. “Pois ao passo que os profetas haviam visto de longe o advento de Cristo, a João foi dado contemplá-Lo, ouvir do Céu o testemunho de Sua messianidade, e apresentá-Lo a Israel como o enviado de Deus” O Desejado de Todas as Nações, pág 200.

Além de ser primo real de Jesus, foi ele quem batizou Jesus e do céu, João ouviu as palavras do próprio Deus dizendo: “Este é o meu filho amado em quem tenho prazer”.
Este era João, homem de Deus. João “Era a luz menor, que havia de ser seguida por outra maior”, Jesus Cristo. O Desejado de Todas as Nações, pág. 201.
Mas a vida dele não foi apenas uma vida de pregação ou uma vida simples, em meio à natureza, se alimentando de gafanhotos e mel silvestre. Sua vida teve algumas provações que muitos de nós temos.
O Rei Herodes Antipas, governante supremo, só era dominado por César, mas tinha contato com a pregação de João Batista. Ouvia a pregação de João e sabia que ele era um profeta de Deus. Quando João o chamou ao arrependimento, tremeu perante o profeta.
João mostrava-lhe que a aliança com Herodias, a mulher de seu irmão, era má. Como poderia um irmão ficar com a mulher de outro irmão? João não temia o mundo e sua natureza, por isso procedeu de forma fiel, buscando o arrependimento de Herodes tentando leva-lo a aceitar Jesus Cristo.
“Por algum tempo Herodes procurou francamente quebrar a cadeia de concupiscência que o ligava; mas Herodias prendeu-o mais firmemente em suas redes, e tomou vingança do Batista induzindo Herodes a lança-lo na prisão”, O Desejado de Todas as Nações, pág. 194.
João foi aprisionado. Era prisioneiro por sua lealdade à verdade e a Cristo, a quem servia. Apesar de não conhecer e compreender a natureza do reino de Cristo, um reino vindouro e real, cria em Cristo e Suas palavras.
Herodias não suportava ver aquele profeta querer desfazer os laços que os mantinha juntos. Era plano de Herodes soltar João, pois sabia e temia o profeta de Deus. Sabia que ali não prevaleceria.
João, mesmo estando preso, continuava a lutar contra o mal de Herodes, buscando o seu arrependimento. Em uma noite de festa, o profeta de Deus teve seu destino traçado pelas mãos de Herodias.
Ela planejou o golpe que acabaria de vez com o profeta que tentava abrir os olhos de Herodes. Pôs sua filha a dançar perante o poderoso Herodes. Salomé era bela, e conseguiu seduzir Herodes, que em um momento de estupidez, prometeu o que ela quisesse, até se pedisse a metade de seu reino, ele daria.
Herodes mal sabia o que fazia. Herodias chamou sua filha e lhe disse para trazer a cabeça de João em uma bandeja. Salomé foi até Herodes e declarou o desejo, e este, por motivos de honra, mesmo sem querer foi obrigado a matar João, o profeta do Altíssimo.
Assim ocorreu a morte de João, o Batista. João imaginava o que poderia acontecer com ele enquanto estivesse na prisão. Mesmo assim, não temeu a morte, pois confiava em Deus, e conhecia o seu filho, Jesus.
Você seria capaz de enfrentar a nobreza por causa de Jesus? Você seria capaz de lutar contra o mundo, mesmo sabendo que o mundo voltar-se-ia em peso contra você?
Não é preciso mais do que uma simples postura para se tornar um herói. Você não precisa morrer, mas tão somente entregar a sua vida a Jesus, e dizer ao mundo a sua opinião: Eu sou Cristão e não abro mão.
Siga o exemplo de João, o Batista, e viva por Cristo nesta terra, pois ao final você receberá o galardão e a vida eterna. Seja um herói hoje mesmo. Um herói de Cristo.

Qual o significado do batismo nas águas?

I. Introdução

Estamos aqui numa ocasião especial, onde receberemos como membros desta igreja, através desta cerimónia de batismo, os irmãos que se prepararam na classe dos novos decididos.

É por causa deste momento, que desejo refletir sobre o significado do batismo para nós crentes.

Jesus ordenou que todos os que cressem n’Ele fossem batizados na água. Em Mateus 28:18,19 o texto diz: “Aí então Jesus veio a eles e lhes disse: Toda a autoridade no céu e na terra foi dada a Mim. "Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.

Assim, este batismo, que consideramos cerimonial, é uma manifestação externa de uma graça de Deus que internamente recebemos de Cristo. Ele representa o testemunho público da fé que a pessoa tem no Senhor Jesus Cristo. O Batismo nas água também simboliza o lavar regenerador e renovador produzido pelo Espírito Santo no pecador perdido no ato da conversão.

O Batismo é obrigatório porque é uma ordenança deixada por Jesus à Sua Igreja. Jesus diz: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. (Mt 28.19).

II. O batismo cerimonial nos revela tres verdades importantes para nossas vidas:

a. Jesus Morreu… Eu Morri Com Ele

"Pois sabemos que o nosso antigo ego foi crucificado com Ele, afim de que o corpo do pecado pudesse ser aniquilado para que não mais fôssemos escravos do pecado — porque qualquer pessoa que morreu já foi liberta do pecado " (Rm 6:6.7).

A Bíblia não está aqui a falar da nossa morte física, mas da morte do velho homem. O velho homem que representa a nossa natureza dominada pelo pecado, morre e passamos a ser dominados totalmente por Cristo.

b. Ele Foi Sepultado…Eu Fui Sepultado Com Ele

“Ou vocês não sabem que todos nós, os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em Sua morte? Fomos, portanto, sepultados com Ele através do batismo na morte” (Rm 6:3.4).

c. Ele Ressuscitou…Tenho Uma Nova Vida N’Ele

"… a fim de que, assim como Cristo ressuscitou dentre os mortos através da glória do Pai. nós também pudéssemos viver uma nova vida. Se nos unimos com Ele em Sua morte, certamente também nos uniremos com Ele em Sua ressurreição" (Rm 6:4,5).

Romanos 6:4,5 esta nos mostrando que agora somos uma nova criação em Cristo! E assim vivemos uma nova vida!

É assim que a palavra diz: "Ora, se morremos com Cristo, cremos que também viveremos com Ele. Pois sabemos que uma vez que Cristo ressuscitou dentre os mortos, Ele não pode morrer novamente. A morte não mais tem domínio sobre Ele. "Em Sua morte, Ele morreu para o pecado de uma vez por todas, mas a vida que Ele vive, Ele a vive para Deus. Semelhantemente, considerem-se mortos para o pecado, porém vivos para Deus em Cristo Jesus"(Rm 6:8-11).

No batismo da água declaramos que não seguimos o Reino das Trevas. Somos uma Nova Criação em Cristo e pertencemos ao Reino de Deus!

“Portanto, se qualquer pessoa está em Cristo, ela é uma nova criação. As coisas velhas já passaram e as coisas novas já vieram" (2 Co 5:17). O baptismo lembra-nos que a nossa antiga vida foi aniquilada na morte de Jesus, e agora graças a ressurreição passamos a ter uma nova vida totalmente nova para viver.

3. Conclusão
Precisamos compreender que o Batismo não salva nem complementa nada na salvação de alguém, isto quer dizer que ele não tem poder salvífico. A salvação é uma dádiva de Deus recebida unicamente pela fé em Jesus Cristo. O Batismo também não fará o crente mais santificado, nem mais forte, nem mais abençoado.

Então, perguntaria alguém, para que ser baptizado? Se o batismo não tem virtude salvadora nem santificadora? A resposta a esta pergunta é simples: Batizamos as pessoas porque Jesus mandou que os que cressem nEle fossem batizados (Mt 28.18,20).

Lembro que numa determinada Igreja, o pastor perguntou a uma menina de 12 anos de idade, no momento do batismo: “Por que razão queres ser batizada?” A menina respondeu: “Por que só agora sei que Jesus é quem me salva”.

O batismo deve ser administrado naquelas pessoas que crêem no Senhor Jesus Cristo como único e suficiente Salvador. Em Atos 8:36 após ouvir a palavra o eunuco pergunta a filipe: “… Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus… e Filipe o batizou”. (At 8.36). Assim, a grande condição para que alguém possa ser batizado é que este tenha confessado com honestidade de coração que Jesus Cristo é o seu Senhor e salvador pessoal.

Que Deus abençoe a todos em nome de Jesus.

terça-feira, 6 de março de 2012

O SIGNIFICADO DA INTERCESSÃO

1 Timóteo 2.1
Quero adiantar que a Intercessão é a chave que move ou retém a mão de Deus.

O apóstolo Paulo declarou que interceder é uma prática que deve ocupar o primeiro lugar na importância na vida da igreja. Ele disse: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens”.

Não há registo de Jesus ter ensinado os seus discípulos a pregar, a adorar... mas ensinou-os a orar.

Há pelo menos três pontos básicos sobre Intercessão, que importa conhecermos bem, a fim de praticarmos com êxito este ministério.

...o primeiro ponto básico sobre o tema “Intercessão”, é este:

1. Interceder significa literalmente “mediar”. Interceder é colocar-se no lugar do outro e pleitear, defender, a causa dele.

O intercessor levanta as mãos para Deus e diz: “Senhor, eu coloco-me diante do Senhor para lutar em favor de Fulano. Eu apresento a minha vida, a minha fé, a minha insistência como um argumento para que o Senhor o abençoe”.

Portanto, o intercessor é alguém que, com humildade, mas com ousadia, “luta com Deus”, por assim dizer, em favor do seu semelhante.

A mão de Deus pesa sobre o pecador, mas ela pode também ser estendida para abençoar o pecador... portanto, o ministério do Intercessor é precisamente fazer isto: que a mão de Deus venha sobre o pecador para o abençoar.

DEUS PROCURA INTERCESSORES

Deus é Amor, mas ao mesmo tempo é Santo e Justo... por isso, tem que punir o pecado, tem que condenar o pecado... mas, ainda assim, Deus espera para ter misericórdia.

Vamos ler Ez 22.23-31

Nesta passagem, Deus fala sobre o pecado que havia dominado todos os níveis da nação... os profetas, os príncipes, os sacerdotes, e por fim, todo o povo se tinha corrompido.

Então, nos v.31, Deus desabafa: “Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum. Por isso derramarei a minha ira sobre eles e os consumirei com o meu grande furor; sofrerão as consequências de tudo o que fizeram. Palavra do Soberano, o SENHOR”.

Que declaração chocante! Deus buscou um (apenas um!) homem que intercedesse por aquela gente... como não encontrou, Ele teve que descarregar Seu juízo sobre o povo.

Hudson Taylor, soube desta busca de Deus e fez o compromisso de interceder. Ele declarou: “Durante mais de quarenta anos, o sol nunca se levantou na China, sem me encontrar de joelhos, em oração”.

Outra passagem muito forte é Is 59.12-16:

Este texto revela que o errado era tratado como sendo o correto naqueles dias (e a coisa não mudou muito...), e termina por descrever a reação de Deus, no v.16: “Ele viu que não havia ninguém, admirou-se porque ninguém intercedeu”.

Estas duas passagens (Ez 22 e Is 59) mostram com clareza, como Deus precisa de intercessores para abençoar vidas, e como é frustrante para Ele, em muitas ocasiões, quando os intercessores não são encontrados.

Jesus foi e continua sendo o maior de todos os intercessores... Ele se apresentou diante do Pai, em nosso lugar, e fez isto não apenas com palavras e orações, mas com o próprio sangue.

Jesus, ao viver na terra, praticou muita oração, especialmente intercessão.

Na Bíblia, nós encontramos Jesus, por exemplo, a chorar sobre Jerusalém. Em Luc. 19:41, lemos isto: “Quando se aproximou e viu a cidade, Jesus chorou sobre ela”.

Em João 17, Jesus intercede intensamente pelos discípulos que haveriam de passar por muita tribulação.

Mas o ponto alto da intercessão de Jesus teve lugar na cruz, quando Ele, literalmente, ofereceu a Sua vida em favor da nossa... e até hoje, Jesus continua no ministério de intercessão!

Lemos em Hb 7.24-25: “...visto que vive para sempre, Jesus tem um sacerdócio permanente. 25 Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles”.

Falando profeticamente, Isaías anunciou: “ele derramou sua vida até a morte, e foi contado entre os transgressores. Pois ele levou o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu” (Is 53.12).

Com Jesus, aprendemos algumas verdades muito importantes sobre o Ministério da Intercessão.

Jesus é o nosso principal modelo em tudo... no que diz respeito ao Ministério da Intercessão, a vida de Jesus ensina vários princípios:

2- A INTERCESSÃO REQUER UM ENVOLVIMENTO DE CORAÇÃO
Jesus não se apresentava friamente diante de Deus para pedir por outros... Ele envolvia o coração nisso.

Em João 11.35,36, Jesus derramando lágrimas pelos que sofrem, está escrito: “Jesus chorou. 36 Então os judeus disseram: “Vejam como ele o amava!”

Em Mc 8.2, Jesus foi movido de íntima compaixão pela multidão; lemos isto: “Tenho compaixão desta multidão; já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para comer”.

Em João 17.1-26, Jesus orou de maneira emocionada pelos discípulos!

João Bunyan dizia: "as melhores orações tem muitas vezes mais gemidos que palavras".

John Knox fazia a seguinte oração: "Ó Deus, dá-me a Escócia ou eu morrerei!".

O intercessor não pode ser como aquele menino que, num dia de piquenique na praia, viu a mãe, que tudo preparara com cuidados especiais, entrando na água, e que instantes depois, começou a se afogar. Então, o filhinho que brincava na areia, ouvindo os gritos de socorro da mãe, andou uns passos para perto do pai, que estava distraído com algumas coisas e falou: “Papai, mamãe está lá na praia. Eu acho que ela está se afogando”. O homem largou as coisas que estava fazendo, deu um salto, saiu a toda pressa a fim de resgatar a esposa...

Muitas vezes, clamamos ao Senhor com a calma daquele menino, oramos sem pressa, sem urgência nenhuma, sem coração.

Quem entra neste Ministério de Intercessão precisa envolver o coração neste ministério. Tem que ser como Jesus!

2. A INTERCESSÃO PROFUNDA EXIGE SENSIBILIDADE À VOZ DE DEUS
Muitas vezes, para uma intercessão profunda, precisamos conhecer a intimidade de Deus.

Quando Jesus alertou a Pedro sobre as lutas que ele teria que passar, as Suas palavras foram (Lc 22.31-32): “Simão, Simão, Satanás pediu vocês para peneirá-los como trigo. 32 Mas eu orei por você, para que a sua fé não desfaleça. E quando você se converter, fortaleça os seus irmãos”.

Jesus recebeu uma revelação do Pai, ficou a saber o que estava para acontecer e já tinha orado por Pedro.

Essa qualidade é muito importante na vida de um intercessor: ele precisa estar em sintonia com o Espírito Santo... muitas vezes o intercessor vai orar antes que os fatos aconteçam, e com a sua oração, evitará tragédias e conquistará bênçãos!

O intercessor precisa ser sensível à voz de Deus.

Devemos preparar-nos para ouvir a voz de Deus... todos os crentes querem ouvir a voz de Deus, mas Deus não vai falar mais alto que a televisão, Deus não vai falar mais alto que as nossas músicas...

Outro dia eu li isto: "Deus fala não com os que têm orelhas, mas com os que têm ouvidos".
Mas tem havido mais orelhas do que ouvidos na igreja... lemos na Bíblia que Samuel disse ao Senhor: "Fala, Senhor, porque o teu servo ouve". Mas hoje, a igreja parece estar dizendo: "Ouça, Senhor, porque o teu povo fala".

Precisamos ter ouvidos para ouvir o que o Espírito diz à Igreja... seja sensível à voz de Deus!

...da vida de Jesus aprendemos ainda este princípio:

A INTERCESSÃO NÃO LEVA EM CONTA O MÉRITO DO SEU SUJEITO

O objeto da intercessão pode ser desprezível.... você pode interceder por um rebelde, por vilão, por um criminoso, não importa.

Da cruz do Calvário, no seu maior sofrimento e humilhação, Jesus fez uma oração por aqueles que O estavam a matar. A oração de Jesus foi (Lc 23.34): “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”.

Isto revela um coração movido pelo amor... apesar da maldade, da crueldade, o intercessor clama a bênção de Deus... Ali na cruz, banhado em sangue, foi o que Jesus fez!

...e, finalmente, há também o seguinte princípio:

Em Hb 2.17, Jesus é apresentado como nosso Sumo Sacerdote: “...sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus”.

Isto significa que, como Sacerdote, Jesus permanece diante do Pai em intercessão por nós.

Isto é muito significativo porque, nós também somos designados como sacerdotes – em 1Pe 2.9 lemos que somos “sacerdócio real” – ou seja, todo crente tem uma responsabilidade sacerdotal.

Quer significa isso?

O sacerdote vive para isto, é o seu estilo de vida: representar Deus diante do povo e o povo diante de Deus.

Se o sacerdote deixa de fazer isto, ele está a pecar, como declarou o sacerdote e profeta Samuel: “E longe de mim esteja pecar contra o SENHOR, deixando de orar por vós. Também lhes ensinarei o caminho que é bom e direito” (1Sm 12.23).

E tal consciência era tão forte na vida de Jesus, que nós lemos dEle nos Evangelhos, buscando um lugar de oração, apesar de sua vida cheia de compromissos.

Os discípulos, compreenderam a importância disto. Pedro declarou: “...nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra”.
"Em Atos 2, os crentes oraram 10 dias; a seguir, Pedro pregou 10 minutos e 3 mil pessoas foram salvas.

quinta-feira, 1 de março de 2012

AS ARMAS DA NOSSA MILICIA

Leia a Bíblia: 2 Coríntios 10:1-4

Cada um de vocês se deve ter perguntado em algum momento, "O que posso fazer sobre estes problemas que são tão generalizados e sérios nos dias de hoje?" E, "Como posso eu enfrentar de forma realista como pessoa e como cristão?”

As Escrituras têm uma resposta para estas perguntas. Poderíamos esperar que elas nos projectassem para o aperfeiçoar do homem de Deus, que ele pode ser perfeito, completamente mobilizado para toda a boa obra 2 Timóteo 3:17). Assim, devemos esperar que haja orientação ampla nas Escrituras que nos permita lidar com os problemas e questões que nos perseguem por todos os lados.

A passagem que temos no centro dos nossos pensamentos sobre este assunto é Segunda Coríntios 10, os seis primeiros versos. Aqui está outro desses stocks de sabedoria condensada que encontramos com frequência ao longo das páginas das Escrituras, tanto no Antigo e Novo Testamento, e que é muito imprudente apressar a reflexão. Este tipo de passagem devemos parar e sair muito devagar e cuidadosamente, e, por isso, proponho que nós levemos muito tempo. Eu quero fazer esta mensagem tão pratica e útil para o maior número possível de pessoas.

A introdução a esta secção de II Coríntios é encontrada nos versículos 1 a 4. O apóstolo Paulo, escrevendo aos seus amigos em Corinto, provavelmente da cidade de Éfeso, diz.


“1 ALÉM disto, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco;
2 Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne.
3 Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne.
4 Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” II Coríntios 10
Nestes versos temos diante de nós o tema principal desta seção. O pano de fundo é um desafio à autoridade do apóstolo Paulo pelo Coríntios. Havia alguns entre eles que estavam tentando minar o efeito das palavras de Paulo, tanto nas suas cartas e na sua pregação que ele lhes tinha deixado. Isto não era surpreendente para ele, a isso ele já se tinha habituado e continuava a acontecer. Hoje, há muitos que se opõem tenazmente quando se ensina um “assim diz o Senhor”. Em certos círculos é nos dito que o apóstolo Paulo realmente mudou os ensinamentos do Senhor Jesus, e assim mudou o cristianismo a partir de uma mensagem simples e facilmente entendível para um tratado teológico altamente complicada, difícil de entender e completamente diferente da intenção e conteúdo do que foi pregado por Jesus.

Algo que já tinha começado na igreja primitiva. Quando estes coríntios tinham recebido cartas de Paulo, alguns irritaram-se contra ele e resistiram fortemente ao que ele tinha dito. Especificamente, como esta passagem revela, alguns cristãos de Corinto estavam a dizer que Paulo era, essencialmente, não é diferente do que um normal crente. O seu apostolado realmente não lhe dava mais direito de falar com autoridade que qualquer outro, e as suas motivações eram essencialmente as mesmas de qualquer outro, ou seja, ele está fora do esquema, o que ele quer é que a política funciona. Paulo estava dizendo-lhes quando ele escreve, " eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco."

Eles estavam a dizer que este era o seu procedimento, a sua manobra, para tentar levá-los a fazer o que ele queria. Por outras palavras, ele é simplesmente uma outra figura religiosa que está a fazer o jogo, o velho jogo da "política de poder", por isso não é preciso dar mais atenção a ele do que faria para qualquer outra pessoa que entrou e tentou tirar vantagem de nós para os seus próprios fins.

Este apóstolo prontamente e poderosamente repudia este argumento. Ele diz, com efeito: 3 Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne.
4 Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” II Coríntios 10


Vocês ainda não conseguiram reconhecer a mudança fundamental que ocorre num cristão. Quando um homem se torna uma coisa, aceita a Jesus, algo absolutamente radical, ocorre nele para que ele não pode ver as coisas como ele já fez. Além disso, vocês não entendem a diferença radical com a qual um apóstolo (que é, por inerência do seu cargo, um cristão modelo, um padrão para os outros) deve encarar a vida. Se vocês acham que eu ajo como as outras pessoas, que os meus motivos, objetivos e metas não são diferentes de homens e mulheres comuns, então vocês tem fundamentalmente mal em toda esta questão."

"Pois," ele continua dizendo nos versículos 3 e 4 ", apesar de vivermos no mundo que nos está a levar para uma guerra secular, pois as armas da nossa milícia não são do mundo, mas têm o poder divino para destruir fortalezas."

No grego literal, o apóstolo Paulo não diz exatamente o que é dito aqui. A frase, Pois, embora vivamos no mundo não estamos realizando uma guerra secular, é, na verdade, "Porque, embora andando (ou ao vivo) na carne, não militamos segundo a carne". Os revisores aqui ter substituíram a palavra mundo, para a carne . No entanto, isto não está completamente errado. Eles estão reconhecendo a filiação estreita entre o que a Bíblia chama de "Carne" e "sociedade" ou "o mundo". Estes dois estão intimamente combinados e associados.

O que é a carne? Você, que tem vindo a estudar o Novo Testamento por muitos anos sabe que a carne é essencialmente a herança do egoísmo. É o que está fundamentalmente errado com a natureza humana. É a chave mestra que foi inserido na máquina da humanidade no início e que todos nós herdamos dos nossos antepassados. É responsável pelo fato de que todos nós começamos a vida com uma mácula, uma torção no nosso mecanismo. Não necessitamos muito tempo para nos darmos conta desta evidencia que somos fundamentalmente egoístas. Você não tem que ensinar o bebé a ser egoísta. Você não tem que mandá-lo para uma escola privada para aprender a ser impertinente, para resistir aos seus pais, ou de ser inerentemente egoísta. Este traço surge em qualquer indivíduo, não importa que tipo de fundo, a exposição, ou ambiente que ele seja submetido/a; está na corrente sanguínea da humanidade. Este é o fato desagradável que a sociedade constantemente resiste, que o homem não quer enfrentar, mas que a Palavra de Deus sem rodeios e claramente aponta ao pecador.

Se essa é a carne, que a tendência para o mal em cada indivíduo, então se você colocar todas estas carne centradas, carne governados pessoas juntas em uma sociedade, você tem o que a Bíblia chama de "o mundo". É a sociedade regida pela carne; sociedade, com todas as estruturas de poder com os quais estamos tão familiarizados, neste dia, toda construída sobre auto-interesse. Isso, qualquer observador da vida humana pode ver, permeia o mundo dos nossos dias; auto-interesse é trás de tudo.

É por isso que os revisores têm substituído a palavra "mundo" aqui. Em certo sentido, eles estão certos. Esta é claramente a ideia, o apóstolo tem em mente. Ele diz: "Não estamos agindo como outras pessoas que não operam a partir dos mesmos motivos;. Há algo muito diferente de nós Se você tentar julgar-nos na mesma base você julgar os outros que você vai ser muito longe. - você vai perder completamente o ponto ".

(2 Coríntios 10:03 J. B. Philips)
(2 Coríntios 10:3 NEB)

Talvez o mais útil é a tradução de Cartas Vivas, que diz:
(2 Coríntios 10:3 Cartas Vivas)

Observe o equilíbrio requintado e sanidade do que isso. O apóstolo Paulo está falando não só para si, mas para todos os cristãos. Lembre-se que um apóstolo é um padrão cristão. Ele é o que todos os cristãos deveriam ser. E ele diz, em primeiro lugar, vivemos no mundo. Nós não fugimos dele. A vida monástica apelou para muitos através dos séculos. A história está cheia de homens e mulheres que se retiraram para lugares calmos e tentou fechar fora toda a tagarelice do mundano e cuidado da vida. Conde Tolstoi, da Rússia; Rousseau, da França; Gauguin, o pintor - todos tentaram fugir da vida. Há muitos que procuram fazê-lo ainda hoje. O que me surpreende é o número de cristãos que têm essa atitude. Tem crescido no nosso tempo o que eu chamo de "síndrome Bíblia cidade", que tenta criar uma estufa cristã, uma atmosfera que é completamente cristã desde o ventre até ao túmulo, e não permite a invasão de ideias seculares ou forças. Pretende-se isolar e isolar ao máximo possível o cristão do mundo.

Este é basicamente antibíblico e anti-cristianismo porque é contrário a esta palavra clara do apóstolo, que diz: "Nós os cristãos, devemos viver no meio do mundo." É aí que devemos estar. O próprio Senhor Jesus coloca desta forma: "Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos" (Mateus 10:16 RA). Deve ser um pastor maluco que faria uma coisa dessas! Mas é assim que radical é a diferença entre o cristianismo verdadeiro e o falso versão tão evidente em muitos lugares hoje. Esta "síndrome Bíblia cidade" está produzindo milhares de desistentes cristãos de hoje. Eu entendo que há um grupo nesta área muito que está sugerindo algo desta natureza nas montanhas aqui perto. Eu não sei a história toda e, portanto, eu não estou tentando julgá-lo, mas certamente eu seria contra uma ala de isolamento cristã se é isso que eles têm em vista. É totalmente anti-bíblica. "Não", diz o apóstolo, "vivemos na carne: vivemos no mundo." É aí que estamos destinados a viver.

"No entanto", diz Paulo, "apesar de vivermos no mundo e não fugir da sociedade, ainda não usamos os planos humanos e métodos para ganhar as nossas batalhas." É importante que entendamos isso, porque aqui é onde todos os problemas chegou. Muitos reconheceram que os cristãos devem viver no mundo, mas eles vão assumir que a vida cristã no mundo deve ser como o mundo, que ele deve pensar como o mundo, que ele deve depender dos pensamentos, filosofias, ideias, e escritores do mundo, e tirar todos os seus argumentos e suas soluções para o problema a partir destas fontes. "Não", diz Paulo, "você está completamente errado lá. Se você me julgar como fazer isso, então você não entendeu a posição cristã em tudo. Nós não usamos os planos humanos e métodos para ganhar as nossas batalhas."

Aqui, na minha opinião, é o erro fundamental dos que procuram fazer a preocupação social a tarefa primária da igreja de hoje. Eles estão se opondo o inimigo certo, mas com as armas erradas. Eles estão buscando empregar as armas do mundo, que Paulo renuncia, ele repudia-los totalmente. Ele diz, "nós não temos uma guerra guerra mundana, não usamos os planos humanos e métodos para ganhar as nossas batalhas."

Quais são essas armas do mundo, esses planos humanos e os métodos para vencer as batalhas? Bem, você dificilmente pode escapar deles hoje. Eles estão em todos os lados, em todos os jornais, todas as revistas que você pegar. Estes estão cheios de abordagens para a solução dos problemas humanos. Eles são todos perfeitamente sincera, muitas vezes caracterizada pela tremenda dedicação e zelo e louvável ao extremo, mas eles são mundanos. Eles são de carne e osso, pois eles são limitados. Estas armas são a política de energia, blocos de ação, programas organizados, manifestações, boicotes, piquetes, até mesmo a violência e incêndios criminosos.

Vamos encarar alguns fatos claramente. Estes são claramente armas do mundo, não são? Eles são o que seria sugerido por qualquer não-cristão, que é confrontado por estes problemas e está tentando encontrar uma solução, homens como Saul Alinsky ou Carmichael Stokely. Estes homens abertamente, claramente, de forma inequívoca e propor este tipo de soluções, e você não pode culpá-los. Isso é tudo o que podem ver, isto é tudo o que sabem fazer, que é tudo que eles têm confiança dentro Eles não podem ver além do material, do visível, a situação física.

Quem lê o Novo Testamento vê que este é sempre o caminho do mundo. As suas soluções são fundamentalmente raso e superficial, porque eles são essencialmente unidimensional. Eu estava interessado recentemente ao saber que há um novo livro, escrito por um escritor secular, chamado, O homem unidimensional . É uma tentativa (Reuni) para vir a enfrentar alguns dos problemas sociais hoje. Mas até mesmo os mundanos podem ver que a sua abordagem carece de algo - é unidimensional.

No entanto, este não é o que você tem no Novo Testamento. Isto não é como um cristão deve abordar estes problemas. Como o Apóstolo Paulo colocou isso na carta muito, apenas alguns capítulos atrás, "Nós não olhar para as coisas que se vêem, mas também no invisível, que olhar não só para o temporal, mas também para o eterno," 2 Coríntios 4:18). Há uma nova dimensão que deve vir aqui. A abordagem cristã para qualquer problema básico, quer da sociedade ou de uma vida individual, deve ser diferente do que a de um mundano, se ele espera ganhar qualquer batalha.

A coisa maravilhosa sobre as Escrituras é que a vida está constantemente confirmando-los. A vida é uma espécie de laboratório em que todos esses princípios bíblicos estão sendo testados, trabalhou para nós. Podemos então ver por nós mesmos, se observarmos o suficiente da vida em um período suficientemente longo, o que é certo eo que é errado - a solução mundana, ou a solução bíblica. A história confirma o fato de que as armas do mundo não ganha batalhas.
Era um volume enorme de estudo Will Durant, A História da Civilização . Tomei o volume, "César e Cristo", e, embora eu não passar por isso inteiramente, eu só tive que ler parte dele para estar ciente de que o mundo antigo lutava com exatamente os mesmos problemas que lutamos hoje. Lá estavam as mesmas intrigas, as mesmas manobras políticas, as mesmas parcelas, os mesmos programas, as mesmas soluções para os problemas. Era notável ver que muito antes de Cristo as pessoas estavam lutando com exatamente os mesmos problemas que nos oprimem hoje. Não há soluções seculares que trabalham; na melhor das hipóteses eles apenas temporariamente reorganizar os sintomas do problema. Isso é o máximo que podemos esperar das abordagens do mundo.

"Não", diz Paulo, "as armas da nossa milícia não são carnais, eles não são carnais, eles não são mundanos. Mas eles são poderosos! Eles têm o poder divino, até as fortalezas derribar. Eles trabalham. Eles ganham. Eles destroem fortalezas, que derrubem o mal entrincheirados, eles cortar amarras, que libertou os homens. Isso é o que eles são. Se eles não fazem que eles são inúteis, eles não são melhores do que qualquer outro programa. Mas o trabalho destes. Eles pode não ser evidente, mas eles são eficazes. " Bem, quais são essas armas? Essa é a questão principal que quero enfrentar com você agora. Quais são essas armas? Se eles não são normais planos humanos, quais são eles? Se eles não incluem essas abordagens que são tão comuns hoje em dia, então o que são?

Todos nós enfrentamos problemas, normais, problemas comuns - desânimo, depressão, problemas de saúde, falta de dinheiro, as pressões sociais, problemas familiares, sogros, cobiça, culpa, vergonha. Como uma sociedade, nos deparamos com problemas em conjunto - as tensões raciais, guerra, pobreza, ar e poluição da água, a inflação, a morte, os impostos, todos esses problemas comuns.

Estas são as batalhas da vida, não são? Muito poucos de nós terá que lutar nos campos de batalha, alguma vontade, mas não todos. Aqui estão as batalhas da vida. Estes são o que Paulo chama nessa passagem, fortalezas.

No entanto, ele tem armas adequadas para estes. Essa é a coisa que eu quero transmitir a vocês agora. O cristão não é inadequado para lidar com essas coisas: Ele é o único que é adequada para lidar com eles! Portanto, não vamos perder nosso tempo com coisas que tenham demonstrado a sua inadequação há muito tempo. Nós temos armas adequadas. Eu só posso enumerá-los brevemente nesta mensagem. Vou ter de desenvolvê-las mais à medida que prosseguimos nessa passagem, mas é importante tê-los diante de nós neste momento. Eles não vêm de qualquer uma passagem específica, mas a partir da orientação geral das Escrituras, apoiada por muitos, muitas passagens. Vou listar para você quatro armas do cristão pelo qual podemos enfrentar as batalhas da vida, e que, se ele enfrenta-los com essas armas, vai ganhar. Não só ele ganhar na sua vida individual, mas ele vai ser um fator extremamente poderosa para resolvê-los no nível da sociedade também.

Primeiro, temos de colocar a verdade: A verdade é a principal arma do cristão. Não me refiro a educação. Educação é normalmente aproveitada por aqueles a atacar os problemas da sociedade como o meio mais eficaz para resolvê-los. Esse fato indica que as pessoas vêem que o conhecimento da realidade é uma coisa muito importante na resolução de problemas, é uma arma poderosa. A única dificuldade é que os mundanos em geral (e muitos cristãos também) equivale a educação com o conhecimento da realidade. Mas não devemos fazê-lo. A educação secular é um composto de verdade e falsidade, ambos igualmente ensinado vigorosamente. Erro é muitas vezes transmitido de forma tão poderosa como a verdade, portanto, a educação, muitas vezes, serve apenas para aumentar o problema. Nem sempre separado entre o joio e o trigo, que nem sempre é verdade.

Mas eu estou falando agora sobre a verdade. A glória do Cristianismo é que ele introduz a verdade em qualquer situação. Ele revela a realidade. Jesus Cristo veio, nas palavras de presente geração, para "dizer-lhe como ela é" - e ele assim fez. Invariavelmente, sempre, ele disse que como ela é. Ele deixou as pessoas conhecem os fatos sobre a vida, e sobre o homem. Ele revelou a realidade, ele arrancou as ilusões e delírios em que trabalho os homens. Ele rasgou o véu. Você pode vê-lo expor o pensamento errado dos fariseus, saduceus, e todos os outros grupos com os quais ele entrou em contato, incluindo os seus próprios discípulos. Aqui, na Palavra de Deus, na verdade como ela é em Jesus, temos uma arma poderosa, o maior de todos lá é em muitos aspectos, dizendo coisas como elas são.

Uma das razões pelas quais o grupo de leigos a partir desta área, que estão viajando para campi universitários encontraram um ministério eficaz é que eles não tentam impressionar os estudantes com exposições de erudição e sabedoria mundana. Eles simplesmente falar sobre a vida como as Escrituras revelam-lo. É surpreendente como isso se agarra, movimentos, e captura as mentes e os pensamentos desta geração presente.

A verdade é o estoque no comércio de um cristão, isto é, se ele aceita a Palavra de Deus como a verdade sobre a vida, e se ele proclama, e demonstra isso em sua própria vida, ele mesmo é uma arma poderosa para definir os homens livres e para resolver os males da sociedade. Não só a verdade proclamada, mas a verdade demonstrada: A fraqueza da igreja é que muitas vezes tem sido muito contente em simplesmente proclamar uma parte da verdade e nunca dar-se à demonstração do mesmo. Mas um cristão, acima de todos os outros, deve ser caracterizada pela abertura e honestidade.

Não é uma potência e salubridade em viver a vida de forma transparente ao invés de infinitamente montagem poses e posturas e devoções fraudulentas.

Esse é um termo descritivo para muito do cristianismo, não é? Propaganda fraudulenta!

Este mundo moderno dos nossos é generosamente fornecido com propaganda e vigaristas. Trata-se de entusiasmo e uso persistente de uma grande mentira repetida até soar a verdade. Por isso, é uma experiência impressionante e refrescante falar a uma pessoa ou um grupo que é autêntico e transparente.

Isso é o que todo cristão deve ser, e cada grupo cristão. Eu estava angustiado esta semana para aprender de uma igreja evangélica que está ensinando o seu povo que eles têm o direito à privacidade em suas vidas. Nenhum cristão tem o direito a uma vida privada. Nossas vidas devem ser vividas abertamente perante todos os homens, transparentes, um espetáculo ao mundo inteiro. Não temos vida privada e não podemos esperar ter. Este é basicamente e fundamentalmente errado. Os cristãos devem ser uma demonstração da verdade. Este artigo continua,

A igreja onde Jesus Cristo está aberta e honestamente confessou é um bem potente particularmente necessária em nossa civilização, desiludido cansado. Muitas pessoas cansadas quer encontrar um lugar onde a Palavra de Deus é reverenciado, ensinou, e traduzida em vida diária. Pelo menos esse é o tipo de igreja que eu quero para minha família. Não é uma igreja posando nesta semana, como um circo, na próxima semana como um supermercado sociológica, no próximo mês como uma polarização política pietista dentro da comunidade eclesial, mas uma igreja que se propõe em seu anúncio para ser o que é - o corpo de Cristo - uma bolsa onde o povo de Cristo se reúnem para a renovação, para instruir na Palavra de Deus, e para a partilha da propagação do evangelho.

Jesus disse: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." (João 8:32 NVI)

A segunda arma é o amor. Eu sei que esta é a palavra mais sobrecarregada no nosso vocabulário hoje, mas vamos ser mais específico: Eu não estou falando sobre a lama Hollywood que passa por amor, nem da tolerância coração sangrando de qualquer coisa que vem junto, eu estou falando sobre o amor bíblico, do tipo que requer não retorno a partir da faixa preferida individual. Isso é amor, do tipo que é descrito em I Coríntios 13, do tipo que ama por causa de Cristo. Se você não pode amar dessa maneira, então você não é um cristão, não importa que tipo de credo você assina. Se você puder, então você deve começar a mostrar aceitação, de cortesia, e preocupação sem parcialidade ou mérito, sem levar em conta o fundo ou a cor da pele ou qualquer outra coisa sobre uma pessoa, exceto que ele ou ela é um homem ou uma mulher amada por Deus por quem Cristo morreu. Seu amor deve sair com eles, não o seu interesse momentâneo até que você ganhe sua adesão ao seu credo, mas o seu verdadeiro amor, exigindo nada em troca.

Isso é amor, e que é uma arma poderosa. Esse é o caminho da igreja primitiva conquistou seu caminho contra os conselhos e os governadores, reis e editais, e tudo mais. Eles ganharam pela demonstração de um calor de aceitação que fizeram suas reuniões tais ocasiões gloriosos de comunhão que o mundo inteiro pendurados em volta, babando, querendo começar dentro

A terceira arma é a justiça. Fundamentalmente, o que significa a obediência à verdade e amor. É o que chamamos de integridade. É a recusa ceder a oportunidade. Como Paulo escreve aos Efésios: "Você não vivam mais como os gentios" (Efésios 4:17 b). Você não pode continuar dispensando suas fraquezas. Não há desculpas à esquerda para você, você tem tudo o que é preciso para ser tudo o que for necessário. Você não pode continuar justificando seus fracassos. Você não tem nenhuma razão para o fracasso. Você deve parar suas mentiras, o seu roubo, sua maldição, a sua imoralidade, e sua dureza em direção a um outro, a sua falta de perdão, o seu ciúme e sua petulância. Mas em seu lugar, porque a justiça não é apenas negativo, você deve mostrar ternura aceitação, perdão e pelo amor de Cristo - o calor do amor. É verdade que, se tudo que você pode realizar-se em nome da sua posição justa é que você não fumar, beber, jogar ou ir ao cinema, etc, você é um espetáculo lamentável de um cristão. Se você é um cristão deve haver sobre sua vida uma qualidade que não pode ser explicada em termos de sua personalidade - um brilho positivo, um calor, e um brilho que não pode ser explicado exceto pelo fato de que Deus está agindo em você.

A arma quarto é um composto. Vou colocar desta forma: Fé oração. Eu coloquei os dois juntos porque são quase indistinguíveis. Fé é a confiança na atividade direta de Deus na vida humana. A oração é o pedido para que a atividade, a fé é a expectativa de que Deus vai fazê-lo. Essas duas coisas se ligam. Se você não acho que eles são poderosos, eu sugiro que você leia Hebreus 11. Há uma lista das conquistas da fé na sociedade, em termos de guerra do governo, os males sociais, e as batalhas de todo tipo. A fé é a expectativa de que Deus não rejeitou a sociedade, nem se existem remoto a partir dele, mas ele está envolvido nisso, e é ativa na mesma. Ele está em movimento, ele faz as coisas, ele muda; ele prende, ele frustra, ele derruba, ele acumula-se e exalta, e ele faz tudo isso em resposta e por meio da oração. Eu não sei como colocá-lo mais forte, mas nos próximos mensagens sobre isso, quero delinear de forma mais completa para você o que a oração é, e como ele funciona. O que uma poderosa arma é colocada em nossas mãos nestes dias através deste meio!

Lá estão eles: a verdade, amor, justiça, fé e oração. Estas são as armas da nossa milícia. Eles não são carnais, eles não são da carne, eles não são do mundo, mas eles são poderosos. Eles têm o poder divino para a eliminação das fortalezas, puxando para baixo as coisas altas que se exaltam contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo. Todos trabalham juntos. Pode isolar o dificilmente um do outro, eles são todos necessários. E quando a igreja começa a maior destas armas ela vai voltar a ser um grande poder na sociedade, uma força tremendamente poderosa, um fermento solta que vai rapidamente mudar as circunstâncias exteriores, a face das coisas como elas são. Então a igreja será mais uma vez o que Deus projetou para ser - com essas palavras brilhantes em Cantares de Salomão, um exército "Brilhante como a lua, glorioso como o sol, terrível como um exército com bandeiras," Cantares 6: 10)